
Neste momento de pandemia decorrente do novo coronavírus, são os agentes de limpeza urbana parte dos heróis que travam, diariamente, uma batalha contra a Covid-19, trabalhando incansavelmente para o restabelecimento da normalidade, a partir de cada ação de limpeza intensificada em vários espaços públicos. Neste Dia do Agente de Limpeza Urbana, celebrado em 16 de maio, a Prefeitura de São Luís homenageia os profissionais da área, essenciais para a manutenção da conservação e limpeza da capital maranhense para garantir o bem-estar de cada ludovicense. Atualmente, o município dispõe de um efetivo cerca de mil agentes, divididos entre coletores, varredores e ajudantes.
“Hoje, em especial, queremos dizer muito obrigado a todos os agentes de limpeza. São eles que, todos os dias, contribuem recolhendo resíduos de porta em porta, realizando a varrição de todos os espaços públicos e fazendo a cidade amanhecer sempre limpa e cada vez melhor”, expressou o prefeito Edivaldo Holanda Junior, que não deixou de observar a essencialidade dos agentes neste momento de combate à pandemia. “Não posso deixar de reconhecer o grande empenho e contribuição dos nossos agentes de limpeza no enfrentamento à Covid-19″ completou o gestor.
Diariamente, cerca de mil agentes de limpeza da Prefeitura de São Luís distribuem-se entre os bairros da capital para proporcionar mais qualidade de vida à população. Esse batalhão, como destaca a presidente do Comitê Gestor de Limpeza, Carolina Estrela, garante que os resíduos gerados pelos cidadãos da cidade de São Luís tenham o tratamento e a destinação correta, atividade que faz do município um dos mais sustentáveis da região Nordeste, de acordo com o Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU), em edição de 2019. É também resultado desse trabalho realizado com tanto rigor pelos agentes de limpeza a melhoria da qualidade de vida e saúde da população e preservação do meio ambiente.
Um dos agentes que vem atuando nessa frente de trabalho é José Raimundo Cordeiro, de 30 anos. Diariamente, ele trabalha por oito horas na coleta domiciliar, contribuindo para a conservação de vias residenciais e saúde dos moradores. “Para mim, é um privilégio trabalhar na limpeza da cidade, porque me vejo contribuindo para a saúde dos cidadãos”, destacou. Morador do Parque Timbira, o coletor, que é pai de uma menina de dois anos, também falou sobre o esforço neste momento de pandemia e aproveitou para pedir o apoio da população. “Mesmo com o vírus, eu e meus colegas continuamos trabalhando e com ainda mais garra, mas é sempre bom poder contar com o apoio da população. Para que a gente continue trabalhando, precisamos de saúde que, agora, depende de como cada morador descarta sua máscara de proteção, por isso peço mais valorização”.
Nas redes sociais e nos grupos de aplicativos de troca de mensagens, presidente da Câmara de São José de Ribamar recebeu elogios, ganhou prestígio e se destacou por instalar comissão que culminar com a cassação do mandato do prefeito Eudes Sampaio

O presidente da Câmara de São José de Ribamar, Manoel Albertim Dias dos Santos – o Beto das Vilas (PRB), soube muito bem mudar o foco em torno de seu nome ao oficializar, a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que pode culminar com a cassação do mandato do prefeito Eudes Sampaio (PTB).
O pedido da CPI do Covidão – como está sendo chamada – foi aprovado por 9 votos contra 8. Nas redes sociais e nos grupos de aplicativos de troca de mensagens, o chefe do legislativo ribamarense recebeu elogios, ganhou prestígio e se destacou por sua habilidade politica junto aos aliados que foram favoravéis à investigação para apurar os recursos milionários recebidos pelo município durante o período da pandemia.
Dos 17 vereadores, oito tentaram barrar o colegiado e votaram contra, mostrando que não estão nenhum pouco preocupados com as denúncias de servidores e pacientes. No entanto, por conta das habilidades de Beto das Vilas, a Câmara conseguiu instalar o pedido, mudando o foco em torno da figura do chefe do legislativo.
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O presidente da Federação Maranhense de Futebol (FMF) Antonio Américo disse em entrevista ao Abrindo o Verbo, na Mirante AM que não acredita na possibilidade da retomada do Campeonato Maranhense antes do mês de agosto, com os clubes reiniciando as atividades de treinamento na segunda quinzena de julho.
Segundo Américo é prematuro falar na volta do futebol antes disso. Ele garantiu que o Campeonato Maranhense será reiniciado de onde parou e que não haverá nenhuma mudanças na regras da competição.
“O Estatuto do Torcedor nos impõe uma série de regras e critérios de classificação das equipes para competições nacionais e de rebaixamento por critério técnico e critério técnico é dentro de campo. Nós não podemos desobedecer as normas do Estatuto do Torcedor. A posição da Federação é de que não mudaremos as regras em hipótese alguma e o campeonato será concluído, nem que seja em dezembro, mas ele será concluído”, garantiu.
O presidente da FMF falou sobre a ajuda da CBF aos clube e disse que ainda pretende discutir mais uma ajuda financeira por conta da pandemia do coronavírus.
“Ficou para se discutir na frente, para se discutir no futuro e já chegou esse futuro sobre uma outra parcela de ajuda aos clubes. Nós estamos conversando com a CBF que está com razão muito reticente porque não sabe como ficarão as determinações do governo Federal, mas nós estamos tentando sensibilizar a CBF para que libere mais um verba para os clubes”, disse.
Américo apelou para a sensibilidade do governador Flávio Dino para que libere uma ajuda aos clubes de futebol assim como está sendo feito aos artistas por meio da Lei de Incentivo à Cultura.
“Existem dois projetos tramitando na Secretaria de Estado. O secretário está sensível a essa situação. O governador já havia se manifestado no sentido de ajudar os clubes, mas a gente está um pouco preocupado porque parece que não teve continuidade. A gente apela e espera que isso seja resolvido o mais rápido possível”, finalizou.
O deputado federal Eduardo Braide (Podemos) fez, através das redes sociais, uma justa e interessante cobrança ao Governo do Maranhão, em especial ao governador Flávio Dino (PCdoB).
Braide quer que o comunista, durante a pandemia, nomeie os soldados em formação da Polícia Militar do Maranhão. O parlamentar lembra que o trabalho da PM é fundamental nesse momento, mas muitos policiais tem sido afastado do serviço, após a contaminação e que já foi aprovado no Congresso Nacional a ajuda financeira ao Maranhão.
“Governador: é hora de nomear os soldados em formação. Eles são fundamentais neste momento… Muitos PMs estão afastados por causa do coronavírus. No Congresso, já aprovamos a ajuda financeira ao Maranhão para compensar as perdas causadas pela pandemia. Não há mais o que esperar!”, afirmou.
O curioso é que, de maneira acertada, o governador tem feito de tudo para repor as perdas na área da Saúde, inclusive querendo a utilização de médicos formados no exterior, sem revalidação de diploma no Brasil, algo que foi negado liminarmente pela Justiça.
No entanto, o comunista não tem a mesma preocupação com o reforço da Polícia Militar, que também possuem um papel fundamental nessa pandemia, já que estão na linha de frente, mas isso parece não ter muita importância ao governador.
E é desta forma que Flávio Dino segue administrando o Maranhão, com dois pesos e duas medidas.

Policiais federais detiveram, ontem (13), em Brasília, em caráter temporário, o empresário André Felipe de Oliveira da Silva, acusado de participar da venda de 400 aparelhos respiradores para o governo do Pará. Nas últimas eleições, Felipe foi eleito segundo suplente do senador Izalci Lucas (PSDB/DF). Ele também foi secretário de Esporte e Lazer do Distrito Federal no ano de 2007, durante o governo de José Roberto Arruda.
Segundo o governo do Pará, os 152 respiradores mecânicos chineses entregues pela empresa SKN do Brasil Importação e Exportação de Eletroeletrônicos não correspondem aos requisitos necessários para unidades de terapia intensiva (UTIs) do estado, e não poderão ser instalados. De acordo com o governo paraense, o uso dos equipamentos pode colocar em risco os pacientes infectados pelo novo coronavírus. O lote foi adquirido por R$ 25,2 milhões.
A 3º Vara Criminal Federal em Belém também autorizou a prisão de um segundo representante da SKN do Brasil que intermediou a compra dos aparelhos, mas, até a manhã de hoje (14), ele não havia sido localizado. A reportagem não conseguiu confirmar o nome deste segundo acusado, que é considerado foragido.
Além dos dois mandados de prisão temporária, a Justiça Federal também autorizou buscas e apreensões de documentos em endereços ligados aos acusados e a SKN do Brasil. Todos os mandados foram expedidos no âmbito da Operação Profilaxia, que combate desvio de recursos públicos destinados ao enfrentamento da covid-19.
As investigações, a cargo da PF, do Ministério Público Federal e do Ministério Público do estado do Pará, estão sob segredo de Justiça. Ainda assim, em nota, o MPF afirma que “os prováveis crimes ocorridos no Pará têm relação visível com os que ocorreram no Rio de Janeiro, onde também houve a venda de equipamentos defeituosos ao estado”. Para o MPF, os dois casos sugerem a “existência de um esquema nacional para fraudar a compra desses equipamentos em plena pandemia de covid-19.”
O MPF também revela que, segundo técnicos paraenses, além de não servirem para o uso em UTIs, o modelo de ventiladores pulmonares entregues colocariam em risco os pacientes por não possuírem alarmes que indique a interrupção do funcionamento, nem baterias internas para manter a respiração artificial em caso de queda de energia. “Para piorar, os técnicos descobriram que os respiradores poderiam se tornar vetores de infecções, por não permitirem a limpeza e esterilização de fluidos corporais e gases expirados”, sustenta o MPF, em nota.
A Agência Brasil não conseguiu contato com a defesa de André Felipe, nem com os representantes da SKN do Brasil.
No último domingo (10), o Tribunal de Justiça do Pará decretou o bloqueio de bens e a retenção dos passaportes dos sócios das SKN do Brasil. Além de André Felipe, figuram como réus na ação: Felipe Nabuco dos Santos; Márcia Velloso de Araújo; Antonio da Silva Alves; Eugêncio Nabuco dos Santos Filho e Alex Nabuco dos Santos.
Dois dias depois (12), o governador Helder Barbalho e membros da equipe de governo conversaram, por videoconferência, com representantes da fabricante chinesa dos respiradores e da empresa brasileira que intermediou a negociação. No Twitter, Barbalho escreveu que “lamentavelmente, ficou claro que não iriam entregar aquilo que o governo [estadual] comprou”. O governador também divulgou um vídeo na rede social. Nele, Barbalho comenta uma outra decisão judicial, a homologação do acordo para que a empresa deposite R$ 25,2 milhões em uma conta judicial a fim de preservar os recursos para eventual devolução ao estado. “Agora, é continuar na luta por novos respiradores e garantir a abertura de novos leitos de UTI”, disse Barbalho.
O governador do Pará enviou, ainda, ofício endereçado ao embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, para solicitar providências e ajuda no caso.