A humilhação do candidato do PCdoB, Leonardo Sá, da disputa pela prefeitura do Pinheiro é uma derrota pessoal do deputado Othelino Neto, que impôs o nome de seu afilhado político ao partido. O resultado do domingo tirou do partido um dos maiores colégios eleitorais do estado.
IMAGEM ARRANHADA
O fracasso em fazer seu sucessor põe em xeque o projeto do próprio governador Flavio Dino de disputar a reeleição pelo governo do estado, daqui a dois anos, e reduz ainda mais o peso político do deputado no partido. A sequência de desgastes tende a piorar ainda mais se o candidato vencedor do segundo turno na capital não for o prefeito Edivaldo Júnior (PDT), que tem o vice do PCdoB.
COMO FICOU?
O resultado das eleições que foram humilhantes para Othelino Neto teve como vencedor o candidato do PP, Luciano Genésio. Ele recebeu 19.354 votos, sendo 46,01% do total.
O segundo colocado foi Filuca (PMDB) que ficou com 15.707, sendo 37,34% dos votos. Leonardo Sá (PCdoB) ficou na terceira colocação com 6.530, sendo 15,52% dos votos.
As eleições municipais de São Luís, que colocaram os candidatos Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e Eduardo Salim Braide (PMN) numa disputa para o segundo turno, trouxeram surpresas aos eleitores no que diz respeito ao legislativo. O atual vereador Bispo Paulo Luiz (PRB), ficou fora da Câmara Municipal, mesmo com a oitava maior votação dentre os candidatos, com 7.237 votos conquistados, 1.38% dos votos válidos, atrás apenas do vereador Antônio Marcos, conhecido por Marquinhos (DEM) que foi reeleito com 7.489 votos.
O que impossibilitou Paulo Luiz de renovar o mandato foi o fato dele não ter alcançado o quociente eleitoral mínimo necessário para garantir ao partido uma vaga na Câmara Municipal. A conta, que é feita através da divisão do número total de votos válidos apurados pelo número de vagas da Câmara, dificulta a entrada de pequenos partidos e coligações, como foi o caso do Partido Republicano Brasileiro (PRB) em São Luís, que não se coligou com nenhum outro partido nas eleições municipais.
Não tendo atingido o número mínimo de votos do quociente eleitoral para garantir uma vaga, o oitavo mais votado na capital maranhense, depois de feitos os cálculos baseados no quociente eleitoral e no quociente partidário, ficou na 447ª posição no ranking dos vereadores, atrás de 25 candidatos com 0 votos e 9 candidatos que obtiveram apenas 1 voto mas que, graças aos quocientes, ficaram na frente de candidatos com votações mais expressivas.
Paulo Luiz não foi o único a ficar de fora do legislativo graças aos quocientes: Marlon Garcia (PTdoB), atual vereador de São Luís e que conquistou 3.680 votos também não conquistou uma vaga na Câmara Municipal, mesmo tendo obtido 0,70% dos votos válidos.
A juíza Adriana da Silva Chaves de Melo foi empossada na Comarca de Morros – distante 98 km de São Luís – pelo presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Cleones Cunha.
A magistrada foi removida pelo critério de merecimento da Comarca de Bequimão, após aprovação, por unanimidade, em sessão plenária administrativa do Pleno do Tribunal de Justiça, ocorrida em 21 de setembro deste ano.
No ato de posse – realizado nessa terça-feira (4), no Gabinete da Presidência do TJMA – o presidente da Corte, desembargador Cleones Cunha, desejou sucesso à magistrada nessa nova etapa profissional. “Parabéns e sucesso no desempenho de suas funções judicantes na Comarca de Morros”, declarou.
Adriana de Melo ressaltou a importância de prosseguir com o trabalho desenvolvido na Comarca de Morros. “Pretendo dá continuidade aos projetos desenvolvidos pelo juiz André Ewerton Martins e manter sanada a Comarca”, salientou a magistrada.
Comarca de Morros– De entrância inicial, a Comarca de Morros (Vara Única) foi instalada pela Lei Complementar nº. 87/2005, em dezembro de 2010. Tem como termo judiciário o município de Cachoeira Grande. Desde o dia 5 de agosto de 2016, o juiz Karlos Alberto Ribeiro Mota (Titular da Comarca de Icatu) respondia pela comarca, anteriormente ocupada pelo juiz titular André Ewerton Martins.
O senador Roberto Rocha (PSB) faz um alerta ao governador Flávio Dino (PCdoB) quando afirma que “o governante não pode governar para a metade mais um”, ou seja, apenas para membros de sua coligação. “Ele tem que governar para todos”. O nobre parlamentar ressalta ainda que, “não se pode confundir governo com coligação. Muito menos, o governo com partido”.
As claras declarações do senador Roberto Rocha demonstram que nesse momento o representante do PSB se reafirma no papel de oposição ao governador do Maranhão, apesar de ter sido eleito com as bênçãos do comunista Flávio Dino. Roberto Rocha pode ainda ser o principal adversário do governador nas eleições de 2018, quando Dino buscará a reeleição e acima de tudo, reafirmar-se como eventual liderança política no estado.
Veja o que diz o senador Roberto Rocha no facebook:
Governo é governo, partido é partido.
Nenhum partido no Brasil consegue chegar ao governo sozinho, porque não tem 50% + 1. Para isso, precisa fazer alianças.
Mesmo o PT e o PSDB, com a presidência da República, tiveram que fazer coligações.
Eleito, o governante não pode governar para metade mais um, ou seja, para sua coligação. Ele tem que governar para todos.
Desta forma, não se pode confundir governo com coligação. Muito menos, governo com partido.
Esse é o atalho mais fácil para um fracasso administrativo, pois quando o governante confunde governo com partido, ele também passa a confundir partido com Estado. É o começo do fim!
O pensamento de certa ‘esquerda’, tributário dessa lógica, costuma fazer essa confusão, fruto de interditos ideológicos e de uma auto proclamada superioridade moral.
O país viveu isso com o PT, e o governo caiu.
A população sofre os duros efeitos dessa psicopatologia política, mas, neste domingo, deu o troco nas urnas.
No Maranhão, o governador Flávio Dino, do PC do B, fez um esforço muito grande nestas eleições, a ponto de quase pintar o palácio dos Leões de vermelho.
Ao contrário do que pregou em sua posse, soltou os leões para rugirem com estridência, Maranhão adentro.
Assim mesmo, saiu da campanha menor do que entrou.
Em dezembro, o sinal vermelho poderá acender para os servidores públicos. Infelizmente, caso aconteça, será um péssimo agouro para as dezenas de prefeitos neo-comunistas que no mês seguinte tomam posse alimentados pela esperança de virtuosas parcerias.
Orientamos que os cidadãos repassem informações que ajudem a polícia no combate ao crime por meio do Disque Denúncia 3223 5800 (capital) 0300 313 5800 (interior), do número do aplicativo Whatsapp (98) 9.9163.4899, pelo aplicativo Disque Denúncia SSP-MA e o número 190, compatível com todos os sistemas operacionais.
Em decorrência da circulação de mensagens por meio de redes sociais (whatsapp), nesta quarta-feira (4), com teor ordenando o fechamento de bares, restaurantes, postos de gasolina, estabelecimentos comerciais e com ameaça de cortes de fios de energia para que São Luis fique no apagão, o comando da Polícia Militar do Maranhão (PMMA), esclarece que não emitiu nenhuma nota com tal teor, e repudia veementemente a circulação de mensagens que disseminem pânico na população.
Destacamos que a PMMA tem realizado operações de policiamento ostensivo e preventivo em toda a região metropolitana de São Luís, com atenção aos pontos mais críticos para coibir qualquer ato de violência e vandalismo.
Orientamos que os cidadãos repassem informações que ajudem a polícia no combate ao crime por meio do Disque Denúncia 3223 5800 (capital) 0300 313 5800 (interior), do número do aplicativo Whatsapp (98) 9.9163.4899, pelo aplicativo Disque Denúncia SSP-MA e o número 190, compatível com todos os sistemas operacionais.
Coronel José Frederico Gomes Pereira
Comandante-Geral da Policia Militar do Maranhão