Exata acende alerta na corrida eleitoral em São Luís

A mais recente pesquisa Exata sobre a corrida sucessória em São Luís ligou sinal de alerta no centro e nas duas pontas do pelotão de aspirantes. Primeiro, apontou que o favoritismo do deputado federal Eduardo Braide (Podemos), que aparece na liderança absoluta com 40% das intenções de voto, não é tão sólido quanto aparentou nos primeiros levantamentos. Segundo porque, com 1% das preferências, o deputado federal Rubens Júnior (PCdoB) precisa ter seu projeto turbinado. E terceiro porque no centro do pelotão pré-candidatos o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB), com 12% das preferências, não está fora do páreo e mede força com o deputado estadual Duarte Júnior (PCdoB) é o 3º colocado com 11% das intenções de voto. No mesmo cenário aparecem ainda o deputado estadual Neto Evangelista (DEM) empatado com o deputado federal Bira do Pindaré (PSB), ambos com 6%, seguidos do vereador Osmar Filho (PDT) e do deputado estadual Adriano Sarney (PV), ambos com 3%, e do deputado estadual Yglésio Moises (sem partido) alinhado com o radialista Jeisael Marx (Rede) os dois com 1%. E vale destacar que a soma de brancos, nulos e indecisos alcança 15%.

Qualquer avaliação equilibrada e isenta desse cenário concluirá que, ainda que lidere com ampla folga, Eduardo Braide já não desfruta de cacife para liquidar a fatura no 1º turno, como previram outras pesquisas – em uma delas apareceu com 65% das intenções de voto.  Agora, seu cacife é de 40%, o que já não lhe daria vitória em turno único. A perda de intenções de voto por Eduardo Braide é reflexo direto do surgimento de outros candidatos, todos eles com potencial de crescimento, o que pode comprometer seriamente o seu favoritismo. E com um dado agravante: a baixa se dá a pouco mais de 10 meses da eleição, quando a lógica política indica que esse é um momento de crescimento, e a experiência relata que quem perde pontos nesse momento dificilmente os recupera.

Na outra ponta da linha, o deputado federal Rubens Júnior, um dos nomes do PCdoB incluído na disputa, aparece com 1% das intenções de voto, repetindo performance encontrada por outros levantamentos. Secretário das Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Júnior tem consistência política, conta com o incentivo do partido e, para analistas da base governista, pode deslanchar. O problema é que a eleição está marcada para daqui a pouco mais de 10 meses, um período não muito folgado para se decidir uma candidatura num campo de batalha tão minado como o de agora. Pode ganhar musculatura se for definido candidato do Palácio dos Leões até janeiro.

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