Atuação de Zé Luiz Almeida faz TJMA liderar produtividade no país

A Justiça do Maranhão consolidou posição de destaque nacional no cumprimento das Metas Nacionais do Poder Judiciário, conforme dados oficiais divulgados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) figurou entre os dez melhores tribunais estaduais do país em todas as metas avaliadas.

Os resultados alcançados decorrem de uma mudança no método de trabalho adotado pela CGJ-MA, comandada pelo desembargador José Luiz Almeida. Segundo o blog do Antônio Martins apurou, a atuação do magistrado no órgão passou a ser estruturada com base em dados e planejamento estratégico.

Nesse contexto, ele instituiu o Núcleo de Inteligência da Corregedoria, responsável por analisar as informações extraídas do Painel de Indicadores da CGJ. A ferramenta não apenas apresenta os indicadores para o cumprimento das metas do CNJ. Além disso, o mecanismo orienta a atuação das unidades judiciais, tornando-se um instrumento de trabalho ágil e eficiente.

O corregedor também instituiu a CAD, Central de Análise e Desenvolvimento, que atua na análise do acervo processual, na identificação de pontos críticos e na proposição de medidas para aprimorar o fluxo de trabalho nas unidades. A atuação é integrada às ações estratégicas da gestão.

Resultado em números

A atuação de Zé Luiz Almeida na CGJ-MA é representada em números. Na Meta 1, que mede a capacidade de julgar mais processos do que os distribuídos no ano anterior, o Maranhão alcançou o 1º lugar nacional, com 119,18%, registrando o melhor desempenho do Brasil.

O judiciário maranhense também liderou a Meta 5, voltada à redução da Taxa de Congestionamento Líquida na fase de conhecimento do 1º grau e dos Juizados Especiais. O índice final foi de 118,19%, garantindo novamente a primeira colocação.

Na Meta 7, direcionada à priorização de processos relacionados aos direitos indígenas e quilombolas, o TJMA atingiu 200% de cumprimento, ocupando o 1º lugar em conjunto com outros três tribunais.

O desempenho também foi expressivo em outras áreas estratégicas. Na Meta 2 (julgamento de processos antigos), o Maranhão ficou em 2º lugar, com 99%. Na Meta 6 (ações ambientais), conquistou o 3º lugar, com 153,04%. Já na Meta 4, referente às ações de improbidade administrativa, alcançou o 4º lugar, com 97,84%.

Em relação à Meta 8, que abrange violência doméstica e feminicídio, o Tribunal ficou em 6º lugar na classificação geral, com 104,41%. No recorte específico de feminicídio, o estado obteve o 2º melhor resultado do país, com 128,74% de cumprimento.

Por fim, na Meta 10, voltada à promoção dos direitos da criança e do adolescente, o Maranhão encerrou o ciclo na 7ª posição nacional, com 105,28%, superando o percentual exigido.

Com a consolidação oficial dos dados pelo Conselho Nacional de Justiça, a Justiça do Maranhão reafirma sua posição como referência nacional em produtividade, eficiência na redução do estoque processual e priorização de temas sensíveis e estratégicos. O desempenho alcançado foi determinante para a conquista do Selo Diamante 2025 do Prêmio CNJ de Qualidade.

Os números podem ser consultados no Painel de Estatísticas do Poder Judiciário, disponível no portal do Conselho Nacional de Justiça, que reúne os percentuais atualizados de cumprimento das metas por todos os tribunais brasileiros.

Sensação de missão cumprida

O desembargador Zé Luiz Almeida concluirá sua gestão à frente da CGJ-MA no mês de abril, porém certamente deixará o posto com a convicção de que cumpriu sua missão. Em um momento em que a corte maranhense enfrenta uma série de situações polêmicas que repercutem a nível nacional, a atuação do corregedor maranhense trouxe um aspecto bastante positivo para os jurisdicionados que necessitam cada vez mais de uma justiça acessível e proativa.

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