
Depois do sucesso da gravação do DVD em Brasilia, Jonas embarca para turnê na Europa. Vão ser quatro apresentações inéditas que começam nesta quinta-feira, dia 31/10 e vai até o domingo, dia 3/11. Na programação, a começar com Odivelas(Portugal) no Pavilhão Multiusos Odivelas, na sexta-feira, dia 1/11 é a vez de The Box em Amsterdam(Holanda), no sábado, dia 2/11 Stadthalle Dietkon em Zurique(Suiça) e, pra finalizar, domingo, dia 3/11 Sant Jordi Club em Barcelona(Espanha).
Pra turnê na Europa um mix de canções que marcaram a carreira, além das bem sucedidas 14 canções, do DVD Jonas Esticado In Brasilia, entre elas, “Com Amor não se brinca”, “Saudade Boa”, “Meu coração pegou ar” ,“Contrário, “Não Era pra eu te amar”, “Moça do Espelho”, “Só Papai”, “Sexta-feira”, e “Vem me amar”- recém lançada de Jonas com um clipe muito real para este mundo virtual. É a chama para reviver em tempos de redes sociais. Esticado apresenta também no set list 5 canções inéditas que vão ser apresentadas na data. A cada lançamento um aliado: Jorge(dupla com Mateus), Felipe Araújo, Matheus e Kauan, respectivamente.
Vale destacar também que Jonas esteve no Villa Mix Lisboa em dois dias do evento. “O público brasileiro e, claro, que, o europeu que mora por lá, tem um carinho muito grande pela nossa música, o nosso segmento. Ir,mais uma vez, é a conectividade entre dois povos e culturas diferentes, aliado a uma boa música. Estou muito feliz em voltar”, finaliza Jonas.
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De todos os desafios que o PCdoB – de longe, hoje, o maior partido do Maranhão – enfrenta nos grandes municípios em relação à disputa por Prefeituras, o mais grave, e de solução mais complicada, é, sem dúvida, o que envolve a Prefeitura de Paço do Lumiar, o terceiro maior município da Ilha de Upaon Açu e o sexto na escala estadual. E a chave é a saúde do prefeito Domingos Dutra (PCdoB), que se transformou num grande mistério, e que tem sido mote de uma “guerra” familiar e que vem tornando incertos o seu retorno ao cargo e à corrida pela reeleição. Se Domingos Dutra, que se encontra em São Paulo em processo de recuperação, retornar ao cenário político com saúde para disputar a renovação do mandato, poucos duvidam de que ele será imbatível. Mas se, por outro lado, ele se recuperar sem poder continuar na Prefeitura nem disputar a reeleição, Paço do Lumiar será palco de uma guerra, a mais dura disputa eleitoral da região, com desfecho rigorosamente imprevisível. O futuro da Prefeitura de Paço do Lumiar é, por essa circunstância, uma preocupação central do PCdoB.
O mosaico de complicações começa com o fato de Paço do Lumiar ser o sexto maior município maranhense, que abriga mais de 120 mil habitantes e tem importância política destacada na Ilha. Depois, o município vinha sendo comandado pelo PCdoB, garantindo hegemonia governista na Ilha. E, mais importante, a Prefeitura estava sob o comando de Domingos Dutra, 63 anos, um dos mais destacados, respeitados e ativos membros da esquerda no Maranhão. À frente de uma gestão aguerrida e inovadora, ao mesmo tempo controversa devido à forte presença da primeira-dama Núbia Dutra – uma advogada de personalidade forte -, e bombardeada impiedosamente por adversários, e na qual vinha tentando dar respostas a cobranças que ele próprio fizera durante décadas, Domingos Dutra caminhava com segurança para a reeleição. Essa tendência e a situação administrativa sofreram reviravolta dramática na noite de 23 de julho, quando o prefeito sofreu um AVC, dando lugar à sua vice, Paula da Pindoba (Solidariedade).
O que se seguiu foi um enredo impressionante: reviravolta administrativa, guerra familiar com lances inacreditáveis, e um quadro que começou a ser desenhado na semana passada, com a remoção do prefeito, já lúcido e aparentemente em franca recuperação, de São Luís para São Paulo. A saúde do prefeito licenciado é o elemento chave para a corrida pela Prefeitura de Paço do Lumiar. E a motivação política geral é o poder de fogo daquela estrutura municipal, que neste ano teve suas contas irrigadas com nada menos que R$ 995 milhões em transferências (FPM, Fundeb e outras rubricas menos importantes), o equivalente a R$ 99,5 milhões por mês.
A dramática situação de Domingos Dutra acendeu o pavio de uma bomba no PCdoB, que de repente se deparou com a possibilidade de perder o controle de uma Prefeitura chave no seu projeto de poder. Uma situação mais agravada ainda pelo fato de ser Domingos Dutra, mais que um prefeito, um militante com amplitude de ação – foi um dos fundadores do PT -, um quadro que sempre foi muito além do mero interesse partidário, que tem na sua trajetória um lastro enorme e sólido de comprometimento com as lutas sociais e as campanhas da esquerda, sendo um dos políticos mais bem-sucedidos da sua geração. Seu afastamento do cenário transformou a corrida sucessória de Paço do Lumiar numa espécie de Babel de candidatos, na qual aparecem a prefeita interina Paula da Pindoba, o ex-prefeito Gilberto Aroso – que não pode ser candidato – Fred Campos, Inaldo Pereira, Karla Maria, Inácio Ferreira, Fábio Rondon e outros mais, gerando ambiente de incertezas quanto ao futuro do sexto maior município do Maranhão.
O fato concreto e indiscutível é que, por mais que se doure a pílula em relação ao prefeito Domingos Dutra, a impressão mais forte no momento é a de que Paço do Lumiar caminha para ser palco de uma guerra fratricida pelo poder, quebrando uma normalidade promissora que ali aterrissou com a eleição do ex-deputado federal em 2016. O PCdoB se prepara para ela.
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A crise que está debulhando o PSL nacional, com o grupo ligado ao presidente Jair Bolsonaro tentando destronar o fundador e presidente do partido, o deputado federal pernambucano Luciano Bivar, deve acirrar a queda de braço pelo controle da agremiação no Maranhão.
No plano nacional, está claro que o presidente Bolsonaro e seu grupo querem mesmo é controlar o caixa da legenda no ano que vem, que será, como agora, o mais gordo de todos os partidos com representação no Congresso Nacional: R$ 102 milhões do Fundo Partidário e 150 milhões do Fundo Eleitoral, num total de R$ 252 milhões.
Com um prefeito, um deputado estadual e alguns vereadores, o braço maranhense recebe cerca de R$ 100 mil por mês, o que dará o total de R$ 1 milhão em 2019, segundo uma finte do partido. No ano que vem, esse valor deverá subir para R$ 120 mil mensais do Fundo Partidário e será reforçado com pelo menos R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral, totalizando uma irrigação de R$ 4,5 milhões na conta do PSL maranhense durante o ano das eleições municipais.
O grupo bolsonarista do PSL maranhense não anda nem um pouco conformado com a permanência do vereador Chico Carvalho na presidência do partido, cargo que mantém há mais de uma década. Aliado de Luciano Bivar, Chico Carvalho está, como ele, determinado a resistir até o último cartucho. E com uma vantagem: os bolsonaristas do PSL maranhense são amadores demais.
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Ao falar do ‘racha’ na bancada maranhense na Câmara Federal que ainda não conseguiu fechar um acordo que permitiria a divisão do bolo de R$ 247 milhões que os deputados federais receberão em emendas parlamentares, o senador Weverton Rocha (PDT), disse em entrevista ao programa “Ponto e Vírgula”, da Rádio Difusora FM, que um possível boicote na maioria dos parlamentares de Oposição, prejudicaria o Maranhão.
Senador pedetista, entretanto, citou os casos do deputado João Marcelo (MDB) e do senador Roberto Rocha (PSDB), que mesmo adversários do Governo Flávio Dino, “não puniram o povo” do Maranhão negando o acordo.
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Enquanto a Assembleia Legislativa inteira se mobilizou num grande acordo para garantir R$ 4,2 milhões – cada deputado cedeu R$ 100 mil das suas emendas parlamentares – para conter a crise financeira que estava desativando serviços importantes no atendimento a doentes com câncer no Hospital Aldenora Bello (HAB), a bancada maranhense na Câmara Federal não conseguiu fechar um acordo que permitiria a divisão do bolo de R$ 247 milhões que os deputados federais receberão em emendas parlamentares. A preocupação geral com a situação do HAB, referência regional no tratamento contra o câncer, fez com que os deputados estaduais esquecessem as diferenças políticas. Já os deputados federais de Oposição ao Governo do Estado decidiram marcar posição política e dizer “não” à proposta de acordo pela qual R$ 121 milhões seriam destinados à saúde, obras rodoviárias por meio do DNIT, construção de canais em São Luís via Codevasf e verba para instalação de internet nas escolas, e os demais R$ 126 milhões seriam divididos para os 18 deputados, destinando R$ 7 milhões para cada um aplicar em sua base.
Os deputados André Fufuca (PP), Bira do Pindaré (PSB), Cléber Verde (PRB), Gastão Vieira (Pros), Gil Cutrim (PDT), João Marcelo (MDB), Juscelino Filho (DEM), Márcio Jerry (PCdoB), Pedro Lucas (PTB) e Zé Carlos (PT) foram favoráveis ao acordo, enquanto que Aluísio Mendes (PSC), Eduardo Braide (PMN), Edilázio Júnior (PV), Hildo Rocha (MDB), Josimar de Maranhãozinho (PL), Júnior Lourenço (PL), Marreca Filho (Patriota) e Pastor Gildenemyr (PL) se posicionaram contra.
Esse “racha” na bancada federal não surpreende. Ele é fruto das profundas diferenças políticas que marcam o cenário político no estado, ainda alimentado pelo choque permanente das forças agora lideradas pelo governador Flávio Dino (PCdoB) e o que restou do sarneysismo, que não tem um único líder, mas que atua em várias frentes depois de haver perdido o poder nas eleições de 2014 e encolhido mais ainda nas de 2018. E quando o que está em jogo são recursos oriundos de emendas parlamentares, as diferenças ganham ares de guerra, já que boa parte dos deputados depende desses recursos para se manter em evidências nas suas bases eleitorais. É difícil, portanto, articular um acordo por meio do qual deputados federais abram mão do controle absoluto dos seus recursos de emendas, para destinar parte da sua fatia de recursos a áreas específicas, como educação e saúde, por exemplo. O parlamentar, via de regra, prefere ele próprio destinar recursos para a construção de uma escola do que juntá-los num bolo para financiar um programa escolar. A escola construída lá no povoado com recursos por ele viabilizados lhe dá muito mais visibilidade. Daí a lógica que os parlamentares de Oposição usam para se posicionar contra acordos dessa natureza.
Além do mais, os integrantes da bancada maranhense na Câmara Federal já estão mergulhados nas tensões pré-eleitorais relacionadas com as eleições municipais do ano que vem, quando as suas bases irão às urnas eleger prefeitos e vereadores. Trata-se de eleições decisivas para deputados federais, que nesse processo elegem aliados para Prefeituras e Câmaras Municipais, reforçando suas bases, ou perdem apoio com a derrota dos seus parceiros e comprometem seu futuro político. Os recursos de emendas são, portanto, fundamentais para a sobrevivência da grande maioria dos deputados federais, o que explica esse embate a favor e contra a divisão do bolo dos recursos
O prazo para se alcançar um acordo terminaria ontem, mas os articuladores pediram até terça-feira (29) para mais uma tentativa de reverter o cenário. A expectativa é a de que não haverá acordo, a começar pelo fato de que se trata de uma guerra pela sobrevivência.
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