Efeitos políticos da queda de Mandetta: DEM desmoralizado

A saída de Henrique Mandetta do ministério da saúde também expõe uma relação cada vez pior entre o governo Bolsonaro e um dos principais partidos de sua base de apoio: o DEM.
O partido perde cada vez mais prestígio no governo. A demissão de Mandetta ocorreu um dia após o deputado maranhense Juscelino Filho ter visitado o ministro e divulgado amplamente que seu companheiro de partido permaneceria no governo combatendo a pandemia do coronavírus. O líder da bancada maranhense foi desmoralizado.
Os líderes do DEM no Congresso, o deputado federal Efraim Filho (PB) e o senador Rodrigo Pacheco (MG) já haviam se manifestado também ontem que seria um erro a saída do ministro.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também vinham defendendo muito o trabalho do ministro.


