
Ata prevê a adquisição de 79.857 pacotes com folhas da planta. Município é comandado pela prefeita Ivone do Antonio da Paraense
No município maranhense de Presidente Médici, localizado na microrregião do Pindaré, pode faltar tudo, menos manjericão na merenda escolar. A cidade é administrada pela prefeita Ilvane Freire Pinho, a Ivone do Antonio da Paraense, que aparece na foto em destaque com seu vice, Jack Sandro Pinheiro Aroucha, ambos do PSD.
De acordo com resenha de ata registro de preços da Secretaria Municipal de Educação, a prefeitura prevê a compra de exatos R$ 139.749.75 (cento e trinta e nove mil, setecentos e quarenta e nove mil e setenta e cinco centavos) apenas com as folhas da planta — comumente utilizada como tempero aromático na tradicional pizza margherita.
O valor é referente a tabela apresentada para compra pela empresa Maria de N Freire Alves – EPP, conhecida no mercado como Depósito Zezão, e corresponde ao total de 79.857 pacotes de manjericão, da marca Fortifruti. A informação foi publicada primeiro pelo Blog do Chico da Voz.
Cada pacote de manjericão custa R$ 1,75 a unidade e deve ser “fresco; de elevada qualidade; sem defeitos; com folhas verdes, tamanho e coloração uniformes e típicos da variedade, sem traços de descoloração, turgescentes, firme e intacto, devendo ser bem desenvolvidos, verduras próprias para o consumo devendo ser procedentes de plantas sadias, serem frescas, abrigadas dos raios solares, apresentarem grau de desenvolvimento ideal quanto ao tamanho, aroma, cor e sabor que são próprias da variedade, estarem livres de insetos e doenças, assim como de microbiológicas: conforme legislação vigente. Isento de danos físicos e mecânicos oriundos do manuseio de transporte, obedecer aos padrões das ANVISA”.
Ao todo, a previsão de gastos com o Depósito Zezão — na aquisição de leite em pó, tomate, pão doce/massa fica, banana prata e outros itens — chega ao total de R$ 489.643,25 (quatrocentos e oitenta e nove mil seiscentos e quarenta e três reais e vinte e cinco centavos).
A ata registro de preços tem vigência de 12 meses, contada a partir da data de assinatura, que ocorreu no dia 5 de abril deste ano.

Por volta das 09h, o trânsito na BR-135 foi liberado pelos moradores do Residencial Ribeira. O protesto começou por volta das 5h30 da manhã desta terça-feira (05) e um grande engarrafamento se formou.
Os manifestantes pedem melhoria na infraestrutura da região que tem muitos buracos, e não tem iluminação. Eles pedem ainda a construção de uma escola.
A via foi bloqueada com pedaços de madeira e pneus que foram queimados.
Como alternativa para conseguir chegar à parte urbana da cidade alguns condutores estão segundo por um acesso da BR que fica logo após o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, passando pelo Porto do Itaqui e saindo na região Itaqui-Bacanga.
A General Motors deve anunciar esta semana sua nova concessionária em São Luís e a escolhida é a Saga, que já atua na capital maranhense com as marcas Renault, Fiat e Jeep. O local de funcionamento da nova revenda é o Jaracati Shopping, onde vai ocupar a loja onde está a Nova Mundo, enquanto a parte em que funcionou o Supermercados Mateus vai ser adaptada para instalação das oficinas de assistência técnica.
A Saga substituirá a Dalcar, que foi, até 2014, campeã de vendas no estado, com registros de até 14 mil vendas/ano, o que dá uma média mensal superior a 1,1 mil. A Dalcar, que vai continuar representando a marca em Bacabal e Santa Inês, tinha, somente na Ilha, seis lojas: Areinha, Cohab-Anil, Cohafuma, Cohama e Holandeses (em São Luís) e Maiobão (Paço do Lumiar). Tão logo seja anunciada a substituta, ela deve divulgar nota explicando as razões do seu descredenciamento.
Com matriz em Goiás e atuação também no Distrito Federal, Minas Gerais e Mato Grosso, a Saga representa 20 marcas de automóveis e motos: Audi, BMW, Chevrolet, Chrysler, Citröen, Dodge, Fiat, Ford, Hyundai, Jaguar, Jeep, Land Rover, Mini, Nissan, Peugeot, Ram, Renaut, Volkswagen, Toyota e Triumph. Leia reportagem completa em Maranhão Hoje.

Francisco Jansen Mnedonça da Luz, 42 anos
Dois homens feridos no conflito de ontem (domingo, 30), entre um grupo de sem-terra conhecidos como “gamelas” e criadores de gado e agricultores, no povoado Bahias, em Viana (Baixada Maranhense), foram transferidos para um hospital de São Luís, segundo nota da PM-MA. A corporação não informou o nome do hospital da capital que recebeu os feridos. Eles vieram de hospitais da Baixada, para onde foram levados os baleados (cinco, segundo a PM), no confronto.
O conflito aconteceu quando um grupo de “gamela” (um povo que vive na região de Viana e Matinha e que há algum tempo luta pelo reconhecimento como indígena, junto à Funai, em Brasília) invadiu uma fazenda na área e houve reação dos proprietários e dos empregados, o que gerou uma troca de tiros com utilização de espingardas ‘bate-bucha’.
De acordo com apuração preliminar, os indígenas ocuparam uma primeira fazenda, sem resistência dos moradores. Logo após, teriam ido para uma segunda fazenda e ali houve o conflito. Nenhuma morte foi confirmada.
O Conselho Indigenista Missionário (Cimi), que considera os “gamelas” um “povo indígena”, informou que “os indígenas já haviam decidido se retirar de uma área tradicional retomada, antevendo a violência iminente, mas, enquanto saíam, sofreram uma investida de dezenas de homens armados de facões, paus e armas de fogo, e pouco puderam fazer em defesa própria, a não ser correr para a mata”.
Segundo o Cimi, além de três indígenas feridos por armas de fogo – dois deles em estado grave –, ao menos uma dezena de “gamelas” foram feridos a golpes de facão e pauladas.

Uma invasão de fazenda neste domingo terminou em confronto com ‘índios’ e vários feridos no município de Matinha, na Baixada Ocidental Maranhense. Apesar de especulações sobre mortes, a Polícia Militar não confirmou óbitos. Uma vítima está internada em estado grave num hospital de Pinheiro.

O conflito envolveu os chamados ‘índios gamela’ (um povo que vive naquela região e que há algum tempo luta pelo reconhecimento como indígena, junto à Funai, em Brasília). Eles invadiram uma fazenda e houve reação dos proprietários e dos empregados, o que gerou uma troca de tiros com utilização de espingardas ‘bate-bucha.
Os feridos foram removidos para os hospitais de Viana e Matinha, sendo um em estado crítico.
O comando da Polícia Militar confirmou o confronto e informou que enviou cinco equipes para o local; três do destacamento de Viana e duas do GOE – Grupo de Operações Especiais de Pinheiro. Segundo a Polícia Militar, os conflitos entre fazendeiros e os chamados ‘gameleira’ já são antigos na região.