Pedro Lucas já despacha na Agência Executiva Metropolitana

O presidente da Agência Executiva Metropolitana, Pedro Lucas Fernandes (PTB), e o secretário de Estado Extraordinário de Relações Institucionais, Luis Carlos Porto, tomaram posse, na tarde de quinta-feira, 2, no Palácio Henrique de La Rocque (Calhau). Além do governador Flávio Dino, participaram da solenidade, secretários estaduais, prefeitos, deputados, vereadores, dentre outras autoridades.

Na ocasião, Flávio Dino destacou as qualidades dos gestores escolhidos para assumir os novos cargos. “O melhor modelo de matar uma ideia é executá-la mal. Ideais extraordinárias, malfeitas, se transformam em um problema. O Pedro Lucas tem alguns atrativos que me levaram a formular esse convite. Ele supera a dicotomia falsa entre o político e o técnico”, disse o governador, destacando a experiência do jovem político como vereador.

NOVOS DESAFIOS

“Nosso principal desafio é tornar a Agência Metropolitana presente na vida do povo, do cidadão. Para isso, a gente tem que enfrentar alguns temas, como a mobilidade, a gestão dos resíduos sólidos, e criar o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado. Nunca tivemos um órgão como esse, os desafios são muito grandes, mas a gente vai superar com muito trabalho”, declarou Pedro Lucas sobre o novo cargo.

A política de metropolização, já implementada pelo Governo do Estado com os quatro municípios que compõe a Grande Ilha de São Luís, será expandida para todos os 13 municípios que compõe a região. São eles: São Luís, São José de Ribamar, Raposa, Paço do Lumiar, Alcântara, Bacabeira, Rosário, Axixá, Santa Rita, Presidente Juscelino, Cachoeira Grande, Morros e Icatu.

O primeiro passo para o processo de metropolização será a criação do Colegiado Metropolitano, gerando grandes expectativas entre as administrações municipais envolvidas, como São José de Ribamar. “A expectativa é a melhor possível, o entusiasmo, o otimismo, porque esse é o passo institucional mais importante para a efetivação da gestão metropolitana”, disse o prefeito Luís Fernando.

Irmão de Renan compra terras no Maranhão

Olavo Calheiros, irmão de Renan, é deputado estadual em Alagoas

Rumores dão conta de que o senador Renan Calheiros estaria investindo em terras no Maranhão.

O empresário Olavo Calheiros, irmão do ex-presidente do Senado, aparece como comprador de 14 mil hectare de terras (no total) na região de Coroatá. Parte das áreas está sendo desmatada e já sendo utilizada para criação de gado.

A área adquirida, até agora, corresponde a 14 mil campos de futebol.

 

Rosário vai ter que pagar precatórios

Aperto nas finanças do Município de Rosário – MA e alegria para os credores: o município teve seu pedido de parcelamento de precatórios negado pelo Tribunal de Justiça. De acordo com cálculos apresentados pelo setor de contabilidade da coordenadoria de Precatórios do Tribunal de Justiça, a dívida relativa aos exercícios de 2011, 2014 e 2017, em valores atualizados na data de 20.02.2017, é de R$ 974.333,34. E mais: o TJ determinou o imediato sequestro do valor total de aproximadamente R$ 540 mil, referente ao saldo remanescente devido de 2016, se o Município não fizer o depósito de forma espontânea.

Alberto Filho para prefeito?

É o que comentam pessoas próximas ao suplente de deputado federal Alberto Filho.

Alberto não deu nenhum passo que comprove tal projeto, mas familiares do parlamentar garantem que há um plano sendo urdido com as bençãos do senador João Alberto.

No caso de uma suposta nova eleição na cidade de Bacabal, Alberto Filho seria candidato a prefeito.

Alberto Filho permanece no desempenho do mandato enquanto Sarney Filho estiver como ministro do Meio Ambiente e mantem conversações que poderão resultar na sua saída do PMDB para um partido que permita a sua eleição para deputado estadual nas próximas eleições.

MP pede na Justiça o afastamento do prefeito de Lago do Junco

Osmar Fonseca teria deixado de prestar diversas informações ao Parquet. Órgão quer que vice-prefeito assuma comando do Executivo

O prefeito de Lago do Junco, Osmar Fonseca (PT), sofreu pedido de afastamento do cargo na Justiça com base em denúncia do Ministério Público (MP) do Maranhão pelo crime de improbidade administrativa.

O ATUAL7 apurou que ele é acusado de deixar de responder uma série de requisições do Parquet, dentre elas sobre a destinação do dinheiro proveniente da repatriação; supostas irregularidades no processo de nomeação de assessor jurídico para o Município; e retirada irregular de postes de iluminação de uma praça na cidade, o que teria deixado diversos moradores da região no escuro e expostos a situações de risco.

O petista teria, ainda, deixado de prestar informações sobre as medidas que deveriam ter sido tomadas no combate ao nepotismo, criação de Procuradoria Municipal com servidores concursados, dentre outras solicitações referentes à moralidade administrativa.

No pedido de afastamento de Osmar Fonseca, é solicitado que o vice-prefeito de Lago do Junco, Enoc Lopes (PCdoB), assuma o comando do Executivo municipal, enquanto durar o afastamento do petista.

A Ação Civil Pública (ACP), com pedido de tutela antecipada, foi proposta pelo promotor de Justiça substituto da Comarca de Lago da Pedra, Tibério Augusto Lima de Melo, desde o final de janeiro último.

Ao final do processo, o MP-MA requer que o prefeito seja condenado à perda da função pública, suspensão dos direitos políticos pelo prazo de até cinco anos, pagamento de multa civil de até 100 vezes o valor da remuneração percebida pelo petista e a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.