Maranhão tem 66 municípios com obras inacabadas

Obra de drenagem do Canal do Tropical Shopping, em São Luís, aparece no relatório com ‘inacabada’.
Dezenas de obras inacabadas em pelo menos 66 municípios do Maranhão envolvendo valores milionários aparecem numa lista preliminar divulgada no final do mês passado pela Comissão Especial das Obras Inacabadas do Senado. Além de aprovarem o plano de trabalho, os senadores também devem analisar a relação de obras que incluem projeto na área de saúde, educação, saneamento, cultura e urbanização.
No documento, constam obras de infraestrutura turística; de prevenção em áreas de risco; de saneamento; de urbanização e em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Também estão incompletas instalações como quadras esportivas, creches, centros de artes projetos de inclusão digital e restauração de casarões históricos.
O BLOG DO ANTÔNIO MARTINS teve acesso ao documento e constatou que essas obras inacabadas estão nos seguintes municípios maranhenses: Paço do Lumiar, Humberto de Campos, Magalhães de Almeida, São Pedro da Água Branca, Conceição do Lago Açu, Estreito, Satubinha, Araguanã, Bacabal, Guimarães, Mata Roma, Caxias, Codó, Jenipapo dos Vieiras, Cidelândia, Pinheiro, Lago dos Rodrigues, Lima Campos, Lagoa Grande, Lagoa do Matos, Paraibano, Formosa da Serra Negra, Monção, Santo Amaro, Turiaçu, Santa Luzia do Paruá, Divinópolis, São Benedito do Rio Preto, Brejo, Vargem Grande, Centro Novo, Brejo de Areia, Central, Coroatá, Buriti, Porto Rico, Lago do Junco, Anajatuba, Olinda Nova, Pirapemas, Bacabeira, Barra do Corda, Zé Doca, Presidente Juscelino, Poção de Pedras, São Bento, Vila Nova dos Martírios, Viana, Santa Luzia, Arame, Palmeirândia, Buriticupu, São Luís, Presidente Dutra, Bom Jesus das Selvas, Açailândia, Peritoró, Santa Inês, Grajaú, Cururupu, Joselândia, Santa Rita, Itapecuru Mirim, Imperatriz, Porto Franco e Chapadinha.
Confira aqui a lista completa de obras em cada município
O relator senador Wilder Morais (PP-GO) sinalizou que a lista ainda deve ser estreitada, porque constam algumas obras “fantasmas” – não iniciadas de fato, inscritas na fase de empenho. Para esses casos, segundo Morais, a verba orçamentária está disponibilizada contabilmente, no aguardo da conclusão da obra para a liquidação e, em seguida, o pagamento de fato.
Leia mais notícias em blogdoantoniomartins.com e siga nossa página no Facebook. Envie fotos, denúncias e informações ao blog por WhatsApp pelo telefone (98) 99158 6766.


