
A equipe de reportagem da TV Difusora de Caxias, a Tv Sinal Verde, foi agredida enquanto realizava apuração de uma denúncia num terreno de propriedade do ex-deputado e ex-prefeito Paulo Marinho.
Na reportagem, a equipe mostrava que, dentro da propriedade de Paulo Marinho, um funcionário fazia uso de uma máquina doada pelo Governo Federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC), para o município de Caxias. Ao perceber que estava sendo filmado, o funcionário saiu do local. Pouco depois, Paulo Marinho agrediu a equipe.
Em nota, Paulo Marinho afirmou uma rede de esgoto estava passando por dentro de uma propriedade dele, e, a partir disso, teria feito uma solicitação para a Secretaria do Meio Ambiente de Caxias para limpar o terreno. Segundo Marinho, a secretaria teria mandado a retroescavedeira da Prefeitura para limpar o local.
Já a Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento e Pesca disse que o equipamento foi disponibilizado para realizar serviços de limpeza dos esgotos do Hospital Macrorregional de Caxias, lançados sem tratamento em área particular e no Riacho Fazendinha (subafluente do rio Itapecuru).

“Gesto solidário”. Assim pode ser resumida a iniciativa de sete empresas maranhenses que resolveram se engajar na campanha #TodosPorAdiWeba, que visa custear o tratamento da paciente Ariadne Weba, que enfrenta há dois anos, uma batalha nada fácil, contra um câncer.
Ariadne que é mãe de dois filhos, sofre de um tipo de câncer na pele do tipo raro, precisa de ajuda financeira para seguir o tratamento. Cada sessão de quimioterapia custa R$ 100 mil. Família e amigos tem se unido para angariar fundos e ajudar na continuidade do tratamento.
Para ajudar a jovem a superar o desafio, corporações de diferentes segmentos de atuação na capital maranhense, resolveram se engajar nessa batalha, doando serviços para a realização de um sorteio que visa arrecadar fundos para o tratamento da paciente. As empresas “solidárias” fizeram as doações sem receber contrapartida pelos gastos, mostrando um gesto de grandeza e humanidade.
Os serviços ofertados por empresas e profissionais autônomos e que serão sorteados, variam entre consultas com nutricionistas à tratamento odontológico. Além disso, tem um combo de várias outras sugestões como: maquiagem, 1 mês de academia, cortesias, dentre outras. Cada rifa custa R$ 100 reais, com direito a três sorteios com os combos de prêmios. As rifas podem ser adquiridas nas empresas participantes.





Caso você queira ajudar a campanha #TodosPorAdiWeba com qualquer ajuda financeira, basta fazer as doações na conta abaixo:
Agência: 4323-0
Conta: 28759-8
Banco do Brasil
Em favor de Ariadne Weba
CPF Nº 005.258.193-47.
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Profissionais do Studium Jaqueline Mendes, com unidades na Cohama e Calhau, a equipe passou por um treinamento esta semana
O mês de julho não é apenas sinônimo de férias. É também um período propício para o aprendizado e o aprimoramento profissional. No Studium Jaqueline Mendes, com unidades na Cohama e Calhau, a equipe passou por um treinamento esta semana, por ocasião do pré-lançamento do Oil Reflections, um produto com a assinatura da Wella. O lançamento para os clientes acontece nesta sexta-feira.

O Óleo Reflections tem em sua composição óleo de macadâmia, de abacate e vitamina E, que hidratam os fios, dão brilho e maleabilidade
O Óleo Reflections realça instantaneamente a cor e o brilho do cabelo, sendo multi-sensorial. Em sua composição, óleo de macadâmia, de abacate e vitamina E, que hidratam os fios, dão brilho e maleabilidade. Pode ser usado de diversas formas, como condicionador, aplicado no cabelo úmido para obter um efeito leve e suave (sem passar por água), ou como protetor.

Procuradoria Geral de Justiça, que fica Avenida Professor Carlos Cunha, s/nº, no bairro Calhau, em São Luís. O CEP é 65076.820.
Depois de outros órgãos adotarem os recursos do WhatsApp, agora é a vez do Ministério Público do Maranhão (MPMA) oferecer esta forma de contato às pessoas que tenham reclamações diversas a fazer. O contato provisório divulgado é (98) 99144-4941.
Antes, que anunciou ação semelhante foi a Justiça, que vai intimar pessoas por meio do aplicativo.
O órgão conta com outras formas, além da presencial, de receber denúncias da população, como os telefones (98) 3219-1769/1769/1738 e 0800-098-1600, pelo site http://ouvidoria.mpma.mp.br/sistema/manifestacao/cadastrar, e e-mail [email protected].
Contudo a utilização do WhatsApp possibilita o contato mais rápido com o maior número de pessoas, considerando a grande adesão deste aplicativo pela comunidade que dispõe de um celular com acesso à internet.
“A Ouvidoria do MPMA tem aprimorado os serviços que presta visando, sempre, otimizar a qualidade do atendimento que deve dispensar ao cidadão. Por previsão constitucional é ‘ponte’ entre as demandas do citadino e os membros e servidores da Instituição, motivo pelo qual vem melhorando a permanente promoção do acolhimento daquele que bate à sua porta, por reconhecê-lo sujeito de direitos – e não poderia ser diferente.
A propósito, a Ouvidoria, a partir de 2016 implementou indicadores aptos a mensurar o cumprimento das metas e a resolutividade das causas apresentadas”, disse a procuradora de Justiça, Rita de Cássia Maia Baptista, que é ouvidora do Ministério Público.
O MP informou que já começou a receber demandas por meio do aplicativo. O primeiro a fazer uso do canal foi o advogado Alex Borralho. Ele encaminhou informações referentes a um crime ambiental, que não teve os detalhes divulgados ainda.
Borralho aproveitou para cobrar ação semelhante de procurador-geral de Justiça e do Conselho Superior do Ministério Público.
“Seria uma forma de o órgão repassar, principalmente aos promotores de justiça das comarcas, possíveis irregularidades existentes no local onde residem aqueles que integram o meio comunitário, ajudando o fiscal da lei na prestação dos serviços de cunho social”, declarou o advogado.
Além dos contatos virtuais, quem quiser ter cointato com Ministério Público do Maranhão pode ir à Procuradoria Geral de Justiça, que fica Avenida Professor Carlos Cunha, s/nº, no bairro Calhau, em São Luís. O CEP é 65076.820.

Wewerton Rocha diz que está tranquilo na confiança de que ficará provado que ele nunca cometeu nenhum ato ilícito
Levantamento exclusivo da Revista Congresso em Foco mostra que cerca de metade dos deputados e senadores da atual legislatura (2015-2018) responde a algum procedimento investigatório no Supremo Tribunal Federal (STF). Ao todo, são 238 parlamentares às voltas com a Justiça no âmbito do STF (leia abaixo quem são os investigados e as respostas enviadas à reportagem).
Antes da publicação deste material, o site procurou cada um dos alvos de inquérito ou ação penal, para veiculação das respectivas manifestações na íntegra. O espaço está aberto para as explicações dos congressistas a qualquer tempo.
Nos últimos dias, o levantamento mostrou que o número de senadores com pendências no STF bateu recorde; que cinco partidos concentram o maior número de investigados; que as acusações criminais contra esses parlamentares tiveram um salto de 68%; e que os crimes de corrupção são os principais entre as investigações em curso no Supremo.
A atualização da situação criminal dos parlamentares no Supremo é um dos principais assuntos da nova edição da Revista Congresso em Foco. A mais recente reportagem desta série, publicada nesta terça-feira (25), mostra que o os crimes de corrupção são os principais motivos de processos contra parlamentares. Para acessar o conteúdo completo da publicação.
Deputados

José Reinaldo (PSB): Inquérito 4412, por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Delatores da Odebrecht na Lava Jato afirmam que Reinaldo era conivente, quando governador, com propina recebida pelo então procurador-geral do estado, Ulisses César Martins. Os dois negam ter conhecimento das ilegalidades.
Pedro Fernandes (PTB): Inquérito 3728, por peculato e abuso de poder.
Waldir Maranhão (PP): O ex-vice-presidente da Câmara é alvo de três inquéritos (3989, 3787 e 3784), por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. De acordo com o doleiro Alberto Youssef, delator da Lava Jato, o deputado era um dos políticos do PP que recebiam dinheiro desviado de contratos da Petrobras.
Weverton Rocha (PDT): Inquéritos 3621 e 3394, por crimes contra Lei de Licitações, peculato e corrupção. O primeiro caso investiga a suspeita de irregularidades na contratação de emergência para obras de um ginásio quando o deputado era secretário estadual de Esporte, no Maranhão. A segunda investigação apura se Weverton participou de desvios de verbas no Ministério do Trabalho, quando era assessor especial do ministro Carlos Lupi, por meio da contratação irregular de ONGs. “Ficará provado que ele nunca cometeu nenhum ilícito, pois todos os seus atos no Executivo foram respaldados por orientação correta e competente de assessoria jurídica”, diz a assessoria.
Leia a íntegra da nota enviada pela assessoria de imprensa do deputado:
“No inquérito 3.621, que é apenas investigação, a denúncia do Ministério Público não aponta vantagem indevida do deputado na contratação de emergência para obras de um ginásio de esporte, nem indícios de superfaturamento ou prejuízo aos cofres públicos, razão pela qual o deputado tem confiança que a denúncia será rejeitada ou ele será absolvido sumariamente.
Por fim o inquérito 3.394 foi instaurado a pedido do então ministro do Trabalho, Carlos Lupi, para provar a inexistência de contratação irregular de Organizações Não-governamentais pelo Ministério, numa resposta a uma falsa publicação feita pela revista Veja. O Ministério Público ainda não formulou opinião formal e o deputado aguarda o pedido de arquivamento por parte da PGR. Weverton apresentou ação indenizatória contra a revista.
Nos dois casos o deputado está muito tranquilo na confiança de que ficará provado que ele nunca cometeu nenhum ato ilícito, pois todos os seus atos no Executivo foram respaldados por orientação correta e competente de assessoria jurídica.”
Senador

Edison Lobão (PMDB) – O ex-ministro de Minas e Energia é investigado em cinco inquéritos, três deles (3989, 4267 e 4326) na Lava Jato. No inquérito 3989, é investigado com base na delação de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras. De acordo com o delator, Lobão pediu que ele mandasse R$ 2 milhões à ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney para a campanha de 2010. Ainda na Lava Jato, também foi citado na delação premiada de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, indicado ao cargo por Renan Calheiros (PMDB-AL) com aval de Lobão e seus colegas Romero Jucá (PMDB-RR) e Jader Barbalho (PMDB-PA). Todos eles foram beneficiados com o esquema de propina, de acordo com Machado.
As acusações resultaram na abertura dos inquéritos 4267 e 4326, por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção. Ainda é investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no inquérito 4260, do chamado eletrolão, que investiga esquema de pagamento de propina na Eletronuclear, desmembrado da Lava Jato. Também responde ao inquérito 4516 (crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores).
Lobão não atendeu aos pedidos de explicações do Congresso em Foco sobre as acusações dirigidas contra ele.