Assembleia nomeou financiador do esquema que desviou 13 milhões de prefeitura

Investigado na Operação Geist, da Polícia Federal, o economista Antônio Carlos Braide, apontado como financiado da organização criminosa que teria desviado mais de R$ 13 milhões dos cofres da prefeitura de Anajatuba por meio de fraudes em licitações e contratos, foi nomeado para o cargo em comissão de técnico legislativo da Assembleia Legislativa. O decreto é do dia 04 de fevereiro deste ano, conforme documento em anexo.

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Nomeação de Carlos Braide mostra cada vez mais as ligações de membros da Assembleia com a organização criminosa

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Braide figura na ação criminal com um dos financiadores do esquema criminoso. Ele que também é ex-presidente da Assembleia Legislativa, é pai do deputado Eduardo (PMN).

Apontado como financiador do esquema, Carlos Braide doou R$ 50 mil para campanha do filho

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O próprio filho chegou a receber do pai uma doação de campanha no valor de R$ 50 mil. A contribuição foi feita por meio de depósito em espécie, no dia 24 de outubro de 2014. Não se sabe se a ‘contribuição’ tem alguma ligação com os recursos desviados do esquema.

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O BLOG observou ainda que a nomeação figura, inclusive, como um caso de nepotismo. Mas isso já é outra história para outro post. Aguardem!

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