
Voando livremente como passarinho, Edivaldo Júnior recebe cobrança sobre próximo passo partidário. Gabinete do prefeito está lotado de convites para se filiar antes da eleição de novembro, para abrir 2021 vestindo camisa de uma nova legenda. Ele conversa com Republicanos, de Carlos Brandão e PCdoB, de Flávio Dino. A lista, entretanto, inclui ainda PSB, SD e várias siglas da base governista.
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Rompem madrugadas encontros sobre escolha dos candidatos a vice para fechar chapas. Até agora Neto Evangelista não se pronunciou sobre indicação do candidato a vice do seu lado. Deputado está imprensado entre interesses dentro do MDB, ouvindo sugestões do PSL e com opções internas no PDT. A definição se aproxima com as convenções.
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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu por maioria de 5 votos a 2 que os políticos enquadrados na Lei da Ficha Limpa até outubro de 2012 poderão disputar as eleições deste ano.
Como a Ficha Limpa prevê inelegibilidade por oito anos, a dúvida era se o adiamento das eleições de outubro para novembro continuaria a barrar quem foi enquadrado como ficha-suja nas eleições de 2012, realizadas em 7 de outubro.
Por maioria, os ministros decidiram que não seria possível ampliar o prazo da punição prevista em lei para estender a proibição de se candidatar até a nova data das eleições.
Os ministros Alexandre de Moraes, Mauro Campbell Marques, Tarcísio Vieira de Carvalo Neto, Sérgio Banhos e Luís Roberto Barroso, votaram a favor de que o prazo de inelegibilidade de oito anos não fosse estendido para atingir as Eleições 2020.
Os ministros Edson Fachin e Luís Felipe Salomão defenderam que a penalidade deveria continuar em vigor, mesmo com o adiamento da data das eleições.
Por causa da pandemia do novo coronavírus, o Congresso Nacional adiou os dias de votação de 4 de outubro para 15 de novembro, no primeiro turno, e de 25 de outubro para 29 de novembro, no segundo turno.
A Lei da Ficha Limpa fixa em 8 anos o prazo de inelegibilidade, contados a partir da eleição em que foi praticada a irregularidade.
A Justiça Eleitoral estabeleceu posteriormente que esse prazo é contado da data da eleição daquele ano até a mesma data 8 anos depois.
Por exemplo, políticos que ficaram inelegíveis por irregularidades nas eleições de outubro de 2012, realizadas em 7 de outubro daquele ano, estariam inelegíveis até 7 de outubro deste ano. Em consequência disso, não poderiam disputar a eleição, cuja data inicialmente estava prevista para 4 de outubro.
Mas, de acordo com a decisão de hoje do TSE, o adiamento das eleições para 15 de novembro fez com que a proibição prevista na Ficha Limpa não incida mais sobre os políticos que se tornaram inelegíveis em outubro de 2012.

O deputado estadual Wellington do Curso anunciou hoje, em discurso na Assembleia Legislativa, que está disposto até mesmo a buscar a Justiça para ser candidato a prefeito de São Luís pelo PSDB.
O tucano era o pré-candidato da sigla até a última sexta-feira (28), quando foi preterido em prol de uma aliança com o Podemos, do deputado federal Eduardo Braide.
Wellington disse que pediu um prazo até o dia 5 de setembro, e que recebeu como resposta a informação de que a direção nacional do PSDB estava cobrando um alinhamento com o partido de Braide.
“Colocaram a culpa na nacional. Pois se é da nacional, hoje estou provocando a nacional, por meio de um procedimento administrativo, para que a nacional possa se posicionar. E, dependendo do posicionamento da nacional, vou entrar na Justiça”, afirmou.
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Um dia após o anúncio de acordo do MDB com o DEM, o pré-candidato do Solidariedade à Prefeitura de São Luís, ex-juiz federal Carlos Madeira, disse que continua “mais firme do que nunca” na disputa eleitoral de 2020. Ele era um dos que aguardavam um posicionamento dos emedebistas, e tinha esperanças de firmar aliança com a sigla.
Madeira informou que a sua candidatura a prefeito será confirmada em convenção do partido, no próximo dia 16, e que aliança de verdade se faz é com o povo.
“Vou chegar às eleições em novembro do jeito que iniciei essa jornada, quando abri mão da minha carreira de juiz federal para entrar na política, ou seja, com o apoio do povo de São Luís, meu único fiador”, argumentou. “Portanto, não posso me lamentar, porque não perdi o que eu nunca tive. Seguirei com o Solidariedade e com esse crescente apoio popular”.
Madeira confirmou que a convenção do partido será realizada no Bairro de Fátima, área onde nasceu e viveu sua infância e os primeiros anos da juventude. “A nossa militância multiplicou o entusiasmo”, afirmou. O ex-juiz federal comentou que tem orgulho de apresentar ao eleitor uma candidatura com identidade própria, sem compromissos ou amarras políticas.
O pré-candidato do Solidariedade lembrou que o tempo de televisão tem importância na campanha eleitoral, mas não é fator determinante na decisão soberana do eleitor. E citou casos recentes que justificam o seu argumento. De acordo com Madeira, a comunicação digital tem e terá mais ainda um peso enorme nas eleições deste ano.
“O programa eleitoral na TV pode até ditar o ritmo da campanha, mas não chancela a vitória de um candidato. Há casos em que o tempo de TV em excesso é um problema, e não uma vantagem”, concluiu o ex-juiz federal.
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