
O Instituto Paraná Pesquisas divulgou nesta terça-feira (10) um levantamento sobre a disputa ao Governo do Maranhão em 2026. De acordo com a pesquisa, no cenário estimulado, a disputa fica polarizada entre o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, e o secretário estadual Orleans Brandão.
O primeiro tem vantagem numérica, pontuando 34,6%. Na sequência, aparece o emedebista, com 30,3%. O ex-prefeito Lahesio Bonfim marca 16,1%, enquanto o vice-governador Felipe Camarão fecha a lista, com 6,9%. 6,4% votariam em branco ou anulariam o voto, e outros 5,7% não souberam ou não quiseram responder.
No cenário de segundo turno entre o prefeito de São Luís e o secretário estadual, Braide (47,3%) leva vantagem sobre Orleans (39,1%). 7,7% votariam em branco ou anulariam o voto, e outros 5,9% não souberam ou não quiseram responder.
O instituto Paraná Pesquisas ouviu 1.300 entrevistados. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais e a confiabilidade é de 95%. A pesquisa está registrada sob o código MA 00634/2026.


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Nesta terça-feira (10), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar, a ação penal que envolve o deputado federal licenciado Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e o deputado federal Pastor Gil (PL-MA), que são acusados de participação em um esquema de desvio de recursos de emendas parlamentares.
Além dos dois, também são investigados o ex-deputado federal João Bosco da Costa (PL-SE) e outros cinco suspeitos.
Acusações
De acordo com a denúncia recebida pelo STF, os crimes teriam sido denunciados em 2020, pelo então prefeito de São José de Ribamar, Eudes Sampaio. Na época, ele diz que o grupo composto pelos deputados teria pedido R$ 1,6 milhão em propina para que cerca de R$ 6,67 milhões em emendas parlamentares fossem enviados à saúde do município.
O prefeito afirmou ainda que foi extorquido, recebendo cobranças e intimidações para liberar o pagamento.
Para o Ministério Público, que quer a condenação dos três, o esquema funcionava de forma organizada e com divisão de tarefas, sendo que o deputado Josimar Maranhãozinho exercia papel de liderança, responsável pelo controle e pela destinação das emendas parlamentares.
Crimes atribuídos
Josimar Maranhãozinho responde pelos crimes de corrupção passiva e participação em organização criminosa, com agravantes por suposta liderança no esquema.
Pastor Gil e Bosco Costa também são acusados de corrupção passiva e de integrar organização criminosa.
Pela legislação brasileira, a corrupção passiva ocorre quando um agente público solicita ou recebe vantagem indevida em razão da função. A pena prevista é de 2 a 12 anos de prisão, além de multa.
Já o crime de integrar organização criminosa tem pena de 3 a 8 anos de prisão e multa, podendo ser aumentada quando há participação de agentes públicos ou liderança no grupo.
O que diz a defesa
Durante os processos, as defesas dos parlamentares negaram os crimes e alguns afirmam que o caso não deveria estar sendo julgado no Supremo Tribunal Federal (STF).
Como será o julgamento
O caso será analisado pela Primeira Turma do STF, formada pelos ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Flávio Dino.
Foram reservadas três sessões para o julgamento: duas nesta terça-feira — às 9h e às 14h — e uma terceira na quarta-feira (11), caso seja necessário.
Primeiro, o relator do processo, ministro Cristiano Zanin, apresenta o relatório com o resumo do caso e do andamento da ação. Em seguida, o representante da Procuradoria-Geral da República faz a sustentação oral da acusação.
Depois, os advogados de defesa terão até uma hora cada para apresentar seus argumentos.
Encerradas as sustentações, começa a votação dos ministros. O primeiro a votar é o relator, seguido por Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e pelo presidente da Turma, Flávio Dino.
A decisão será tomada por maioria. Caso haja condenação, os ministros também definirão as penas aplicáveis. Se houver absolvição, o processo será arquivado. Em ambos os casos, ainda cabem recursos no próprio STF.

Os senadores maranhenses Eliziane Gama (PSD), Ana Paula Lobato (PSB) e Weverton Rocha (PDT) não assinaram o pedido de CPI contra Toffoli e Moraes, que busca investigar a atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal no caso envolvendo o Banco Master.
Apesar da ausência de apoio da bancada maranhense, o requerimento para criação da comissão já alcançou o número mínimo de assinaturas necessárias para protocolar o pedido no Senado Federal.
A proposta foi apresentada pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que anunciou ter atingido as 27 assinaturas exigidas para formalizar a CPI contra Toffoli e Moraes.
Senadores do Maranhão não aderiram
Os três parlamentares que representam o Maranhão no Senado não assinaram o requerimento da CPI contra Toffoli e Moraes.
O pedido pretende investigar decisões e atos atribuídos aos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes no caso relacionado ao Banco Master.
Segundo interlocutores, os três senadores maranhenses entendem que os fatos já podem ser analisados pelos mecanismos institucionais existentes e que não haveria necessidade de uma comissão parlamentar de inquérito.
Pedido de CPI já tem assinaturas suficientes
O senador Alessandro Vieira informou nas redes sociais que o requerimento atingiu o número mínimo exigido para apresentação formal.
“Já temos as 27 assinaturas, mínimo necessário para a criação da CPI que vai apurar a conduta dos ministros Toffoli e Moraes no caso Master. Vamos continuar a coleta até um número mais seguro e em seguida o pedido será protocolado”, escreveu.
Até o momento, o pedido da CPI contra Toffoli e Moraes reúne 29 assinaturas de senadores.
Lista de senadores que assinaram a CPI
Entre os parlamentares que apoiaram a abertura da investigação estão:
Astronauta Marcos Pontes (PL-SP)
Eduardo Girão (Novo-CE)
Magno Malta (PL-ES)
Luis Carlos Heinze (PP-RS)
Sergio Moro (União-PR)
Esperidião Amin (PP-SC)
Carlos Portinho (PL-RJ)
Styvenson Valentim (PSDB-RN)
Marcio Bittar (PL-AC)
Plinio Valerio (PSDB-AM)
Jaime Bagattoli (PL-RO)
Oriovisto Guimarães (PSDB-PR)
Damares Alves (Republicanos-DF)
Cleitinho (Republicanos-MG)
Hamilton Mourão (Republicanos-RS)
Vanderlan Cardoso (PSD-GO)
Jorge Kajuru (PSB-GO)
Margareth Buzetti (PP-MT)
Alan Rick (Republicanos-AC)
Wilder Morais (PL-GO)
Izalci Lucas (PL-DF)
Mara Gabrilli (PSD-SP)
Marcos do Val (Podemos-ES)
Rogerio Marinho (PL-RN)
Flávio Arns (PSB-PR)
Laercio Oliveira (PP-SE)
Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
Dr. Hiran (PP-RR)
A expectativa agora é que o requerimento seja oficialmente protocolado no Senado. Caso seja instalada, a CPI contra Toffoli e Moraes deverá investigar a atuação dos ministros no caso relacionado ao Banco Master e eventuais desdobramentos institucionais do episódio.
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A educação de São José de Ribamar segue avançando. Nesta segunda-feira (9), o prefeito Dr. Julinho reinaugurou a Escola Municipal Nossa Senhora de Nazaré, localizada na Rua Tianguá, no bairro Maiobinha, após uma ampla reforma que transformou completamente a estrutura da unidade.
A obra faz parte do conjunto de investimentos da gestão municipal voltados para a melhoria da rede pública de ensino, garantindo mais qualidade, conforto e segurança para alunos, professores e toda a comunidade escolar. Com 145 alunos matriculados, distribuídos entre os turnos matutino e vespertino, a escola passa a oferecer um ambiente mais moderno, organizado e adequado para o processo de ensino e aprendizagem.
A escola conta com 05 salas de aula, Diretoria, Cozinha, Refeitório, 03 banheiros (sendo 02 convencionais e 01 acessível para PCD), corredores e áreas externas reestruturadas. Mesmo sem alunos com deficiência matriculados no momento, a unidade já está totalmente preparada para recebê-los, garantindo acessibilidade e inclusão.
A obra contemplou uma série de intervenções importantes, entre elas: revisão completa da cobertura, troca total do forro, reorganização dos espaços internos, criação de novas salas de aula com divisórias estratégicas, substituição de todo o piso e revestimento cerâmico, execução de piso cimentado em toda a área externa, troca de portas, janelas e grades, revisão completa dos sistemas elétrico e hidrossanitário, construção de nova fossa, substituição de louças e metais sanitários, instalação de nova caixa d’água com capacidade para 3 mil litros, pintura geral da escola, implantação de rampas, banheiro acessível e adequação das salas para acessibilidade.

Com a reforma, a escola passou a contar com mais salas de aula e ambientes climatizados, oferecendo mais conforto térmico para alunos e servidores. O refeitório também foi reestruturado, garantindo um espaço mais adequado para as refeições dos estudantes. Problemas antigos da unidade, como falhas no sistema elétrico e entupimentos nos banheiros, também foram solucionados, assegurando mais segurança, higiene e melhor funcionamento da escola.
Além dos investimentos em infraestrutura, a gestão municipal tem priorizado a valorização dos profissionais da educação. No último mês, o prefeito Dr. Julinho concedeu um reajuste salarial de 6% para todos os professores da rede municipal. Nos últimos cinco anos, ele já concedeu, ao todo, 67,5% de aumento salarial aos professores. Essa medida reforça o compromisso da administração com a melhoria das condições de trabalho e a qualidade do ensino no município.
Para o prefeito Dr. Julinho, investir na melhoria das escolas e na valorização dos professores é investir diretamente no futuro da cidade. “Educação se faz com responsabilidade e compromisso. Estamos entregando uma escola totalmente renovada, com estrutura digna para nossos alunos e profissionais da educação. Além disso, já garantimos um reajuste salarial justo para os professores, que são peças fundamentais nesse processo. Nosso objetivo é garantir que cada criança de São José de Ribamar tenha um ambiente adequado para aprender, crescer e construir um futuro melhor”, destacou o prefeito.

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O deputado Federal Duarte Júnior (PSB) subiu o tom, em entrevista à Band News, contra o que chamou de “relações promíscuas” entre parlamentares e o setor financeiro, após revelações de dados colhidos pela PF diretamente do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, do liquidado Banco Master.
O foco das críticas foi a atuação do senador Ciro Nogueira (PP) e sua suposta ligação com o empresário alvo da operação Compliance Zero.
Segundo o parlamentar, a quebra de sigilo de mensagens revelou uma proximidade alarmante entre o senador e Vorcaro. Duarte Júnior destacou a apresentação, pelo piauiense, de uma emenda a uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que, segundo ele, não guardava relação temática com o texto original, mas beneficiava diretamente o Banco Master.
A medida, se aprovada, permitiria que o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) aumentasse o teto de garantia para aplicações, saltando de R$ 250 mil para mais de R$ 1 milhão. “O Ciro Nogueira é um senador da República, não um assessor de um banqueiro, não um despachante de luxo, um office-boy de luxo, de um banqueiro”, disparou o deputado.
Questionado sobre o possível constrangimento de investigar colegas parlamentares na CPMI, Duarte Júnior foi enfático ao afirmar que sua prioridade é o interesse público e o combate à corrupção:
”Não contem comigo para fazer aliança com o crime ou para agir como um alienado. Ser aliado é diferente de ser alienado. Meu compromisso é com quem votou em mim e com a transparência pública.”
As conversas obtidas mostram Vorcaro celebrando a aprovação da emenda em grupos de mensagens, o que, para o deputado, reforça a tese de que a função legislativa foi utilizada para fins privados. Duarte Júnior defende que a CPMI deve avançar sobre esses nomes, independentemente do cargo que ocupam, para assegurar que o Congresso não seja “refém de ideologias ou interesses corporativistas”.
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