Ruptura entre PDT e PCdoB seria ‘baque’ em Othelino

Uma ruptura entre PDT e PCdoB provocaria um baque sem precedentes na correlação de forças que sustenta o projeto politico do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB). O chefe do legislativo maranhense sempre fez questão de destacar sua amizade e aliança politica com o senador Weverton Rocha, presidente do PDT no Maranhão. O problema, entretanto, é que os pedetistas estão dando sinais que estão cada vez mais distantes do PCdoB, partido por onde Othelino conseguiu renovar o mandato em 2018.

Prova das evidencias de um provável racha entre as siglas governistas, por exemplo, foi à filiação do vereador de São Luís, Paulo Victor, nos quadros comunistas. Após o parlamentar – que é suplente do vereador licenciado Ivaldo Rodrigues – aderir ao Movimento 65, o titular da vaga resolveu reivindicar sua cadeira na Câmara e já deve reassumi-la na próxima segunda-feira. A atitude de Ivaldo, que desde 2017 comandava a Secretaria Municipal de Agricultura (Semapa), foi entendida nos bastidores como um recado do próprio Weverton à cúpula comunista.

Quando são questionados sobre um possível rompimento, todos negam. No entanto, a distância entre PDT e PCdoB é sentida também no apoio dos pedetistas à pré-candidatura do deputado Neto Evangelista (DEM) na capital maranhense, logo depois do próprio comando da legenda pedetista declarar que só considerava apenas à pré-candidatura de Rubens Júnior no PCdoB.

Os sinais do racha entre pedetistas e comunistas já estão mais do que visíveis e o deputado Othelino Neto vai precisar fazer suas escolhas para poder sustentar seu projeto politico em 2022, seja ele qual for.

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