TCE-MA silencia sobre acusações do esquema de ‘compra’ de vagas

O ditado popular “quem cala consente” sugere que o silêncio de alguém diante de uma situação ou acusação pode ser interpretado como concordância ou aceitação. A expressão, bastante conhecida no país, pode ser usada para definir a situação do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), conselheiro Daniel Itapary Brandão, no escândalo de corrupção que pode abalar as estruturas do órgão.
Após um despacho do ministro Flávio Dino, do STF, ordenando uma investigação da Polícia Federal (PF) para apurar um possível “esquema” de compra de vagas na Corte de Contas maranhense, com benefícios concedidos a conselheiros e aposentadorias antecipadas, tanto o Governo do Estado quanto a Assembleia Legislativa do Maranhão emitiram notas.
O TCE-MA, por outro lado, permaneceu em silêncio durante todo o dia e, até a publicação desta matéria, não havia se pronunciado sobre as graves acusações. Aplicando o adágio “quem cala consente”, que se refere a alguém que não se defende quando é acusado.
Silêncio é consentimento
Diante de graves acusações, é impossível não se manifestar perante a opinião pública, especialmente quando se trata de uma entidade encarregada de supervisionar o uso de recursos públicos. No entanto, o comportamento silencioso e aparentemente sem resposta de Daniel Brandão parece corroborar com as alegações da advogada Clara Alcântara Botelho Machado.
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