Itaú acionou presidente da Câmara de Paço do Lumiar por calote em empréstimo

Marinho do Paço foi acionado por suposta calote em empréstimo com o Itaú

Dívida de empréstimo bancário que soma mais de R$58.949,80 levou o Itaú Unibanco S.A a entrar com ação pedindo a execução de título extrajudicial de seu devedor. O crédito bancário para capital de giro não pago foi feito no dia 01 de fevereiro de 2011 pela empresa A. Reis Guimarães cujo razão nome de fantasia é Fortal Distribuidora Comércio Representação e Serviços – de propriedade do vereador Arquimário Reis Guimarães, o Marinho do (Pros), presidente da Câmara de Paço do Lumiar, município localizado na Região Metropolitana de São Luís.

O caso, mostrando ontem pelo blog, foi levado à Justiça depois que a instituição bancária determinou o pagamento dos valores em pelo menos três situações. Diante da evidência de calote, a justiça chegou a expedir despachos judiciais ordenando que o chefe do legislativo luminense inadimplente pagasse a dívida, sob pena de penhora de seus bens.

Transcorridos o primeiro despacho, Marinho não teria devolvido nada do valor retirado no banco e, por meio de embargos, ele ainda conseguiu adiar o pagamento até obter o arquivamento do processo.

Marinho fez a esposa Luciana Oliveira virar caloteira.

PRISÃO POR FURTO DE ENERGIA
Não é a primeira nem a segunda vez que o vereador Marinho do Paço se envolve em escândalos. Além está sendo investigado por desvio de dinheiro público na prefeitura de Santa Quitéria, de ser acusado de calote em empréstimos contraído em banco, o parlamentar que é alvo de vários processos na Justiça do Trabalho por irregularidade trabalhista em sua empresa, também se envolveu em outras polêmicas.

Em fevereiro do ano passado, por exemplo, a sua esposa Luciana Oliveira Campos, chegou a ser presa por Policiais da Delegacia de Investigações Criminais (Seic)  sob acusação de furto de energia.

>>Presidente da Câmara de Paço do Lumiar é investigado por desvio de dinheiro público

O blog teve acesso ao inquérito.  O documento diz que Luciana, proprietária do Lava Jata ‘Jatão do Paço’, localizado no Loteamento Paranã II, em Paço do Lumiar, vinha praticando furto de energia há algum tempo. Ela chegou a ser notificada pela Companhia Energética do Maranhão (Cemar), mas continuou praticando o crime.

“Quando chegamos ao lava jato, constatamos o furto de energia. Havia uma ligação direta com a rede que não passava pelo registro. Com isso foi dada voz de prisão e ela foi autuada em flagrante”, declarou o delegado Thiago Bardal, da Seic à época da prisão.

Como o crime é afiançável, a esposa do vereador pagou R$ 5 mil de fiança e foi liberada, depois de autuada em flagrante. O inquérito foi encaminhado para o judiciário, sendo que ela continua respondendo o processo em liberdade. O crime de furto de energia está previsto no artigo 155 do Código do Processo Penal. A pena de reclusão pode chegar a quatro anos.

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