A parceria Secretaria Municipal de Educação e Departamento de Esportes da Prefeitura de Santa Inês realizou na manhã da última sexta-feira, o Congresso Técnico dos Jogos Escolares de Santa Inês, versão 2015. O encontro reuniu diretores e responsáveis pelos setores de esportes das escolas da zona urbana e também dos povoados do município.
O Congresso Técnico é o momento de apresentar a lista das categorias que serão disputadas; explicar sobre o regulamento, checar documentação e tirar as últimas dúvidas a respeito dos Jogos, que prometem ser dos melhores já realizados em Santa Inês.
De acordo com o diretor do Departamento de Esportes da Prefeitura, Edeilson Oliveira (Gafanhoto), este ano 34 escolas participarão desta que é a 27ª versão dos jogos em Santa Inês. “Teremos cerca de 1.800 atletas participando em várias modalidades. Para isso, temos todo o apoio da Prefeitura, através do prefeito Ribamar Alves”.
Participando da coordenação dos Jesi, o diretor-adjunto de Educação, Luís Silva, explica que pela primeira um povoado sediará partidas dos jogos. “Estaremos descentralizando algumas modalidades, onde teremos o povoado São João dos Crentes como sede regional da zona rural”, enfatizou ele.
O prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves, diz que a valorização do esporte nos bairros e principalmente nas escolas está no seu Plano de Governo. “Por isso não abrimos mão de realizar os JESI, dando todo o suporte necessário tanto na zona urbana como nos povoados. Pois entendemos que a escola tem uma participação fundamental na vida dessas crianças e o esporte praticado com disciplina só engrandece esse processo”, ressalta o prefeito Ribamar Alves.
Um dos sobreviventes do assalto a uma casa de veraneio localizada na Praia de Ponta Verde, em Panaquatira, em São José de Ribamar, onde cinco pessoas acabaram sendo mortas, no último sábado (23), quebrou o silêncio e revelou o que fez para sobreviver ao ataque dos seis criminosos que participaram da ação que durou pelo menos 15 minutos.
A vítima preferiu não se identificar, mas contou em detalhes toda a ação dos bandidos. Ainda muito abalado com a tragédia que culminou na perda de muitos amigos, ele revelou que os criminosos chegaram ao local anunciando o assalto e atirando.
“Os caras chegaram do nada, acho que eram sete. Vieram três por um lado e resto pelo outro e os caras chegaram atirando. Eu fui o primeiro a ser atingido por um tiro na cabeça, me fingi de morto para não acabar sendo uma tragédia maior”.
Mesmo ferido e caído ao chão, o rapaz testemunhou todo o desenrolar da tragédia que chocou a capital maranhense pela violência aplicada pelos criminosos.
Após o ataque ter sido iniciado pelos criminosos, o policial militar Max Muller atirou e alvejou três suspeitos antes de ser morto, segundo disse a testemunha.
“O policial que estava presente, particularmente foi o herói. Ele atirou e acertou três bandidos que vinham por um lado, mas os outros que vinham por outroparte acertaram ele. Ai ouvi o bandido dizendo que era para matar matar todo mundo. Foram uns 40 tiros mais ou menos. Só pararam de atirar quando acabou a munição disso não tenho dúvida”.
Execuções
Ainda com a bala alojada na cabeça, o jovem não consegue esquecer o momento em que os amigos foram alvejados de forma covarde pelos criminosos. Com muita riqueza de detalhes, revelou o posicionamento de cada uma das vítimas no momento do ataque. 
Segundo disse, Alison, Alexandro, Cadu estavam na piscina quando tudo começou e acabaram sendo alvos fáceis. A jovem Ananda estava ao seu lado quando foi atacada.
“Deram oito tiros no Alison. Atiraram também no Alexandro, na cabeça. O Cadu estava na piscina, mas o tiro pegou de raspão. A menina que se encontrava ao meu lado, a ruiva, deram quatro tiros nela entendeu? Foi uma tragédia, uma coisaque não tem explicação”.
Tensão e medo
O sobrevivente disse ter vivido ‘momentos horriveis’ e admitiu ter achado que iria morrer ali. Para ele a fé em Deus foi essencial para sair com vida daquele cenário de carnificina.
“Foram momentos horriveis porque eu tava deitado quieto, orando para Deus para ninguém vir atirar de novo em mim. E olhando essa situação e ouvindo baruho de tiros para todos os lados. Achei que ia morrer cara, que nunca mais ia ver minha familia.
Mesmo ferido, o rapaz disse ter presenciado o momento em que uma das vítimas do atentado conseguiu correr e voltar com ajuda.
“Eu presenciei tudo, pois estava com os olhos abertos olhando tudo que estava acontecendo. Teve um rapaz que conseguiu fugir para o mato, que foi esse que me salvou. Ele voltou e conseguiu pegar o carro e me levar para o hospital”.
Entenda o caso
Na noite do último sábado (23), seis homens armados invadiram uma festa que acontecia em uma casa de veraneio, na Praia de Ponta Verde, em Panaquatira. O policial militar Max Muller Rodrigues de Carvalho, de 27 anos, reagiu e trocou tiros com os invasores.
Morreram o PM Max, a estudante universitária Ananda Brasil, 20, o produtor musical Alexandro Carvalho, o Cachorrão, 36, o suspeito Josinaldo Aires da Costa, o Nau, e um segundo suspeito, que ainda não foi identificado.
Ficou ferido Alison Fonseca, 28, que estava na festa. Ele foi atingido com oito tiros e está internado em estado estável em um hospital da capital maranhense.
Fonte: G1 Maranhão
Por volta das 22h desta Segunda-feira (25), um casal fazia caminhada na Av. Lourival Barbosa quando próximo ao Supermercado ABV foram surpreendidos por um desconhecido que colocou a mão na cintura como se estivesse armado e anunciou o assalto.
O ladrão exigiu que as vitimas entregassem celulares e carteira, o casal então começou a passar os pertences para o assaltante quando a vitima, um homem de (25) que seria lutador de jiu-jítsu percebeu que o acusado não estava portando nenhuma arma e reagiu.
O acusado identificado como Daniel Alves Dias (28), foi imobilizado pela vitima, e entregue aos policiais militares que chegaram ao local.
A vitima teve escoriações no joelho devido a luta com o ladrão. Daniel foi encaminhado ao hospital de Rio Brilhante para receber atendimento medico e depois foi levado pra delegacia. O caso foi registrado como roubo na forma tentada.
Uma portaria assinada pela delegada Lissandra de Fatima Rocha Levy, titular da Delegacia de Defraudações, restringe o acesso de advogados aos autos de inquéritos, mesmo não sigilosos.
O documento destaca que o agendamento para primeiro atendimento serão apenas às terças e quintas-feiras, sendo quatro por dia, dois pela manhã e dois pela tarde.
Datado de 28 de abril de 2015, a portaria impede por consequência que os profissionais da área jurídica desempenhem a sua função com liberdade e de forma democrática.
“A consulta sobre andamento de inquéritos policiais, investigações preliminares ou chegada de laudo apenas às quartas-feiras, no horário das 09:00 às 12:00. À medida que o quadro de funcionários do cartório seja reposto, as datas e os horários acima serão modificados”, diz trecho do documento.
A Justiça do Maranhão ordenou que a construtora Franere devolva a um consumidor a quantia de R$ R$7.161,58, em decorrência de uma comissão de corretagem cobrada indevidamente em uma negociação de compra de imóvel.
No julgamento do processo, o colegiado seguiu entendimento do desembargador Raimundo Barros, relator do processo, que não encontrou no ordenamento jurídico qualquer previsão legal para responsabilização do consumidor pelo pagamento da taxa de corretagem.
Em sua defesa, a Franere argumentou que a taxa estaria dentro da legalidade e que a mesma estaria prevista no artigo 725 do Código Civil, tendo em vista que a negociação teria sido realizada por uma imobiliária. Alegou também que no ato da negociação o cliente tomou ciência da sua responsabilidade quanto ao pagamento da corretagem.
Os argumentos da empresa não convenceram o desembargador Raimundo Barros, que apontou a inaplicabilidade e ilegalidade da cobrança, enfatizando ainda que a celebração do contrato ocorreu diretamente no stand da construtora, sem a comprovação de que a imobiliária intermediou a negociação.
O magistrado afirmou que o pagamento da comissão sem prévia negociação ofende frontalmente as disposições do Código de Defesa do Consumidor .