O vereador de São Luís, Beto Castro (PROS) afirmou ao blog, logo após a sessão desta quarta-feira (05), quando se envolveu num bate-boca com seu colega de plenário Honorato Fernandes (PT), que não há quebra de decoro parlamentar, afirmando que apenas se defendeu das ofensas ditas a ele.
– Fui xingado de “rato” e ” fuxiqueiro”. Se eu me exaltei foi por conta dessas declarações dirigidas a mim. Vou aguardar o colega acionar o Conselho de Ética para poder formular a minha denúncia contra ele também – declarou.
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Lucas Albo de Oliveira, 23 anos, o jovem acusado de matar o DJ Yago Siki, 23 anos, com dois tiros na saída de uma festa no Conic, se entregou à polícia por volta das 14h desta quarta-feira (5). Ele entrou pela garagem do prédio. Ele usava uma blusa com capuz.
O pai dele, Pedro José de Oliveira Neto, acabou na delegacia nesta manhã, ao ser abordado, por acaso, em uma blitz de trânsito da Polícia Militar, na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto. Sem documentos, o homem começou a chorar e contou ao policial que o filho Lucas era o jovem que assassinou Yago no Conic, por volta das 6h de domingo (2).
Apesar de estar muito abalado, em nenhum momento o pai de Lucas alterou a voz com os policiais militares. “Ele falava baixo e demonstrava muito sofrimento com a situação toda”, disse o tenente Belino. Assim que a história foi confirmada na delegacia, a PM deixou Pedro aos cuidados da Polícia Civil.
Protesto
Ao saber que o pai de Lucas estava na delegacia, os amigos de Yago Siki se mobiliaram para ir até o local. A intenção deles é cobrar a prisão do responsável por tirar a vida do DJ. A empresária Juliana Uessugue de Castro, 27 anos, foi a primeira a chegar e conta que um grupo foi criado para a troca de informações. “Não queremos que passe impune.
Conheci o Yago há um mês, no dia do meu aniversário, e ele era uma pessoa tão linda, a dor é grande. É uma tragédia. No domingo, vi a notícia e tive que ler duas vezes para ter certeza. Estamos aqui para ter certeza que não passará impune”, disse.
Também em busca de justiça, uma amiga de Ana*, ex-namorada de Lucas, estava na festa. “Depois da briga, cheguei a falar com o Yago ele falou: “Tá vendo como eu cuido de vocês? Eu amo vocês’. Depois, pedi pra Ana para irmos embora. Só soube no dia seguinte.”

França e Waldir, uma aliança para destruir Santa Luzia
Que macacada! A prefeitura de Santa Luzia, administrada por Francilene Paixão de Queiroz, a França do Macaquinho (PP), publicou no Diário Oficial do Estado (DOE), de uma só vez, mais de 179 contratos de locação, com valores que variam entre R$ 5 a 30 mil. O desembolso para pagamento de aluguéis desses imóveis utilizados para serviços públicos podem ultrapassar a bagatela de R$ 1 milhão.
DOCUMENTO
Clique aqui e baixe o diário com os mais de 179 contratos
Os contratos correspondentes às locações das propriedades teriam sido realizados para abrigar vários órgãos da prefeitura. No entanto, o que levanta suspeita é a quantidade contratos de locação: quase 200 imóveis. Os indícios de irregularidades ficam ainda maiores quando se confronta da data da assinatura dos contratos com a publicação no Diário. Ou seja, assinados entre janeiro e fevereiro, os extratos contratuais só foram tornados públicos, no dia 20 do mês passado, quase seis meses depois das assinaturas.

Festival de contratos de alugueis sob suspeita na gestão de França Macaquinho
Chama atenção também a duração e a relação locatícia de membros da prefeitura com proprietários de alguns imóveis, mas essa macacada de França só iremos contar no próximo post. Além disso, o blog mostrar vários casos de suspeitas de corrupção que envolve a chefe do executivo luziense. Os esquemas com projetos de construções de casas, por exemplo, podem levar Macacaquinho para a gaiola do carro da Policia Federal. O caso é gravíssimo e pode custar até o mandato da prefeita. Aguardem!
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Segundo a proposta de Wellington, o servidor que optar pelo parcelamento do imposto pode requerer o desconto em folha
Os servidores públicos do Maranhão poderão parcelar o pagamento do IPVA dos seus veículos com desconto na folha de pagamento. É o que propõe o Projeto de Lei 152/2017, de autoria do deputado estadual Wellington do Curso (PP), em tramitação na Assembleia Legislativa.
De acordo com a proposta de Wellington, o servidor que optar pelo parcelamento do pagamento do imposto, pode requerer o desconto em folha em até doze parcelas. “Essa é uma iniciativa que beneficia o conjunto dos servidores do Estado. A opção é para aqueles que preferem pagar o IPVA dos seus veículos de forma parcelada. Nós estamos com essa proposta, permitindo que o parcelamento em doze vezes e com desconto na folha de pagamento”, disse Wellington.
Ainda de acordo com o projeto, para ter os benefícios do Programa de Desconto em Folha Parcelado, o servidor deverá solicitar, pessoalmente, em seu órgão de origem, e se sujeitará às regras utilizadas na administração pública para empréstimos do mesmo tipo, a exemplo de empréstimo consignado. O projeto não altera os calendários de pagamentos, fixados pelo número final de cada placa.
“Essa ideia veio dos próprios servidores públicos e representa um avanço. Tanto para o servidor, que terá possibilidade de um número maior de parcelas quanto para o Governo, que terá a certeza do recebimento dos valores devidos. Assim, ganham os dois lados”, afirmou Wellington.
Tramita também na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei Nº 099/2017, que é de autoria do deputado Wellington e prevê o impedimento da retenção, apreensão e recolhimento do veículo com o IPVA atrasado. A proposta tem justificativa firmada no entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) e busca guardar algo que é assegurado na própria Constituição, ao proibir o efeito de confisco.

José Vieira Lins, prefeito de Bacabal, sua esposa Patricia Vieira, o vice-prefeito Florêncio Neto e o capataz Jaime Rocha são algumas das pessoas que devem ter sérios problemas com a Justiça nos próximos dias.
As licitações realizadas pela Prefeitura de Bacabal estão sendo alvo de denúncias em diversos órgãos. O Ministério Público Estadual é um dos que deve receber boa parte das denúncias que estão sendo feitas também por cidadãos da cidade.
Triunvirato tem o réu Jaime Rocha como um dos membros
A administração da cidade, como já dito neste blog (releia), é comandada por uma junta governativa composta pela primeira-dama Patricia Vieira, pelo seu irmão Ramon Braga e pelo capataz e diretor da TV Mearim Jaime Rocha.
Jaime Rocha é inclusive réu no Processo nº 2833-32.2016.8.10.0048 (2841/2016). Trata-se de uma Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa movida pelo Ministério Público Estadual. A ação versa justamente sobre licitação na prefeitura de Itapecuru Mirim.