Candidatos a procurador debatem propostas

candikdatosMPA Procuradoria Geral de Justiça e a Associação do Ministério Público do Maranhão (Ampem) promovem, nesta sexta-feira (13), às 9h, no auditório da antiga sede da Procuradoria Geral de Justiça, debate com os quatro candidatos ao cargo de procurador-geral de Justiça, para o biênio 2016/2018. A eleição será realizada na próxima segunda-feira, 16 de maio.

O regulamento do debate foi acertado entre a diretoria da associação, candidatos e seus representantes. O jornalista Roberto Fernandes, da Rádio Mirante AM e TV Mirante será o mediador.

Concorrem ao cargo de chefe do Ministério Público do Maranhão, por ordem de inscrição, os promotores de justiça Luís Gonzaga Martins Coelho, Justino da Silva Guimarães, Marco Aurélio Batista Barros e José Augusto Cutrim Gomes.

A eleição vai ocorrer no dia 16 de maio, das 8h às 17h, e será realizada nas cidades de São Luís (na sede da Procuradoria Geral de Justiça), Imperatriz e Timon (nas sedes das Promotorias de Justiça).

Conforme a Resolução 35/2016, que disciplina a eleição, a lista tríplice será elaborada com os nomes dos mais votados, prevalecendo, em caso de empate, o tempo de antiguidade na carreira e, se persistir o empate, o mais idoso. O eleitor poderá votar em até três candidatos dentre os inscritos.

No mesmo dia da proclamação do resultado será feita a comunicação, por meio de ofício, ao governador do Estado, consignando-se o prazo para nomeação previsto em Lei.

1 Comment

  • Mozart Baldez

    maio 13, 05 2016 03:13:28

    Espero que o novo procurador pelo menos prometa e cumpra instaurar procedimento apuratório sobre a ausência de juízes e até de promotores também nas comarcas do interior do Maranhão. É sabido que muitos juízes e promotores cumprem a jornada ”T-Q-Q’ e ”Q – Q” nos municípios. Ou seja, recebem salários do erário público sem cumprir a jornada completa de trabalho. No entanto o que vemos nessa cadeia sucessória do MP, é a entrada e saída de procuradores e nenhum deles sequer fala em combater essa prática . E essa omissão lamentável vem prejudicando o exercício da advocacia. Em 2013, um desembargador disse ao mundo que no Maranhão existem magistrados que vendem sentença. O MP não tomou pelo que saiba nenhuma providência. A desembargadora Nelma Sarney, ex corregedora geral de justiça o ano passado disse também ao mundo que os juízes do Maranhão não cumprem jornada completa de trabalho, principalmente no interior. O MP também não tomou nenhuma providência. Afinal de contas para que serve o MP do Maranhão? não abre investigação contra juízes porque? MOZART BALDEZ – Presidente do SAMA – Sindicato dos Advogados do Estado do Maranhão.

Deixe uma resposta