Cabe a Paulo Velten moralizar o judiciário maranhense

Quando foi eleito presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão para o Biênio 2022/2024, o desembargador Paulo Sérgio Velten Pereira afirmou, em entrevista à TV Assembleia, que o poder judiciário maranhense seguirá comprometido em prestar a melhor “jurisdição possível” par assegurar aquilo que seria direito de todos.
Ocorre, entretanto, que o chefe do Judiciário maranhense não vem conseguindo manter a coerência entre o discurso e a pratica. Na última sexta-feira, o seu vice-presidente, desembargador Ricardo Duailibe criou um “monstro jurídico” com uma decisão ilegal.
Conforme já destacamos, ao deferir pedido de contracautela com base em suspensão de liminar, Duailibe ignorou despacho do seu colega Cleones Cunha e acabou agindo de má-fé ‘prejudicando justamente o direito’ de um jurisdicionado.
O caso em questão envolve o litigio sobre o repasse de manutenção entre a Prefeitura e a Câmara Municipal de Turiaçu. Para a “aplicar a lei e fazer justiça”, a defesa do legislativo turiense ajuizou um pedido de reconsideração para buscar um remédio capaz de curar o mal-intencionado.
Agora, espera-se que Paulo Velten possa cumprir a promessa de moralizar o sistema judiciário no estado, que vive um processo de metamorfose. Além do desafio de moralizar a estrutura da justiça, Velten também precisa garantir a imagem de sua própria biografia.
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