A abertura de novos financiamentos para cursos do ensino superior pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) dependerá da disponibilidade orçamentária. “Estamos esperando a definição do Orçamento para ver como fica o segundo semestre”, disse o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro.
O Fies registrou 252.442 novos financiamentos neste semestre, que movimentarão R$ 2,5 bilhões. “Nós estamos na expectativa da definição do Orçamento e não posso afirmar, neste momento, se [haverá] e qual será o montante de recursos para uma segunda edição neste ano”, disse o ministro.
Os cortes no Orçamento de 2015 serão definidos pela presidenta Dilma Rousseff, que avaliará as prioridades de cada ministério para decidir os recursos contingenciados em cada área. Além de assinar os novos contratos, o MEC comprometeu-se a renovar os contratos vigentes, que somam 1,9 milhão. Para isso, serão necessários pelo menos R$ 15 bilhões este ano.
Em relação aos critérios de classificação usados nesta edição, o ministro disse que isso está sendo avaliado, mas que deverão ser mantidos. Os candidatos tiveram que alcançar pelo menos 450 pontos na média das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e tirar nota superior a 0 na redação. Além disso, os cursos mais bem avaliados pelo MEC ganharam a condição de prioritários.
“Nós vamos estudar, porque a mudança de critérios para esta edição trouxe vantagens. O número de cursos de mais alta qualidade, os cursos de nota 5, passou de 8% para 20% do total. Temos cerca de 50 mil financiados pelo Fies que estão em cursos muito bons, nota 5. Pelo critério anterior teríamos apenas 20 mil”, explicou o ministro.
Em 2016, ele garante que haverá abertura para novos financiamentos, mas ainda não há previsão de recursos. O Fies oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior a juros de 3,4% ao ano. O estudante começa a quitar o financiamento 18 meses após a conclusão do curso. O programa acumula 1,9 milhão de contratos e abrange mais de 1,6 mil instituições.
A mineradora Vale aprovou recursos da ordem de R$ 2.100.000,00 (dois milhões e cem mil reais), para projetos apresentados pela Prefeitura Municipal de Santa Rita, em 2013. Os convênios foram firmados por meio do Consórcio dos Municípios da Estrada de Ferro Carajás – COMEFC, conforme documento obtido com exclusividade pelo blog.
De acordo com as informações, o município administrado pelo prefeito Antônio Cândido Ribeiro, o Tim (PRB), teria sido beneficiado com projetos para construção de três unidades de ensino e a construção de três sistemas de abastecimento de água [poços artesianos].
Dentre as comunidades de Santa Rita beneficiadas com a construção das escolas estão os povoados de Sitio do Meio, São José do Enfezado e a Sede. Palmeiras, São Raimundo da Felicidade e Pedreiras seriam contemplados com os sistemas de abastecimento de água. No total, mais de 5 mil pessoas seriam beneficiadas com os investimentos nessas localidades.
Três anos depois, o prefeito Tim ainda não prestou contas dos investimentos. E a realidade que o blog constatou no início desta semana é de assustar. No Residencial ‘Cinco Estrelas’, por exemplo, onde deveria ser construída uma escola, não conseguimos localizar nenhum operário no local que deveria ser um canteiro. Inconclusa e sem resquício de que a obra terá continuidade, a mineradora resolveu agir por conta própria: começou a construir a escola com duas salas na referida comunidade.

Abandonada desde 2013, Vale resolveu construir escola que prefeito não fez
Enrolado com denúncias de corrupção, o prefeito santa-ritense não consegue explicar o que fez com os recursos que deveriam beneficiar as comunidades com os investimentos frutos de convênios com a Vale. Na próxima semana o blog vai trazer mais detalhes sobre a inadimplência de convênios em Santa Rita. Aguardem!
Um estudante, que ainda não foi identificado, foi baleado durante um assalto dentro de um ônibus, na região da Cohab, em São Luís (MA). Segundo informações de testemunhas, o homem atirou no jovem logo após roubar o celular dele.
O crime aconteceu nas proximidades da Maternidade Marly Sarney, dentro de um coletivo que faz linha para o bairro Turu. Profissionais do hospital realizaram os primeiros socorros. A polícia foi chamda e isolou a área.
Violência no transporte coletivo
Onze ônibus foram assaltados nos dois últimos fins de semana de São Luís. Nesse domingo (3), os assaltos aconteceram nos bairros Tibiri, João Paulo, Centro, Cohab e Vila Embratel. Em todas as ocorrências, foram levados os pertences dos passageiros e a renda dos coletivos.
No dia 26 de abril, foram registradas seis ocorrências de assalto a ônibus no Plantão Central do Parque Bom Menino. Os assaltos aconteceram nos bairros Vila Nova, Areinha, Olho d’Água, Portinho e Ipase.
Fonte: G1 Maranhão
A partir de designação da procuradora-geral de justiça, Regina Lúcia de Almeida Rocha, e do corregedor-geral do Ministério Público do Maranhão, Suvamy Vivekananda Meireles, os promotores de justiça Vicente Gildásio Leite Júnior e Williams Silva de Paiva (titulares da 2ª e 4ª Promotorias de Justiça de Caxias) iniciaram a investigação a respeito de quatro mortes ocorridas no dia 18 de abril no Hospital Macrorregional Alexandre Mamede Trovão, em Coroatá.
Os promotores de justiça juntam-se à promotora de justiça Patrícia Pereira Espínola, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Coroatá, na apuração dos fatos. De acordo com informações divulgadas na imprensa, as mortes teriam sido ocasionadas por falhas no sistema de fornecimento de oxigênio aos pacientes da UTI do hospital. O fato foi negado, em nota, pela Secretaria de Estado da Saúde.
Além das notícias na imprensa, o Ministério Público recebeu, em 28 de abril, uma representação assinada por vereadores do município, na qual solicitam a investigação das mortes.
As primeiras medidas tomadas pelos promotores foram a requisição das cópias integrais dos prontuários médicos dos pacientes falecidos no dia 18, dando prazo de cinco dias à direção do hospital, e uma inspeção ao hospital, realizada na última quinta-feira, 30.
Durante a visita, os promotores de justiça ouviram o diretor clínico do Hospital Macrorregional de Coroatá, José Rodrigues Pereira, e o diretor administrativo, Francisco Carvalho Brandão, além de quatro usuários dos serviços, escolhidos aleatoriamente.
De acordo com os diretores, não houve qualquer tipo de interrupção ou diminuição no fornecimento de oxigênio aos pacientes no dia 18 de abril. Eles negaram, também, que tenha havido falha no fornecimento de energia elétrica, ressaltando que o hospital possui gerador de energia sobressalente para esses casos. Ainda segundo eles, a empresa responsável pelo fornecimento do oxigênio mantém quatro técnicos para o acompanhamento do serviço, em regime de revezamento.
Os pacientes e familiares ouvidos mostraram-se satisfeitos com o atendimento recebido no hospital e não relataram conhecimento sobre qualquer problema relativo ao fornecimento de oxigênio aos pacientes.
Uma caminhonete perdeu o controle na Via Expressa em São Luís, e acabou colidindo contra um poste no início da tarde desta segunda-feira (4). Segundo informações do motorista da caminhonete, Nonato Belém, o acidente aconteceu no momento em que ele estava indo deixar o seu filho na faculdade.
Ele acrescenta que após perder o controle do carro ele decidiu subir o canteiro para não poder bater em ninguém. “Eu fui deixar o meu filho na faculdade e estava dirigindo com calma. Eu perdi o controle nem sei como e para não bater em ninguém eu desviei, subi o canteiro e bati no posto”, desabafa o motorista.
Apesar do susto, ninguém saiu ferido do local do acidente. Duas equipes da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) já estão no local reorganizando o trânsito que ficou lento após a colisão.