
Um homem identificado por Robson Garcia dos Santos, de 51 anos, conhecido pela alcunha de Robgol, foi um dos presos na Operação Força Integrada, deflagrada nessa quarta-feira (18), no Maranhão e em outros 14 estados.
A ação policial, que contou com a participação da Polícia Federal e forças de segurança de 15 estados, teve o objetivo de combater o tráfico de drogas e armas, bem como a desarticulação de organizações criminosas.
De acordo com as informações obtidas pelo blog de Antônio Martins, Robgol atua como supervisor geral de uma rede de postos de combustíveis que pertence a um prefeito da Região Metropolitana.
Durante a operação no apartamento do suspeito, situado no Condomínio Buona Vitta Club, no bairro Araçagy, em São José de Ribamar/MA, a polícia apreendeu o celular e o carro da empresa em que ele trabalha.
Ao todo, foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de prisão em São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Barreirinhas, além de ordens judiciais no Ceará, Espírito Santo e Santa Catarina. Também foram bloqueados R$ 297 milhões, além do sequestro de imóveis, veículos de luxo, máquinas pesadas e uma arma de fogo.
Segundo a PF, o grupo investigado abastecia pontos de venda de drogas na Região Metropolitana de São Luís e movimentava grandes valores para ocultar patrimônio ilícito.
Ação em âmbito nacional
A operação ocorreu simultaneamente em outros 14 estados: Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Sergipe. No país inteiro, foram cumpridos 180 mandados de busca e apreensão e 112 de prisão.
Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
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O governador Carlos Brandão e a deputada federal Roseana Sarney aparecem na vanguarda da disputa pelas duas vagas ao Senado Federal pelo Maranhão, segundo dados da pesquisa Quaest/TV Mirante divulgada nesta quarta-feira, 18 de março de 2026. O levantamento, que integra o projeto Ipolítica, aponta uma liderança consolidada dos dois nomes tanto na modalidade espontânea quanto nos cenários estimulados, refletindo o peso das principais forças políticas do estado na corrida eleitoral.
No levantamento espontâneo, Carlos Brandão detém 17% das intenções de voto, seguido de perto por Roseana Sarney, que registra 14%. O ex-senador Roberto Rocha aparece com 9%, enquanto o ministro do Esporte, André Fufuca, e o senador Weverton Rocha empatam com 7%. Mais abaixo na tabela, a senadora Eliziane Gama e o deputado federal Pedro Lucas Fernandes alcançam 6% cada, seguidos pela deputada estadual Mical Damasceno com 3%, Hilton Gonçalo com 2% e o ex-deputado César Pires com 1%.
Quando os nomes são apresentados aos eleitores em cenários estimulados, a dianteira da dupla se mantém evidente. No primeiro cenário testado, Brandão atinge 23% da preferência, mantendo uma margem segura sobre Roberto Rocha (11%) e Weverton Rocha (9%). Em uma segunda simulação, a liderança é assumida pela emedebista Roseana Sarney, que alcança 18% das intenções, seguida novamente por Roberto Rocha com 12% e Weverton Rocha com 10%. Nomes como André Fufuca e Eliziane Gama mantêm-se em um patamar de estabilidade, oscilando em torno de 8%.



A pesquisa Quaest foi realizada entre os dias 12 e 16 de março de 2026, ouvindo 900 eleitores em 49 municípios maranhenses. Com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%, o estudo está registrado sob o protocolo MA-07211/2026. Os números atuais desenham um quadro de favoritismo para o atual governador e para a ex-governadora, mas revelam um campo aberto e competitivo pelas posições subsequentes na tabela.
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O Instituto Quaest divulgou nesta quarta-feira, 18, pesquisa encomendada pela TV Mirante com intenção de votos para o governo estadual e também para o Senado. Pelos números, há um empate entre os pré-candidatos Orleans Brandão (MDB) e Eduardo Braide (PSD) no cenário espontâneo. O levantamento foi realizados nos dias 12 a 16 de março ouvindo 900 eleitores em 49 municípios maranhenses. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos e o grau de confiança é de 95%. O registro da pesquisa tem protocolo MA – 07211/2026.
No cenário espontâneo (quando não é apresentado o nome do candidato ao entrevistado), tanto o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, quanto o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, alcançaram 15% das intenções de votos. O ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), é citado por 7% dos ouvidos e o vice-governador, Felipe Camarão (PT), 5%.
No quadro comparativo com a pesquisa de outubro de 2025, o pré-candidato que mais cresceu foi o emedebista: 10 pontos percentuais.

Os cenários estimulados mostram vantagem do prefeito da capital. No primeiro, Braide aparece com 35%, Orleans com 24%, Lahesio Bonfim com 11% e Camarão com 7%. Mas se a disputa não tiver Felipe Camarão os números são esses: Eduardo Braide com 37%, Orleans Brandão com 26% e Lahesio Bonfim com 13%.
Já no cenário sem Lahesio Bonfim, Braide alcança 39%, Orleans Brandão, 26% e Felipe Camarão, 9%. Se a disputa não tiver o prefeito de São Luís, o cenário fica com Orleans liderando com 31%, Lahesio com 19% e Camarão com 16%.

Considerando cenários de segundo turno, o prefeito da capital ganharia na disputa em que aparece com o emedebista e com o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes. No cenário com Orleans, Braide alcança 46% contra 33%. Já na disputa com Bonfim, o prefeito de São Luís chega a 52% e Lahesio, 23%.

Outra pergunta entre os questionários da Quaest é sobre a sucessão comandada pelo governador Carlos Brandão (sem partido). Neste cenário, com a pergunta se o governador merece eleger o seu sucesso, 57% dos eleitores disseram que sim, que merece eleger o sucessor. Outros 33% afirmaram que não.

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O Ministério Público Federal (MPF) recomendou que o município adote medidas para regularizar a gestão do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) em Alcântara, com foco em garantir transparência, controle social e aplicação correta dos recursos destinados à educação básica.
A recomendação foi expedida após análise de dados públicos disponibilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que apontaram inconsistências na conta utilizada para movimentação dos valores do fundo.
Fundeb em Alcântara
Segundo o MPF, a consulta ao sistema do TCU identificou que os critérios de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) e a titularidade da conta movimento do Fundeb em Alcântara foram considerados inválidos.
Essas inconsistências podem comprometer o controle adequado dos recursos e dificultar o acompanhamento por órgãos de fiscalização e pela sociedade.
Conta específica é exigência legal
O MPF orienta que o município mantenha uma conta única e específica para o recebimento e execução das despesas do Fundeb.
Essa conta deve ser mantida em instituições financeiras oficiais, como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.
A separação dos recursos é uma exigência legal e evita transferências indevidas e saques em espécie.
Regras para pagamento da folha
A recomendação também trata do pagamento dos profissionais da educação.
Caso a folha salarial seja realizada por outra instituição financeira, a conta utilizada deverá ser exclusiva para os valores do fundo e devidamente registrada no sistema do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (SisCACAS).
Transparência e controle social
De acordo com o MPF, a regularização da conta é fundamental para assegurar maior transparência na aplicação dos recursos públicos.
A medida também fortalece o controle social, permitindo acompanhamento por órgãos de fiscalização, como o TCU, Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb e a sociedade em geral.
O objetivo é garantir que os recursos sejam aplicados corretamente na educação básica e em conformidade com a legislação.
Prazo para adequação
O município de Alcântara tem prazo de 60 dias para adotar as medidas recomendadas.
Após esse período, a gestão municipal deverá informar ao MPF se acata ou não a recomendação relacionada ao Fundeb em Alcântara.
O cumprimento das orientações é considerado essencial para adequação às normas legais e para garantir a correta aplicação dos recursos destinados à educação.
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A Justiça Eleitoral determinou a cassação dos mandatos dos vereadores Antônio Romário, Wemerson de Barros e Francisco Alves Filho, do Partido Verde (PV), no município de Lago da Pedra, por fraude à cota de gênero nas eleições de 2024. Apesar da decisão, os parlamentares permanecem nos cargos até o julgamento final do processo.
Segundo a sentença, os vereadores teriam se beneficiado de uma candidatura fictícia registrada apenas para cumprir a exigência legal mínima de participação feminina nas chapas proporcionais.
Fraude à cota de gênero motivou cassação
De acordo com a Justiça Eleitoral, o partido lançou a candidatura de Solange Vieira da Cruz Bispo sem que houvesse campanha efetiva.
Entre os indícios apontados estão:
Ausência de atos de campanha próprios
Apoio público a outro candidato durante o período eleitoral
Votação inexpressiva, com apenas um voto
Ainda segundo o processo, a candidata teria feito campanha para o próprio cunhado, o que reforçou a suspeita de candidatura fictícia.
Votos anulados e impacto na chapa
Com a constatação da irregularidade, a Justiça Eleitoral declarou nulos todos os votos recebidos pela chapa proporcional do PV.
A decisão resultou em:
Cassação dos diplomas dos vereadores eleitos
Perda dos mandatos vinculados à chapa
Impedimento dos suplentes de assumirem
O entendimento segue posicionamento consolidado da Justiça Eleitoral sobre fraudes à cota de gênero, que prevê a anulação integral dos votos do partido ou federação envolvida.
Caso ainda será analisado pelo TRE-MA
O processo será reavaliado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão e pode chegar ao Tribunal Superior Eleitoral.
Caso a decisão seja mantida nas instâncias superiores, haverá:
Recontagem dos votos
Nova definição dos eleitos para a Câmara Municipal
Até a conclusão do julgamento, os vereadores seguem no exercício dos mandatos.
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