
Mudanças no Secretariado em Pinheiro
Como anunciado no fim de 2018, o prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio, realiza a reforma administrativa, visando uma melhor organização da prefeitura, e claro, enxugando a casa. A mudança aconteceu no primeiro escalão de secretariado.
“Nós estamos a cada dia trabalhando com expectativa de melhorar cada vez mais a nossa cidade de Pinheiro. A gente analisa muito, tudo o que acontece ao redor da gente, na hora que tiver que mexer, a gente mexe, quem ”tá” saindo, não ta saindo do governo, vai para outra função. Assim vamos construindo uma equipe, e principalmente, um grupo unido em prol de um único objetivo que é a nossa reeleição”, declarou o prefeito Luciano.
Fred Lobato deixa a Secretaria de Governo e assume a Secretaria Municipal de Saúde, no lugar de Lucyane Freitas, que passa a ser assessora da pasta encabeçada por Fred.
“Eu recebo essa secretaria de saúde com muita tranquilidade, com muita serenidade e acima de tudo, responsabilidade. Essa secretaria é uma caixa de surpresa, ela pode ser o ápice de uma gestão, mas como pode ser um ponto negativo”, afirmou Fred Lobato, novo secretário de saúde do município.
Já na Secretaria de Governo e Articulação Política, assume Anselmo Milton Cruz Sá, pasta comandada anteriormente por Fred Lobato.
“A gente recebe com entusiamo, temos a intenção de trabalhar com todos os secretários e todos os vereadores, que a gente possa desenvolver esse trabalho, de forma que venha contento a todos e que possamos ajudar o prefeito Luciano a alcançar suas metas para o ano de 2019”, declarou Milton.
Uma das mais importantes da gestão municipal, a Secretaria de Infraestrutura – comandada anteriormente por Rafael Cordeiro, filho do vice-prefeito Stélio Cordeiro -, tem sido a principal pasta do prefeito Luciano e que em 2019 será a que mais terá investimentos, e João batista Segundo tem a responsabilidade de tocar essa secretaria em 2019 e claro, com a plena confiança.
“O prefeito Luciano me fez esse convite para o ajudar na construção de uma nova Pinheiro, e como ele disse que quer fazer este ano o ano da infraestrutura”, afirmou.

Oito dos dez novos deputados não quiseram falar sobre pautas polêmicas da Câmara
Dos 18 deputados federais eleitos pelo Maranhão, 10 são novatos. Uma grande renovação causa também grande expectativa sobre quais serão os posicionamentos sobre as principais pautas que estarão em votação. Vale lembrar que hoje que o eleitor tem mais acesso à informação, pesou contra muitos deputados suas votações em temas polêmicos no Congresso.
Por isso, o Blog questionou os 10 novos deputados sobre seus posicionamentos com relação às principais pautas do Congresso este ano: Reforma da previdência, facilitação do acesso ao porte de armas de fogo, redução da maioridade penal, Escola sem partido, e privatização das empresas estatais.
São pautas polêmicas que dividem a opinião pública. Por isso, o eleitor deseja saber se seu deputado realmente está defendendo seus interesses e suas posições em Brasília.
Dos 10, apenas o deputado Bira do Pindaré apenas confirmou ser contra todas as pautas elencadas. Ele já fez vários discursos contra os temas na Assembleia Legislativa, em especial, a reforma da previdência.
O deputado Pedro Lucas Fernandes disse que como líder da bancada do PTB ainda não pode se manifestar, pois discutirá com os demais membros da legenda. Mas disse que já é ponto pacífico no PTB de que a reforma da previdência é necessária.“O PTB tem a consciência de que precisa enfrentar essa questão. A reforma previdenciária é uma das formas para tentar equilibrar esse deficit”, afirmou.
O Blog entrou em contato com os demais novatos diretamente ou por meio de suas assessorias com quatro dias para que respondessem sobre os temas. Porém, Eduardo Braide, Márcio Jerry, Josimar de Maranhãozinho, Gil Cutrim, Edilázio Júnior, Júnior Marreca Filho, Júnior Lourenço e Pastor Gildenemyr, mas não quiseram falar.
Mas logo que assumirem seus mandatos, as pautas polêmicas estarão em debate e suas posições terão que aparecer para a sociedade.

O prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, realizou na manhã desta segunda-feira (7), a primeira reunião administrativa com o secretariado municipal. O encontro aconteceu no Centro de Convenções do município e contou com a presença de todos os membros do primeiro escalão.
Na ocasião, Hilton Gonçalo fez um balanço das ações realizadas em 2018 e em seguida os secretários apresentaram seus planos de trabalho a serem desenvolvidos ao longo dos dois primeiros meses de 2019. Além do trabalho realizado ao longo dos dois primeiros anos de mandato, o objetivo central da administração é ampliar as ações e implantar novos projetos.
Dentre as metas iniciais discutidas estão: Intensificar ações de infraestrutura como calçamento, asfalto e perfuração de poços; ampliar a quantidade de valas e açudes; expandir o programa de agricultura familiar; construir o dobro de casas (levando em consideração o quantitativo de 2018); Garantir maior quantidade de exportação e menor quantidade de importação de produtos como farinha, juçara, mel e hortaliças e desenvolver o plano de ação para o período carnavalesco.

O governador reeleito do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), voltou a tecer críticas ao seu principal opositor no plano nacional, o presidente Jair Bolsonaro (PSL).
Em entrevista à Folha de São Paulo, o comunista fez previsões pessimistas para os estados no governo do capitão reformado do Exército.
De acordo com ele, o Brasil experimentará um ciclo de baixo crescimento econômico, o que implicará em dificuldades para as administrações estaduais.
Ao mesmo tempo em que afirmou que buscará um relacionamento institucional com o governo federal, mesmo fazendo oposição a Bolsonaro, Dino voltou a criticar o peeselistas e seus auxiliares ao se referir a uma tal lógica de confronto.
“É como se fosse um amor pela guerra”, disse.
Clique Aqui e leia a entrevista na íntegra.

Atendendo Recomendação expedida pelo Ministério Público do Maranhão, em 19 de dezembro, o Município de Matinha suspendeu o procedimento licitatório referente ao Pregão Presencial nº 37/2018, que tinha como objetivo a aquisição de medicamentos. O certame seria realizado no dia 31 de dezembro, véspera do ano novo, o que poderia colocar em risco a competitividade.
Além disso, não houve publicação do edital da licitação no site da Prefeitura, contrariando a legislação, especialmente a Lei de Acesso à Informação.
A gestão municipal acatou a manifestação da Promotoria de Justiça da Comarca de Matinha e mudou a data de recebimento das propostas para o dia 15 de janeiro de 2019. Assinou a Recomendação o promotor de justiça Marco Antônio Alves de Oliveira.
O MPMA tomou conhecimento das irregularidades no certame por meio de informações repassadas pelo Centro de Apoio Operacional da Probidade Administrativa e pela Controladoria Geral da União.
A designação de licitações para o período de 24 a 31 de dezembro já havia levado a Rede de Controle da Gestão Pública a ingressar, por meio do Ministério Público Federal (MPF), com uma Ação que levou a Justiça Federal a suspender os procedimentos licitatórios. A Controladoria Geral da União (CGU) identificou, pelo menos, 40 licitações em 15 municípios maranhenses nessas condições.
A iniciativa de ingressar com as medidas cautelares na Justiça Federal ocorreu após reunião havida entre os representantes do MPF, CGU, Tribunal de Contas da União (TCU) e MPMA, em 20 de dezembro. Para as instituições havia elementos suficientes para pedir a suspensão dos procedimentos por violação dos princípios da publicidade, moralidade e impessoalidade, além de evidente prejuízo à competitividade.
O Ministério Público do Maranhão, por meio do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa, agiu de modo articulado com as Promotorias de Justiça com atuação nos municípios indicados para que fossem expedidas Recomendações e expedientes sugerindo a suspensão dos procedimentos licitatórios e, em caso de descumprimento, a propositura de ações judiciais para impedir a realização dos certames em condições tais que inviabilizassem a competitividade.
A CGU e o TCU também chegaram a expedir ofícios aos Municípios, sugerindo a suspensão dos certames e sua remarcação para data mais conveniente para a competitividade das licitações.