
Desembargador José Joaquim vai concorrer com a colega Nelma Sarney o comando do TJ
O desembargador José Joaquim Figueiredo tornou-se o alvo principal das críticas de aliados da desembargadora Nelma Sarney na imprensa, em especial na blogosfera. Os dois deverão disputar a presidência do Tribunal de Justiça (TJ) do Maranhão, na próxima quarta-feira, dia 4 de outubro. Talvez por esse motivo, desde semana passada, JJ como é mais conhecido, vem sendo atacado por blogueiros alinhados ao projeto de candidatura de Nelma.
Para isso, usam um contrato firmado por meio legal, entre uma empresa do filho do magistrado com a Prefeitura da Raposa, no período em que Talita Laci assumiu o Município, após afastamento do ex-prefeito Clodomir Oliveira. O ponto questionado na matéria dos aliados de Nelma é em função de um simples detalhe já devidamente esclarecido: José Joaquim foi relator de um processo do ex-prefeito José Laci Oliveira, pai da prefeita que contratou a empresa do seu filho.
Mesmo com os esclarecimentos prestados pelo magistrado, desmentindo com dados comprobatórios, os aliados de Nelma que anda ‘tontinha’ com a possibilidade de sair derrotada, ainda assim, insistem em atacar o adversário dela usando uma denúncia já esclarecida. A insistência em repetir o mesmo fato, deve ser por falta de informações em tentar atingir alguém com uma carreira ilibada na justiça maranhense.
Diferente da concorrente, JJ nunca teve sua vida manchada em páginas policiais de jornais por envolvimentos em casos de agiotagens e muito menos é recordista em denúncias no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por suspeitas que variam em questões de intervenções em cartórios a atos praticados ao longo da magistratura. Sem ter o que falar do candidato a presidente do TJ, os aliados de Nelma recorrem a um velho dispositivo conhecido na imprensa: requentam as mesmas denúncias já esclarecidas.
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Não é curta a lista de Boletins de Ocorrência contra o enfermeiro Patrick Gomes, que encabeça a Chapa 2 nas eleições do Coren-MA. Insulto, difamação, exercício ilegal da profissão e arruaças. Esses são alguns dos motivos que originaram estes B.O.s’.
Entre os escândalos envolvendo o enfermeiro, veio à tona os insultos contra a estudante. A situação foi tão vergonhosa e constrangedora que foi registrado um boletim de ocorrência contra o enfermeiro.
Segundo boletim de ocorrência registrado no dia 13 de abril de 2004, Patrick Gomes insultou a aluna durante aula de estágio do Curso Técnico em Enfermagem na Escola Nossa Senhora das Graças, na rua do passeio. De acordo com o B.O. a aluna foi chamada de incompetente, burra e que não sabia falar e escrever corretamente o português. Generalizou que todas as enfermeira são babacas e comparou a aluna a Satanás.
Outro caso registrado na Polícia contra o enfermeiro Patrick Gomes é o fato da esposa dele, Vanessa Castro Pinheiro Costa exercer ilegalmente a profissão. Pois a mesma, na época do registro do B.O., era acadêmica de enfermagem e utilizava o carimbo de nº 907-P, pertencente a Patrick Gomes, que foi coninvente com o fato, segundo boletim registrado em 23/09/2005.
Patrick Gomes carrega nas costas também um processo da Clínica São Marcos que o impede de chegar perto daquela unidade de saúde em virtude das arruaças que promoveu nas dependências da clínica.
Imagine um profissional desse nível representando a classe de enfermagem no Estado do Maranhão? A teoria de campanha falada pelo sr.Patrick é bem diferente da prática. Ele não representa a enfermagem.

O vereador Beto Castro (PROS) apresentou projeto de lei na Câmara Municipal, instituindo a Campanha Maio Amarelo Pela Paz no Trânsito no Município de São Luís. Depois da aprovação do projeto, a Campanha será realizada, anualmente, no mês de maio.
No momento, o projeto de lei está tramitando na Comissão de Justiça e Mobilidade Urbana do poder Legislativo Municipal, mas será levada à apreciação do plenário nos próximos dias. A expectativa é que a importante proposição seja aprovada por unanimidade.
Para o vereador Beto Castro, a campanha tem como objetivo reduzir o número de mortos e feridos no trânsito de São Luís, através de uma reflexão sobre o comportamento dos pedestres, dos motociclistas, dos ciclistas, dos motoristas e dos passageiros.
Beto Castro esclarece que a Campanha surgiu da necessidade de alertar a todos sobre a falta de atenção no trânsito, buscando a maior segurança das vias públicas municipais. Castro pede apoio dos colegas vereadores para aprovar o projeto.
DADOS ALARMANTES
Depois de aprovada em plenário, a lei poderá ser sancionada pelo prefeito, no prazo de 60 dias. As despesas decorrentes da execução da importante lei decorrerão à conta das dotações orçamentárias próprias do Município, suplementadas se necessário.
De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública, 78 pessoas morreram de acidentes de trânsito em São Luís, em 2016, o que representa um crescimento de 4% no número de acidentes em relação ao ano de 2015, quando 75 pessoas morreram.
Segundo a SSP, em 2016, 42,3% das mortes no trânsito em São Luís foram causadas por atropelamentos, 38,46% por colisões, 14,1% por choque entre veículos. Outros 5,2% das vítimas morreram em capotamentos, queda de motocicletas e derrapagens.

A juíza Daniela de Jesus Bonfim Ferreira, da 13ª Zona Eleitoral, cassou os mandatos de José Vieira (PP) e Florêncio Neto (PHS), prefeito e vice-prefeito, respectivamente, do município de Bacabal.
A decisão da magistrada foi proferida ontem e publicada nesta sexta-feira no Diário Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE/MA).
Daniela de Jesus acatou pedido contido em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral que acusou os então candidatos de abuso de poder político e econômico nas eleições do ano passado.
Além de terem os mandatos cassados, Vieira e Neto foram considerados inelegíveis pelos próximos oito anos, a contar do período referente ao pleito de 2016.
O prefeito e o vice poderão recorrer da sentença no exercício dos cargos.



Em seu próprio site, sindicato pelego faz questão de demonstrar sua posição na eleição do TJ-MA
O Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão- Sindjus/MA lançou uma enquete para saber qual a preferência dos servidores do Judiciário sobre os nomes que deverão ocupar a presidência do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) e a Corregedoria-Geral de Justiça. Ora, se o servidor judiciário não tem direito a votar no processo de escolha qual o objetivo do levantamento?
A reposta para essa pergunta consta no próprio site da entidade: atender aos interesses da desembargadora Nelma Celeste Sousa Silva Sarney Costa, uma das candidatas à presidência da Corte, que aparece em release no site do próprio sindicato reforçando as suspeitas por trás da enquete inútil.
O presidente do Sindjus-MA, Anibal da Silva Lins, que não tem muita experiência com eleição (uma vez que ele mesmo saiu derrotado nas urnas quando concorreu a vaga de vereador em São Luís), esquece que o sindicato é um órgão que possui autonomia de ação à disposição dos trabalhadores, para exercer a defesa dos seus direitos, ou seja, que não está subordinado à classe patronal.
A consulta pública serviu para revelar uma situação que até então ninguém sabia: mostrar a rejeição de Lins com a categoria que representa. É que muitos servidores estão reclamando da criação da pesquisa On Line que, segundo eles, é uma invenção do sindicado que não tem razão de ser.

Sindicato é dos servidores, mas o interesse maior é pela disputa entre desembargadores
“O sindicato deveria procurar fazer algo útil para os servidores. Onde já se viu usar a estrutura do órgão para fazer campanha para candidatos a presidentes do TJ? Não tem sentido, pois se um deles chegar a presidência como o Sindjus-MA vai ter autonomia para cobrar direitos dos trabalhadores? O que estão fazendo é algo vergonhoso, um ‘peleguismo’ público e declarado”, desabafou um servidor da justiça que prefere não revelar a identidade temendo represarias dos sindicalistas pelegos.
O descontentamento da atitude do ‘espoca urna’ Anibal Lins pode ser facilmente percebido por funcionários nos corredores dos fóruns espalhados pela capital e interior. A atitude translocada foi um tiro no pé.
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