Reforma tributária terá reflexo no pacto federativo

A equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aposta na nova composição do Congresso Nacional para aprovar, ainda este ano, a reforma tributária. A bancada alagoana já se movimenta para as discussões e avalia que a matéria, quando aprovada, terá reflexo maior no pacto federativo. A mudança no sistema – complexo – de impostos do Brasil não será uma tarefa simples, e o Planalto sabe disso, por envolver um emaranhado de problemas que atinge em cheio o cotidiano da população e afeta os interesses (quase sempre) escusos de diversos setores. Os novos presidentes da Câmara e do Senado Federal adiantaram, na semana que passou, que esperam entregar a reforma tributária em até oito meses, necessidade referendada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. O relatório da matéria é esperado para ser entregue ainda este mês, conforme previsão do deputado Arthur Lira (PP).
“Sabemos que precisamos apreciar o projeto da reforma com celeridade, mas, também, com muito cuidado, porque o Brasil é um país muito diverso, com muitas distorções entre os Estados na parte tributária. É necessário simplificar a cobrança de tributos com a unificação de vários impostos, mas proteger todos os Estados, inclusive Alagoas”, informou o presidente da Câmara, ouvido pela Gazeta. Menos empolgado que Lira, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que comanda o Senado, falou à imprensa que as reformas econômicas ansiadas pelo governo federal podem “corrigir distorções” presentes no orçamento da União e aliviar as contas públicas, mas que aprová-la será, talvez, a missão mais complexa do Congresso.
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1 Comment
Helena
fevereiro 16, 02 2021 11:55:12É difícil para o brasileiro honesto engoli o fato de o presidente da Câmara ser alguém sujo moralmente como Arthur Lira, o sujeito só está exercendo o mandato por força de uma liminar, responde a inquéritos no STF, cuja ala garantista jamais vai julgá-lo, é condenado em 2ª instância, conhecido por seu histórico de corrupção; e ainda assim, este é o presidente da câmara federal isso é resultado de uma sociedade apodrecida que não pode cobrá-lo por nada haja vista que ele foi respaldado nas urnas por uma parcela da população cujo apreço pelos corruptos chega ao extremo de garantir mandato nas urnas. O Brasil com essas figuras não tem a mínima chance de ter justiça social.