Flávio Dino diz que Brasil vive ‘conjuntura de trevas’

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), mostrou-se preocupado com a onda crescente de ações autoritárias do governo Jair Bolsonaro; e apontou ao jornal Folha de S. Paulo que isto é uma ameaça ao Brasil

“O Brasil vive uma conjuntura de trevas. Nós temos uma ameaça objetiva à vida democrática, à dissolução da nação. O nazismo está entronizado como política de Estado daqui e de acolá”, frisou ele, citando as declarações de apologia ao nazismo, do ex-secretário de Cultura Roberto Alvim. 

A entrevista de Dino à Folha e ao UOL se deu no dia em que pesquisa da CNT aponta crescimento na popularidade de Bolsonaro, sinal de que as políticas do governo acabam por ter eco em setores mais conservadores e arcaicos da sociedade, hoje com sensação de liberdade no país.

Diante desta conjuntura, Dino fez críticas, ainda que indiretamente, à postura sectária do ex-presidente Lula e do PT, que pregam um contraponto exclusivo da esquerda, sem diálogo com as demais forças democráticas.  

“Eu tenho responsabilidade com o Brasil e, por isso mesmo, não fico olhando preconceitos e rótulos, porque eu sei o tamanho dessa ameaça. O que estou procurando fazer é não deixar essa tal dessa bolha se cristalizar. Isso seria ruim para o Brasil”, defendeu Dino, ao comentar sua ligação com o apresentador Luciano Huck e com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, criticada por setores do PT.

Para Dino, a atual situação política do Brasil está se consolidando, e ninguém tem forças para contê-la sozinho.

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Edivaldo Júnior pede à população cuidado com o lixo

O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) destacou nas redes sociais, que mesmo com as fortes chuvas neste mês de janeiro, nenhuma ocorrência grave foi registrada em São Luís.

Segundo Edivaldo, isto ocorre porque a Prefeitura de São Luís se antecipou ao intensificar as ações de limpeza de canais e galerias.

O prefeito pediu a colaboração da população de São Luís para que coloque lixo e entulho nas ruas.

“Pessoal, tem chovido bastante na cidade. De acordo com o Laboratório de Meteorologia da UEMA, as chuvas já ultrapassaram a média prevista para todo o mês de janeiro.

Graças aos investimentos que temos realizado ao longo de todo o ano com serviços e obras estruturantes, não tivemos graves ocorrências.

Estamos intensificando a limpeza de canais e galerias; a Defesa Civil está visitando áreas de risco, trabalhando em parceria com as Secretarias de Assistência Social e Obras e Serviços Públicos; e seguimos com serviços regulares de manutenção da iluminação e coleta de lixo.

Conto com a população para fazer a sua parte não jogando lixo ou entulhos nas ruas, que acabam entupindo os bueiros e provocando alagamentos”, destacou Edivaldo.

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PDT caminha para aliança com o DEM na eleição em SL

A julgar pelas informações que circularam nos bastidores do meio político nas últimas horas, o PDT não terá mesmo candidato à sucessão do prefeito pedetista Edivaldo Holanda Júnior, ficando de fora da luta pelo poder na Capital pela primeira vez em três décadas. A informação dominante é a de que as cúpulas nacionais do PDT e do DEM firmaram mesmo um acordo amplo, que garante a aliança dos dois partidos onde for possível, principalmente nas disputas em vários estados, inclusive o Maranhão, segundo o jornal Folha de S. Paulo. Em São Luís, a aliança entre brizolistas e democratas deve dar forma a uma chapa absolutamente inusitada, com o deputado Neto Evangelista (DEM) na cabeça e um membro do PDT como vice, conforme vem sendo rascunhado há tempos nos bastidores dos dois partidos. Essa fórmula coloca o PDT em segundo plano e catapulta o DEM para o primeiro plano da cena política de São Luís, uma inversão de papéis até pouco tempo impensável em se tratando de disputa pelo Palácio de la Ravardière.

A decisão interromperá um histórico rico de participação ativa e decisiva na vida de São Luís desde 1988, quando Jackson Lago, fundador do partido, se elegeu para comandar a Capital atropelando o poderoso esquema montado pelo então governador Epitácio Cafeteira, com o apoio do presidente José Sarney, que tinha como candidato seu fiel escudeiro, o então deputado estadual Carlos Guterres (PMDB). De lá para cá, o PDT comandou a Prefeitura de São Luís por mais de duas décadas, com Jackson Lago dando as cartas durante 10 anos (de 1989 a 1992 e de 1997 a 2002), Tadeu Palácio por seis anos (2002 a 2008) e Edivaldo Holanda Júnior por quatro anos (de 2015 até agora), tendo ainda mandado durante dois anos no Governo de Conceição Andrade (1993-1996), que se elegeu pelo PSB, mas com o apoio decisivo do PDT.

Com a morte do líder Jackson Lago em 2011, aos 76 anos, o PDT mergulhou numa crise profunda, que resultou num “racha” danoso para o partido. De um lado ficou o então deputado federal Weverton Rocha, que começou no movimento estudantil e se tornou, por sua militância e ousadia, braço direito de Jackson Lago, sendo por ele preparado para sucedê-lo. Do outro lado ficaram a viúva de Jackson Lago, Clay Lago, familiares e um grande número de velhos militantes do partido, que inconformados com o comando de Weverton Rocha, migraram primeiro para o PPS, espalhando-se depois até perder a feição de grupo. Weverton Rocha seguiu em frente, escalou as instâncias do que restou do brizolismo até chegar ao topo, trabalhou duro para fortalecer o partido, tornando-se seu líder absoluto no Maranhão, e uma das figuras de proa do PDT no plano nacional.

Mas, curiosamente, ao mesmo tempo em que operou para ampliar as bases do PDT nas diversas regiões do Maranhão, o novo líder do partido concentrou poderes e não incentivou o surgimento de novas lideranças do partido em São Luís, sua maior e mais importante base. Esse problema se agravou em 2015, quando recorreu à filiação do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, que se elegera em 2012 pelo minúsculo PTC, para não ficar de fora da disputa em 2016. A falta de quadros com estatura política e eleitoral em São Luís chegou ao seu ponto crítico agora, quando o partido que esbanjou poder elegendo um senador com quase dois milhões de votos, se encontra na incômoda situação de ter de aliar-se ao DEM, um partido estava na indigência e renasceu pela ação de jovens líderes de direita, para não ser esmagado de vez na Capital. Tal situação se repete nos maiores municípios, como Imperatriz, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Bacabal, Santa Inês e Pinheiro, entre outros.

E se, por conta da dinâmica e da imprevisibilidade da política, a aliança com o DEM não for consumada, o caminho natural do PDT será compor com o PCdoB, indicando o vice de Rubens Júnior ou Duarte Júnior, uma equação que pelo menos o manterá na sua seara ideológica. (Com informações do blog do Repórter Tempo)

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Augusto Filho teria estratégia para saquear cofres

Novo prefeito de Bela Vista terá apenas onze meses de gestão para matar sua ‘fome e sede’ do poder

Primeiro, uma oferta tentadora para os cofres públicos. Proposta com preços bem abaixo dos praticados pelo mercado acaba garantindo vitória na licitação. Pouco tempo depois, com a empresa já prestando serviço para o município, o contrato é reajustado, superando valores cobrados por quase todos os estabelecimentos concorrentes na própria cidade e na região.

Entre os fatores apontados para a elevação, várias justificativas, entre elas: a entressafra da cana-de-açúcar, o reajuste do frete dos combustíveis, dentre outros.

Assim estaria sendo colocada em prática um dos contratos que o prefeito de Bela Vista do Maranhão, José Augusto Sousa Veloso Filho (PSDB), pretende firmar com uma fornecedora local de combustíveis, de acordo com denúncias que chegaram ao blog.

O suposto esquema, segundo delatores da manobra articulada com aval da Prefeitura, teria o objetivo de “saquear os cofres públicos municipais” para matar a “fome e a sede” do novo chefe do executivo bela-vistense, que terá apenas onze meses de gestão. 

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Número de prefeituraveis bate recorde em São Luís

A corrida à Prefeitura de São Luís deverá entrar para a crônica da política maranhense como a que reunirá o maior número de candidatos. Para começar, o número de pré-candidatos já é um recorde: Eduardo Braide (Podemos), Rubens Júnior (PCdoB), Duarte Júnior (PCdoB), Bira do Pindaré (PSB), Neto Evangelista (DEM), Adriano Sarney (PV), Yglésio Moisés (sem partido), Carlos Madeira (Solidariedade), Tadeu Palácio (PSL), Wellington do Curso (PSDB), Jeisael Marx (Rede), Franklin Douglas (PSOL), Saulo Arcangeli (PSTU), Zé Carlos (PT) e Zé Inácio (PT).

Faltam ainda definições no MDB, que aguarda a decisão da ex-governadora Roseana Sarney, e agora uma posição do Cidadania, partido da senadora Eliziane Gama e que deve anunciar um candidato nos próximos dias. Haverá naturalmente a depuração desse grupo, o plantel definitivo ficar com pelo menos 10 candidatos.

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