
Foi sancionada pelo prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr (PDT), a lei n° 6.734/2020 de autoria do vereador Umbelino Junior (PRTB) que prevê o alinhamento de fios e que sejam retirados os cabos que não estão sendo mais utilizados ou que estejam desordenados nos postes de energia elétrica.
O projeto foi aprovado em março deste ano por unanimidade na Câmara Municipal de São Luís.
“Nossa lei tem como objetivo evitar acidentes em vias públicas. Infelizmente, é muito comum observarmos em ruas e avenidas, fios expostos e sem proteção e precisamos cobrar das empresas responsáveis pelos serviços”, observou Umbelino.
Lei – Segundo a lei, a concessionária de energia elétrica, ficará obrigada a realizar o alinhamento de fios, retirar a estrutura não utilizada, notificar as empresas que utilizam os postes como suporte de seus cabeamentos e ainda deverá fazer a manutenção ou substituição de poste quando for necessário.
As fiações deverão ser identificadas e instaladas separadamente com o nome do ocupante. Já nas ruas arborizadas, os fios condutores de energia elétrica e telefônicos, dentre outros, deverão ser estendidos às distâncias razoáveis das árvores.
Penalidades – Em caso de descumprimento, será aplicada uma multa e após o projeto ser sancionado, será dado um prazo de dois anos para implementação total do que determina a lei.
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Na última sexta-feira (18), durante reunião na comunidade Santa Júlia, na Vila Palmeira, o deputado federal Zé Carlos (PT) declarou apoio à pré-candidatura de Duarte (Republicanos) à Prefeitura de São Luís. Outros representantes do Partido dos Trabalhadores, como o secretário de Estado do Trabalho e da Economia Solidária (Setres), Jowberth Alves; e a pré-candidata a vereadora Brigida Santos também foram ao local manifestar apoio.
“Hoje estamos aqui, basicamente, para apresentar uma política de resultados, não é apresentar promessa, é levar propostas. Estamos aqui com um grupo político que é a referência da renovação não de pessoas, mas de uma política que a gente acredita em defesa do povo, do trabalhador e das classes mais oprimidas desse estado”, comentou Jowberth, depois de destacar a competência de Duarte e Fabiana Vilar – à frente do PROCON, VIVA Cidadão e como deputado estadual; e na Sagrima, respectivamente.
Companheira de chapa de Duarte, a pré-candidata a vice-prefeita Fabiana Vilar reforçou o que vem defendendo nos atos de pré-campanha: a causa feminina e o zelo com quem precisa. “Eu nasci para cuidar das pessoas. Foi um dom que Deus me deu. Me sinto na obrigação de estar ao lado de Duarte, diariamente estar ali representando o público feminino, dizendo pra ele: ‘Duarte, vamos fazer uma creche, vamos melhorar as maternidades, vamos até fazer uma maternidade, vamos melhorar as unidades mistas’”, contou.
Já o deputado Zé Carlos fez questão de declarar apoio a Duarte na comunidade Santa Júlia, por ser onde ele mais teve votos quando foi reeleito para representar o Maranhão na Câmara dos Deputados. E revelou o porquê do apoio, mesmo com o seu partido formalizando aliança a outro pré-candidato.
“Duarte tem um diferencial imenso dos demais candidatos. São Luís precisa de um gestor político, não de um político metido a gestor. Precisamos ter um prefeito em quem se tenha confiança, e o Zé Carlos possa colocar emenda e o benefício venha direto para o local onde o deputado colocou”, disse o parlamentar.
Grato pelos apoios de uma ala do PT, Duarte disse se sentir honrado. E agradeceu a Jowberth e a Zé Carlos. “O secretário Jowberth não fica em gabinete, não é de falar, é de fazer”, e continuou:
“Eu me orgulho muito, deputado Zé Carlos, por tê-lo aqui. O senhor talvez não saiba, mas todas as suas orientações, eu coloquei em prática. Se hoje estou aqui, pode ter certeza que o senhor não tem um dedo, o senhor tem uma mão nesse projeto, porque tudo aquilo que o senhor me falou, eu aprendi”, relatou Duarte.
Ele ainda alertou sobre a cautela que se deve ter com candidatos afeitos a promessas. “São Luís não precisa de um prefeito que não saia do gabinete, São Luís não pode eleger um prefeito porque é bom de debate e bom de papo. São Luís precisa de um prefeito que arregace a manga e bote pra fazer e bote pra resolver”, disse.
Nesse período de pré-campanha, Duarte tem demonstrado facilidade para dialogar com vários setores da sociedade e com políticos de diferentes espectros ideológicos. Também estiveram no evento, a secretária-adjunta da Setres, Jordânia Pessoa; e lideranças do Túnel do Sacavém, da comunidade Santa Júlia – como Ronaldo e Bia do Barreto – e adjacências.
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José Carlos Madeira
Candidato a prefeito de São Luís pelo Solidariedade
São Luís mudou muito nos últimos anos. E continua querendo mudar, porque a população não se acomoda. São Luís continua rebelde. Mas não é a rebeldia de antes, incendiária, do confronto nas ruas, do punho cerrado de 1951 ou de 1979, por exemplo. A rebeldia de hoje é quase silenciosa, mas igualmente transformadora.
A cidade rebelde de agora é feita de gente que quer algo diferente na administração pública, de gente que não quer mais continuar como antes. São Luís não quer mais o clientelismo da velha política. São Luís não quer mais ser refém do assistencialismo promíscuo de práticas caducas das emendas parlamentares envelopadas na carapaça do bom-mocismo.
São Luís não engole mais o novo que já nasceu velho, entranhado no carcomido livro da história que não se apaga ao simples bafo da perfumaria, do marketing. A cidade não aceita mais que a política vigore como se fosse aquele velho e lucrativo cartório de antes, que passa de pai para filhos e netos e sobrinhos.
Não importa mais a vontade individual, o desejo seletivo, o capricho particular. Não importa mais o prefeito que o fulano ou o beltrano quer. Esse tempo já se foi. O que vale agora é o projeto coletivo, a força mobilizadora, o plano colaborativo. Importa agora o prefeito que a cidade quer. Eis a diferença gritando, mas que alguns ainda fingem não ouvir!
O prefeito que São Luís quer deve ter, minimamente, uma história de vida, uma biografia reconhecida, respeitada, e não um prontuário eleitoral, meramente de ocasião. O prefeito que a cidade quer não precisa ostentar herança política familiar, não carece de sobrenome forjado nas incubadoras dos palácios.
O prefeito que a cidade quer deve ter uma vivência semelhante à grande maioria da população, que reconheça a periferia como se fosse sua própria casa, que tenha experimentado na pele o que são as dificuldades da vida. O prefeito que a cidade quer deve conhecer – na prática, e não como tese de gabinete – as limitações do ensino público, o problema da água e do saneamento, a falta de infraestrutura, o caos da saúde pública e o drama do transporte coletivo.
O prefeito que São Luís quer agora não pode ser alguém alheio a essa realidade. Não pode ser alguém estranho ao cotidiano da cidade, que só conhece a crueza das coisas em tempos de eleição. A cidade quer um filho legítimo como prefeito, e não um candidato de laboratório, um salvador de proveta. São Luís quer um dos seus, sem alegoria. Apenas isso.
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Avaliando a disputa de novembro,o deputado Edivaldo Holanda não vê nada acertado para corrida de 2022. O parlamentar confessa aos amigos que a disputa está no escuro, sem cogitação para articulações, fuxicos e composições nos gabinetes. Na opinião dele, repassada essa semana aos mais próximos, os nomes para governador só a partir de fevereiro do ano que vem. Será se o filho, Edivaldo Júnior, que é prefeito de São Luís, estará no rol dos postulantes?
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A Carvalho Holding Patrimonial Ltda. e o candidato a prefeito Raimundinho da Audiolar emitiram hoje (17) nota oficial para esclarecer notícias veiculadas na imprensa maranhense a respeito da compra do Hospital Biné Soares, em Presidente Dutra.
Segundo o grupo, a compra do imóvel ocorreu de maneira “integralmente regular, respeitando todos os trâmites legais, tendo em vista que a transação se deu entre esta empresa, adquirente de boa-fé, e o seu legítimo proprietário, tudo conforme escritura pública do bem registrada em cartório”.
O comunicado foi emitido após informações sobre decisão judicial desfazendo o negócio.
De acordo com a Carvalho Holding e Raimundinho da Audiolar, nenhum dois dois é parte no processo. Mesmo assim, eles esclarecem que a liminar concedida no Tribunal de Justiça do Maranhão é “decisão inicial, passível de revisão pelo julgador, em relação a qual a esta empresa nem mesmo foi oportunizada manifestação”.
“Portanto, salienta-se que a decisão não é definitiva ou tampouco encerrou o processo. Ainda quanto ao processo judicial, ressalta-se que este está eivado de irregularidades, as quais serão, oportunamente, demonstradas. Esclarece-se que a CARVALHO HOLDING PATRIMONIAL LTDA. e o SR. RAIMUNDINHO DA AUDIOLAR prezam pela licitude e transparência dos seus atos, bem como confiam plenamente na atuação do Poder Judiciário”, completa a nota.
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