Assaltante grava vídeo para pedir voto em Venancinho

Alessandro Moraes foi preso em 2017

O assaltante Alessandro Santos Moraes, preso pela Polícia Militar no dia 05 de fevereiro de 2017, logo após ter praticado um assalto nas proximidades no município de Rosário, postou um vídeo nas redes sociais no qual pede votos para o ex-prefeito de Bacabeira, José Venâncio Correa Filho – o Venancinho (DEM).

“Confuso? Não! Quem disse? Já estou decidido! Fui apenas pegar meu dinheiro, desviado da pandemia. E olha minha gente, toma cuidado, viu? Que a federal tá voltando”, diz o meliante no vídeo

Despois que a gravação vazou nos grupos de aplicativos de troca de mensagens da região, a sociedade bacabeirense passou a tomar conhecimento das presepadas do fiel eleitor de Venancinho.

Segundo auto de prisão em flagrante ao qual tivemos acesso, Alessandro foi enquadrado por prática de conduta que se amolda ao tipo do artigo 157, § 2º, II do Código Penal.

De acordo com as informações com base em depoimento da vítima, o fato ocorreu na data acima mencionada, na rodoviária do município rosariense, oportunidade em que Alessandro pediu para a vítima levá-lo em Bacabeira.

Acontece, entretanto, que chegando na cidade bacabeirense, o eleitor de Venancinho foi até o bar da Lenir, mas quando retornou um elemento identificado pela alcunha de Cachorro Magro, anuncia o assalto e leva da vítima uma moto Titam 160, na cor branca, Placas PSK-6411, conforme inquérito em anexo.

Após praticarem o assalto, a polícia conseguiu prender apenas Alessandro que foi colocado em liberdade depois do pagamento de fiança. O caso seguia sem instauração de inquérito ou mesmo de ação penal voltada à apuração dos fatos, mas o assaltante resolveu aparecer para alertar os eleitores sobre a Polícia Federal, porém, pode ser a própria Policia Civil que pode bater a sua porta para encaminhar seu mandado de prisão, assim que a denúncia for formulada à Justiça pelo órgão ministerial.

DOCUMENTO
Clique aqui e baixe o processo do caso

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Derrota de Evangelista pode ir pra a conta de Weverton

Juscelino Rezende também pode ser responsabilizado com o vexame

Disputar uma eleição em São Luís nunca é fácil. Mas não é impossível vencer. Tanto que, em 2012 e 2016, o prefeito Edivaldo venceu nos dois pleitos que disputou. No entanto, nos dois casos, os cenários políticos eram outros. No pleito deste ano, se viu uma divisão no grupo governista e ataques multos entre os principais postulantes. Mas, de todos os que buscam a principal cadeira do Palácio de La Ravardière a pior situação é a de Neto Evangelista.

O insucesso do democrata que desde o início da campanha vem figurando na terceira colocação em pesquisas de institutos sérios e de credibilidade, se devem a uma série de fatores. Uma delas é o desgaste que o PDT, que já comanda a prefeitura há quase três décadas, sofre. Outro impeditivo é a presença do MDB de Roseana em seu palanque.

Neto também sofre com a falta de apoio do governador Flávio Dino e do prefeito Edivaldo, que mesmo filiado ao PDT, ignora sua candidatura. Ou seja, o terceiro lugar nas pesquisas passou diretamente pelas escolhas equivocadas que o democrata fez. O vexame, entretanto, não será dele. A iminente derrota de Neto no próximo domingo, dia 15 de novembro, pode ir parar na conta do arrogante senador Weverton Rocha, dono do PDT no Maranhão e do prepotente deputado Juscelino Rezende, presidente do DEM no estado.

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Boatos e denúncias marcam a reta final das eleições

A três dias para a eleição, boatos, especulações, fuxicos e conjecturas vão se acelerar na corrida nos 217 municípios maranhenses. Em cada esquina, torcedores fanáticos, como no futebol, espalharão nas rodas conversas de trancoso em que nem pescador acredita. Fofoqueiros de plantão, alguns remunerados, vão inventar cochichos que até os autores desconfiarão.

Nos bancos das praças, os linguarudos farão a festa. “Sabe o que estão dizendo do candidato que não vai ganhar a eleição?” – pergunta um, como se fosse o maior segredo. Outro conta que viu, com os próprios olhos, um dos favoritos, pela madrugada, entrando na casa do “amigo” com um saco de dinheiro.

Pesquisa DataM virou uma piada sem graça em São Luís

Instituto que aponta 2º turno entre Braide e Neto Evangelista errou por 10 pontos ao apontar vitória de Edivaldo Jr no 1º turno em 2016

Anunciar percentual de pesquisa em São Luís virou piada sem graça, visto que, exceto os contratantes, ninguém mais acredita – embora haja algumas sérias.

A do Instituto Data M3 divulgada nesta quinta-feira (12/11), por exemplo, apontando segundo turno entre Braide e Neto Evangelista, é uma piada sem graça. Não há no estado outra empresa que concorra com esta no quesito comedia. Ninguém leva à sério seus levantamentos que só servem como estratégia de marketing para um dos sócios ocultos.

Os números, de tão insignificantes, nem merecem destaques. Em 2016, a empresa errou por muito o resultado final do primeiro turno na capital.

NA época, de acordo com a pesquisa divulgada no dia 1º de outubro daquele ano, Edivaldo venceria a eleição no primeiro turno com 55% dos votos. O segundo colocado seria Wellington do Curso com 20,4% e Eduardo Braide teria 13,2%. Os números completos estão a seguir:

No entanto, quando as urnas foram abertas no dia 2 de outubro, o resultado foi completamente diferente. A eleição não terminou no primeiro turno e o DataM ainda errou por uma diferença de 10 pontos. Edivaldo terminou com 45%, Eduardo com 21% e Wellington 19%.

Lembrando que a pesquisa DataM foi divulgada um dia antes da eleição, ou seja, tinha tudo para acertar, mas o objetivo dos números, assim como nos que estão sendo divulgados este ano, servem apenas para despertar gargalhadas nos próprios contratantes…

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Bomba! Prefeita de Cajari pode ser alvo de operação

Casal Camyla e Walteir Pereira são alvos da Operação

Uma operação que reunirá representantes da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria Geral da União deverá ter como alvo, ainda esta semana, o município de Cajari, na Baixada Maranhense.

O objetivo, de acordo com informações exclusivas obtidas pelo Blog, é cumprir mandados de busca e apreensão e mandados de prisão que irão subsidiar uma investigação acerca de recursos públicos federais que, ao que tudo indica, foram desviados pela gestão da atual prefeita, Camyla Jansen Pereira.

Obras inacabadas e paralisadas consumiram quase R$ 6 milhões dos cofres municipais

A operação, segundo as informações obtidas, também deverá atingir o marido da gestora, Walteir Pereira, que é major da Polícia Militar e está à disposição da Vice-Governadoria, e o empresário Gleidiston Rodrigues Torres, sócio proprietário da Atrius Construções.

A investigação mira em pelo menos seis contratos firmados pela gestão de Camyla com a Atrius Construções.

Empresário Gleidiston Rodrigues (de verde) mantém relações próximas com o major Walteir Pereira (de boné), esposo da prefeita Camyla

São obras nas áreas da educação, desporto e infraestrutura, iniciadas nos anos de 2017 e 2018, que, juntas, somam mais de R$ 5,7 milhões – a PF, inclusive, já tem informações sobre o destino final deste dinheiro.

Todas estão paralisadas, apesar da Prefeitura ter recebido recursos da União por meio de convênios.

Em 2017, por exemplo, a prefeita recebeu mais de R$ 1,8 milhão do Governo Federal para construir uma Creche Municipal Tipo 1 na sede da cidade.

A obra deveria ter sido concluída no mesmo ano. No entanto, o que se constata atualmente são escombros que estão servindo para abrigar marginais.

A prefeita também recebeu, via convênio, mais de R$ 1,7 milhão para construção de estradas vicinais no povoado Boa Esperança dos Oliveiras.

A ação nunca saiu do papel.

Aditivadas – O que também causa espécie, e despertou a atenção da PF, CGU e MPF, é a quantidade de vezes que os contratos firmados com a Atrius foram aditivados pela Prefeitura.

A obra inacabada da Creche Municipal, por exemplo, foi aditivada sete vezes.

O contrato para construção de estradas vicinais, por sua vez, foram aditivados quatro vezes.

Uma obra para construção do Mercado Municipal, no valor de mais de R$ 474 mil, já foi aditivada duas vezes.

Já um contrato para construção de uma de Quadra Poliesportiva no povoado Gameleira, orçado em mais de R$ 498 mil, recebeu quatro aditivações.

Uma obra, orçada em mais de R$ 538 mil, para construção de um Campo de Futebol no município foi aditivada quatro vezes.

Mesma quantidade de aditivações referentes à implantação de melhorias sanitárias no povoado Enseada Grande, cujo valor da obra foi de mais de R$ 697 mil.

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