
A Justiça Eleitoral negou o pedido de recontagem de votos feita pelo candidato a vereador de São Luís, Antônio de Lisboa Machado Filho, conhecido como Professor Lisboa, do Podemos.
A decisão foi proferida pela juíza Janaína Araújo de Carvalho, titular da 1ª Zona Eleitoral, que considerou não haver indícios para justificar a medida.
Lisboa, que já ocupou uma cadeira na Câmara Municipal entre 2013 e 2016, disputou as eleições de 2024, mas não conseguiu se eleger. Em sua petição, protocolada em 10 de novembro do ano passado, ele alegou a ocorrência de problemas como apagão de energia e lentidão no processamento dos votos em urnas eletrônicas.
Segundo o candidato, os incidentes afetaram a Zona 076, Seção 0461; Zona 002, Seções 081, 082 e 083; e Seção 119. Além disso, mencionou a Zona 179, Seção 424, que, após verificação, constatou-se que não existe.
Ao analisar o caso, a magistrada destacou que não houve impugnação durante a apuração dos votos, conforme exigido pelo artigo 169 do Código Eleitoral. Dessa forma, o pedido de recontagem perdeu validade jurídica.
A juíza também ressaltou que Lisboa não apresentou provas concretas de que as supostas irregularidades comprometeram o resultado da eleição, limitando-se a alegar falhas genéricas. O Ministério Público Eleitoral também se manifestou contra a recontagem.
Em seu despacho, a magistrada pontuou que a recontagem de votos é incompatível com o sistema eletrônico de votação, salvo quando há comprovação de falhas materiais, o que não ocorreu no caso analisado.
“Diante do exposto, indefiro o pedido de recontagem de votos formulado por Antônio de Lisboa Machado Filho”, concluiu a juíza.
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O prefeito reeleito de São João Batista, Mecinho (Republicanos), e o vice-prefeito, Willame Barros (PSDB), estão sendo alvos de uma investigação por suspeita de abuso de poder, após denúncia da Coligação “Chegou a vez do povo”, composta pelos partidos MDB, PSB, PRD, PP e pela Federação Brasil da Esperança, formada pelos partidos PC do B, PT e PV.
De acordo com os autos obtidos pelo blog do Antônio Martins, a ação conta com quatro volumes que comprovam o suposto crime eleitoral, cópias do Diário Oficial do Município, uma grande quantidade de fotos e vídeos, além de depoimentos de eleitores em um inquérito que apurou os indícios do uso da máquina pública.
O processo foi protocolado pelos advogados Daniel de Faria Jerônimo Leite, Luís Eduardo Franco Bouéres, Mariana Pereira Nina, Luann de Matos Oliveira Soares, Cláudio Eduardo Sousa e Silva, do escritório Daniel Leite Advogados Associados.
No fim do mês passado, a juíza Luísa Caricio da Fonseca, titular da 63ª Zona Eleitoral, aceitou a ação e determinou a citação de Mecinho e Willame Barros. Além da cassação, o processo também pode resultar na inelegibilidade dos dois por oito anos, a partir das eleições de 2024.
ELEIÇÕES 2024
Mecinho foi reeleito com 8.141 votos, o que correspondeu a 48,09% dos votos válidos. Já Carlos Figueiredo ficou em segundo lugar e teve 6.429 votos, foram 37,98% dos votos válidos.
Clique aqui e leia o despacho
0600647-26.2024.6.10.0063
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Nesta sexta-feira (14), a Secretaria Municipal de Educação, sob a liderança do secretário Carlos Júnior e com o apoio da Prefeitura de Tuntum, prefeito Fernando Pessoa, promoveu o 1° Encontro Educacional Interativo. O evento foi um momento especial de troca e aprendizado, reunindo professores, gestores e coordenadores da rede pública de ensino do município.
O secretário Carlos Júnior destacou a importância da iniciativa: “Hoje é mais um marco para a educação em Tuntum. Reafirmamos nosso compromisso com uma educação municipal de qualidade para todos.”
Representando o prefeito Fernando Pessoa, o vice-prefeito Nelson do Nanxi também esteve presente e reafirmou o compromisso da gestão em fortalecer cada vez mais a educação no município.
O encontro reforça a valorização dos profissionais da educação e a busca por melhorias contínuas no ensino de Tuntum.
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Othelino Neto comentou voto divergente de Alexandre de Moraes (Divulgação)
O deputado estadual Othelino Neto (Solidariedade), comentou o voto divergente do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na Ação Direta de Inconstitucionalidade que questiona o critério adotado pela Assembleia Legislativa, para definir o resultado da eleição para a presidência da Casa, após registrados dois empates.
A relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, votou contra a procedência da ação. Moraes abriu voto parcialmente divergente. O julgamento foi suspenso após pedido de vista do ministro Dias Toffoli.
Othelino afirmou estar confiante, e disse acreditar que o STF vai reconhecer eventual inconstitucionalidade da aplicação do critério de desempate utilizado pela Assembleia.
“Sobre a ação que questiona o resultado da eleição de presidente da Assembleia, o voto divergente do ministro Alexandre de Moraes empatou o julgamento, que foi suspenso pelo pedido de vista do ministro Toffoli. Estou confiante que o Supremo reconhecerá a inconstitucionalidade da aplicação da regra adotada”, escreveu em seu perfil em rede social.
Divergência
O entendimento de que o voto de Alexandre de Moraes empatou o julgamento, não é seguido por alguns advogados e juristas.
Para estes, a divergência aberta por Moraes diz respeito tão somente ao fundamento do voto, que trata do princípio da anualidade.
O entendimento neste caso é de que Moraes manteve o mesmo efeito prático do voto da relatora, uma vez que tanto o critério atual, quanto o antigo utilizado pela Alema, falam sobre o desempate por meio do critério de idade.
No voto, Moraes afirmou que o critério antigo deveria ter sido usado.
No regimento interno da Alema, a mudança efetuada trata do inciso IX, do artigo 8º [1991], que conta com nova redação no inciso IV, do artigo 8º [2024] do regimento.
Em caso de embargo, é possível que Moraes faça correção ou esclareça trecho do voto.
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As propostas abrangem desde a instalação de sinalizações até a recuperação de ciclovias e a retomada de linhas de ônibus / Leonardo Mendonça
Durante o mês de fevereiro, os vereadores da Câmara Municipal de São Luís encaminharam requerimentos e indicações com o objetivo de melhorar a mobilidade urbana e o transporte público na capital maranhense. As propostas abrangem desde a instalação de sinalizações até a recuperação de ciclovias e a retomada de linhas de ônibus. Confira os pedidos.
O vereador Andrey Monteiro (PV) solicitou um estudo técnico para a implantação de sinalizações horizontais e verticais em frente à Praça das Mercês, no entorno do Centro Histórico de São Luís. Já Raimundo Penha (PDT) pediu a implantação de sinalização horizontal e vertical nas Avenidas 01, 37 e 39 do bairro Bequimão.
A vereadora Professora Magnólia (União Brasil) solicitou, com urgência, a instalação de sinalização semafórica e horizontal na Rua Projetada, no bairro da Forquilha, em frente ao Posto de Combustível Shell.
Wendell Martins (Podemos) pediu a realização de um estudo e a execução de medidas de segurança no trânsito da Avenida do Sabiá, na Vila Embratel/Gapara, incluindo mecanismos para redução de velocidade.
A vereadora Rosana da Saúde (Republicanos) apresentou uma indicação solicitando a implantação de um abrigo no ponto de ônibus e a colocação de uma faixa de pedestre com sinalização na BR-135, KM 5, em frente ao IFMA.
Raimundo Jr. (Podemos) solicitou a instalação de uma faixa de pedestre em frente ao Colégio Obra Nova, localizado na Rua das Gaivotas, no Calhau. Ele também propôs a criação do Projeto Travessia, para garantir a segurança dos pedestres.
No que diz respeito ao transporte público, Beto Castro (Avante) pediu o retorno das linhas de ônibus Areinha/Monte Castelo e Bom Milagre/Monte Castelo, esta última com integração ao Terminal da Praia Grande. O parlamentar também sugeriu a instalação de abrigos de chuva para motoqueiros, incluindo motoboys, motoubers e entregadores de aplicativos. Já Octávio Soeiro (PSB) solicitou uma ampla avaliação e recuperação dos abrigos de ônibus em toda a cidade.
Em relação à infraestrutura e mobilidade urbana, Beto Castro solicitou a organização do trânsito na Feira do Bairro de Fátima. Cléber Verde Filho (MDB) pediu a recuperação da ciclovia da
Avenida Tibiri, principal via do Conjunto São Raimundo.
Por fim, o Coletivo Unidos (PRD) solicitou a instalação de um canteiro divisor de vias na Avenida 4, Quadra 14, no IV Conjunto Cohab.
As solicitações foram encaminhadas ao Governo do Estado, à Prefeitura de São Luís e aos órgãos competentes, como a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (SEMOSP) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
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