Nelma Sarney coleciona derrotas humilhantes no TJ

Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, no período de fevereiro de 2009 a dezembro do mesmo ano; e Corregedora Regional Eleitoral do Maranhão, entre dezembro de 2007 a fevereiro de 2009, a desembargadora Nelma Celeste Souza Silva Sarney, parece não saber ministrar – na dose certa – o remédio capaz de amansar o Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão (TJ-MA) em favor de seu projeto, semelhante aos feitos durante sua passagem na Corte Eleitoral.
Na selva em que deveria reinar, ela acumula reveses. Não bastasse ser a mais rejeitada da história recente da Corte de Justiça, Nelma virou uma articuladora que desarticula. Bate cabeça com o Pleno, emite declarações desencontradas e desagrada os integrantes do próprio grupo no Palácio da Justiça.
A eleição de hoje foi mais uma dura derrota da desembargadora nos últimos anos. Em outubro, o blog já havia feito o alerta ao fazer uma analise sobre o pleito em que elegeu o atual presidente da Corte de Justiça, desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, para integrar o Tribunal Regional Eleitoral no biênio 2020/2022, mostrando que a vitória era um prenúncio de derrota para Nelma na Corte de Justiça.
Na época, avisei aos aliados dela na imprensa de que usar o argumento de que ‘mais é menos’ ou que ‘meia dúzia não é seis’ evidenciava apenas que eles estavam pressentindo mais uma derrota, que se confirmou como a terceira em menos de três anos.
Assim como em outubro, o placar de hoje serviu para provar mais uma vez o peso do prestígio que o desembargador José Joaquim possui entre seus pares. Além de estrategista, JJ se mostrou um brilhante articulador e fez de um colega de magistratura, o seu novo sucessor.
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