PRP declara apoio á candidatura de Ocileia na Raposa

prp2O presidente do Partido Republicano Progressista – PRP no município de Raposa, Márcio Leonardi, após conversar com pré-candidatos a vereador da agremiação partidária, em concordância, decidiu apoiar a pré-candidatura de Ocileia Fernandes [PRB-10] para prefeita de Raposa.

Foram várias reuniões nos últimos dias, conversando separadamente com cada um dos pré-candidatos e depois de analisar a posição de todos, decidiu-se que o melhor para a Raposa é o apoio à pré-candidatura de Ocileia.

“Esse é o desejo dos nossos pré-candidatos e como presidente, tomei essa decisão em conformidade com a maioria absoluta de nossos filados”, explicou

Márcio Leonardi reafirmou que busca o crescimento do partido, que hoje tem o vereador Ivaldo, na Câmara Municipal de Raposa.

“Nosso objetivo é eleger dois ou três vereadores, e isso será possível na forma que estamos discutindo a montagem da chapa proporcional, sendo que qualquer coligação será amplamente discutida entre os diretores do partido. Deixei claro que desde a primeira reunião essa aliança teria futuro, apenas precisava do aval dos demais interessados para o fechamento […] Agora, estamos com Ocileia […] O PRP, agora, apoia o 10 na Raposa”, afirmou.

Senadores endossam indicação do advogado Charles Dias ao CNJ

BLOG GILBERTO LEDA

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Os senadores do Maranhão, Edison Lobão (PMDB), João Alberto (PMDB) e Roberto Rocha (PSB), encaminharam na semana passada um ofício ao presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) recomendando que o Senado indique o advogado Charles Dias para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O advogado maranhense é um dos postulantes à vaga aberta pelo fim do mandato de Fabiano Silveira, que havia sido indicado pela Casa.

No expediente, os senadores destacam a formação acadêmica de Dias e seu currículo profissional e lembram que ele foi recentemente eleito conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Reforçam, ainda, que ele conta com o apoio da advocacia nacional.

Sarney e Lobão receberam mais de R$ 42 milhões em propina

sarney-e-lobãoO ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirmou a investigadores da Operação Lava Jato, em depoimentos de delação premiada, ter repassado propina a mais de 20 políticos de 6 partidos. O novo delator da Lava Jato contou aos procuradores da República sobre pedidos de doações eleitorais de parlamentares de PMDB, PT, PP, DEM, PSDB e PC do B.

O ex-senador José Sarney e o senador Edison Lobão, maranhenses do PMDB, receberam, juntos, o total de R$ 42,5 milhões em propina.

O acordo de delação premiada, que pode reduzir eventuais penas de Machado, em caso de condenação, foi homologado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). A íntegra dos depoimentos, que somam 400 páginas, foi tornada pública no inicio da tarde desta quarta-feira (15).

O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado disse em delação premiada que o ex-senador José Sarney (PMDB-AP) recebeu propina de contratos da Transpetro durante nove anos, no valor total de R$ 18,5 milhões. Desse montante, R$ 16 milhões foram recebidos em espécie. O dinheiro está inserido na propina total repassada pela Transpetro ao PMDB, que somou mais de R$ 100 milhões ao longo dos anos.

O primeiro repasse de propina a Sarney foi realizado em 2006, no valor de R$ 500 mil. A princípio, o dinheiro era repassado sem periodicidade certa. A partir de 2008, as parcelas eram pagas anualmente. Os repasses perduraram até agosto de 2014. O dinheiro era transferido ora como doações oficiais ao PMDB, com recomendação expressa de repasse a Sarney; ora em entregas em espécie. A origem dos recursos eram as empresas com contrato com a Transpetro, que são investigadas na Lava-Jato.

LOBÃO

O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirmou ainda em seu acordo de delação premiada que foi pressionado a pagar a “maior propina do PMDB” ao então ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, hoje senador pelo PMDB do Maranhão. Segundo Machado, a exigência foi feita por Lobão por causa da condição de ministro e porque a Transpetro estava vinculada ao ministério que ele comandava.

“Que o depoente [Machado] se reuniu com ele no seu gabinete no ministério; Que Lobão afirmou que na qualidade de ministro queria receber a maior propina mensal paga aos membros do PMDB”, disse. “Que ele achava que deveria receber o maior valor, porque sua pasta era responsável direta pela Transpetro”, declarou.

Segundo o delator, Lobão pediu R$ 500 mil por mês, mas Machado disse que só tinha condições de pagar R$ 300 mil. O ex-ministro orientou, segundo o delator, a forma, o local e o destinatário do dinheiro desviado de contratos da Transpetro.

“Que Lobão disse ao depoente que queria receber esse recurso em dinheiro e no Rio de Janeiro, frisando que só poderia ser no Rio de Janeiro e que o elo era seu filho, Márcio Lobão”, diz trecho da delação.

Ao todo, segundo o delator, o ex-ministro Edison Lobão recebeu R$ 24 milhões em propina, dos quais R$ 2,7 milhões foram pagos por meio de doações. Machado apontou que doações oficiais foram disfarçadas de propina, como repasses da Camargo Correa, R$ 1 milhão em 2010, Queiroz Galvão R$ 1 em 2010 e uma doação de R$ 750.000,00 em 2012.

Policiais civis e peritos do Maranhão iniciam greve nesta quinta-feira

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Policiais civis fazem greve por tempo indeterminado no Maranhão

Policiais civis do Maranhão iniciam nesta quinta-feira (16) uma greve geral por tempo indeterminado. A categoria reivindica o que chama de ‘valorização da carreira’ e recomposição salarial, além de melhoria nas estruturas das delegacias, bem como aumento do efetivo, tecnologia e inteligência policial.

O governo do Maranhão ofereceu reajuste de 15%, sendo que ainda parcelada em três anos, sendo 6% a partir de junho de 2016, outros 6% em março de 2017, e por fim mais 3% em fevereiro de 2018, além de R$ 146,21 para a Gratificação de Dedicação Exclusiva, que seria incorporada no subsídio, mas a categoria rejeitou a proposta apresentada na assembleia geral realizada na última sexta-feira (10).

Segundo o Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (Sinpol-MA), em maio de 2015, foi concedido reajuste aos policiais civis de 5% sobre o subsídio e de 40% aos delegados até julho de 2016, o que, segundo o sindicato, criou um ‘abismo salarial’ entre as carreiras da Polícia Civil no Estado.

Os peritos oficiais do Estado também rejeiraram a proposta do governo. A greve da categoria, no entanto, realiza paralisação de 48h.

Empossado novo procurador-geral de justiça do MPMA

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O novo procurador-geral de justiça fez o juramento diante de diversas autoridades

Em sessão solene do Colégio de Procuradores de Justiça, realizada na noite desta terça-feira, 14, no auditório da nova Procuradoria Geral de Justiça (Calhau), tomou posse como procurador-geral de justiça do Ministério Público do Maranhão, Luiz Gonzaga Martins Coelho, para o biênio 2016-2018. Luiz Gonzaga sucede Regina Lúcia de Almeida Rocha, que chefiou a instituição durante dois mandatos, de 2012 a 2014 e de 2014 a 2016.

Participaram da cerimônia autoridades dos poderes Judiciário, Executivo e Legislativo, além de membros e servidores do MPMA e familiares do empossado. Também estiveram presentes representantes de MPs de outros estados.

ÊXITO

A sessão foi presidida e aberta por Regina Rocha que, em seu último pronunciamento como procuradora-geral de justiça, fez um balanço de suas duas gestões (2012-2014 e 2014-2016). “Encerro uma das jornadas mais desafiadoras e enriquecedoras na minha trajetória no Ministério Público. Hoje, eu tenho um contentamento maior do que na minha posse, porque tenho o sentimento de dever cumprido”, afirmou, acrescentando que é possível “um Ministério Público transparente, eficiente e próximo do cidadão”, garantiu.

A ex-procuradora-geral elencou algumas das ações mais relevantes nos dois biênios, como a melhoria das condições de trabalho em todas as promotorias, com a reforma e construção de novas sedes, destacando a da recém-inaugurada Procuradoria Geral e as das comarcas de Governador Eugênio Barros, Colinas, Paço do Lumiar, Pindaré-Mirim e Maracaçumé; criação dos cargos de assessor de promotor; pagamento da função de diretor de promotoria; valorização dos servidores, por meio de benefícios remuneratórios e manutenção do diálogo com as entidades representativas da categoria; campanhas e programas institucionais que projetaram o MPMA nacionalmente.

Quanto às dificuldades encontradas, Regina Rocha afirmou que foi necessário implementar um choque de gestão, mas que o êxito foi alcançado, sobretudo por conta do trabalho em equipe. Agradeceu a todos que contribuíram para os resultados positivos dos dois mandatos. Citou Deus, a família, assessores, servidores, o Colégio de Procuradores e a Associação do Ministério Público (Ampem).

Regina Rocha finalizou desejando êxito ao sucessor. “Que sua gestão seja profícua, marcada pelo discernimento e diálogo com a sociedade e todos nós que compomos o Ministério Público do Maranhão”.

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Luiz Gonzaga Martins Coelho tomou posse para comandar o MPMA no biênio 2016-2018

POSSE

Em seguida, foi a vez de Luiz Gonzaga Martins Coelho prestar juramento como novo procurador-geral de justiça e da leitura do termo de posse feita pela procuradora de justiça Mariléa Campos dos Santos Costa.

RESGATE DA CREDIBILIDADE

O presidente da Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (Ampem), o promotor de justiça Tarcísio José Sousa Bonfim destacou o resgate da credibilidade e da imagem do Ministério Público do Maranhão perante a sociedade e a pacificação interna da instituição, durante os quatro anos de gestão de Regina Rocha.

Também comentou sobre as melhorias implementadas no MP, no período, com a criação de cargos de assessoria, estruturação das Promotorias do interior, ganhos salariais, valorização dos servidores, entre outras conquistas. “Muito se avançou e muito há de se avançar. Nesse contexto, a associação deseja ao procurador-geral empossado sucesso. Que os promotores de justiça possam exercer o seu ofício, sobretudo o de combate à improbidade e à criminalidade”, declarou.

Após final do seu discurso, Tarcísio Bonfim e o promotor de justiça José Augusto Cutrim Gomes (ex-presidente da Ampem) entregaram uma placa em homenagem à Regina Rocha. “O profissional competente não necessita propagar o seu trabalho, as pessoas fazem isso por ele”, afirmou, referindo-se ao perfil discreto e focado no trabalho de Regina Rocha.

“Por fim, conclamo todos a fazerem uma reflexão sobre o espírito de solidariedade, sensibilidade, cooperação, união e respeito”, concluiu Tarcísio Bonfim.

COLÉGIO DE PROCURADORES

Convidado pelo novo procurador-geral de justiça para falar em nome do Colégio de Procuradores de Justiça, o procurador de justiça Carlos Avelar fez um breve resumo da trajetória de Luiz Gonzaga Martins Coelho dentro da instituição e destacou que a chegada do empossado ao cargo de chefe da instituição ministerial significa um momento histórico e materialização de um sonho. “Não se trata de um projeto de poder, porém, de mais um passo em cumprimento da missão, há muito desempenhada, diuturnamente, como um verdadeiro sacerdócio”, pontuou.

Avelar acrescentou que Luiz Gonzaga reúne as condições indispensáveis para o pleno exercício do mandato, mantendo a união dos membros da instituição.

Ao fechar sua manifestação, Carlos Avelar, dirigindo-se ao procurador-geral de justiça, citou a passagem bíblica em que Deus designa Josué para liderar o povo de Israel: “Seja forte e corajoso, porque você conduzirá este povo para herdar a terra que prometi sob juramento aos seus antepassados”.

UNIDADE

Citando Nelson Mandela, Luiz Gonzaga Martins Coelho começou o discurso pregando a unidade do Ministério Público do Maranhão para a construção de uma sociedade mais feliz. “Os homens que constroem não destilam rancores, não vivem do passado e não têm apego a frustrações. Quem tem o verdadeiro compromisso com a Justiça não arvora a titularidade dos valores, não se põe a atacar a tudo e a todos”, disse.

Gonzaga indicou que o atual momento de crise no país é ideal para o amadurecimento e fortalecimento do Ministério Público, em que cada membro poderá enfrentar os desafios e fazer cumprir a Lei Orgânica e a Constituição da República.

Ele garantiu que a sua gestão terá que como norte a execução do planejamento estratégico, primando pela impessoalidade nas escolhas e coparticipação da sociedade civil como critério de delimitação das prioridades eleitas. “Em atendimento à sociedade, implantaremos o novo modelo de governança de gestão por competência, tendo por base os três pilares – conhecimento, habilidade e atitude”, destacou.

O novo procurador-geral de justiça também parabenizou sua antecessora Regina Rocha, na gestão de quem atuou como diretor-geral da Procuradoria Geral, pela confiança e pela gestão de excelência. Ele prestou homenagem, ainda, à ex-procuradora-geral, Elimar Figueiredo de Almeida, presente à solenidade, a quem denominou de reserva moral do MPMA.

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Gonzaga foi conduzido para a mesa solene pelas procuradoras de justiça Rita Baptista Moreira e Maria dos Remédios Figueiredo

AGRADECIMENTOS

Emocionado, Luiz Gonzaga Martins Coelho agradeceu à família, a Deus, a todos os membros do Ministério Público, em particular aos três promotores de justiça que também disputaram a eleição para o cargo de procurador-geral de justiça. “Encerrou-se o processo de escolha. Estou de mãos estendidas para que, unidos, prossigamos com o trabalho de transformação social da nossa instituição: servir ao povo”, enfatizou.

DIÁLOGO

O governador Flávio Dino encerrou a solenidade comentando sobre três passagens bíblicas para ilustrar e refletir sobre as divisões de poder entre as instituições públicas. “O único poder uno é o da soberania popular”, frisou.

Sobre as relações entre o executivo e o Ministério Público, o governador destacou que espera continuar estabelecendo um diálogo franco e aberto em favor dos interesses sociais.

A respeito do novo procurador-geral de justiça, o chefe do executivo estadual comentou: “É um homem público íntegro, com um extenso currículo, um patriota, que será devotado aos interesses coletivos, sociais, sobretudo dos mais pobres”.

Também ressaltou o bom relacionamento institucional que manteve com a gestão de Regina Rocha, destacando a serenidade, cordialidade e habilidade da procuradora.

Do Ministério Público do Maranhão, além de Luiz Gonzaga Martins Coelho, Regina Lúcia de Almeida Rocha e Tarcísio Bonfim, compuseram a mesa, o procurador Suvamy Vivekanada Meireles (corregedor-geral do MPMA), a promotora Ana Teresa Silva de Freitas (diretora da Escola Superior do Ministério Público do Maranhão – ESMP) e a procuradora Rita de Cássia Maia Batista (Ouvidora do MPMA).

Representando os servidores do MPMA, esteve presente a presidente do Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Maranhão (Sindsemp), Vânia Márcia de Sousa Leal Nunes.

Também estiveram presentes na mesa solene o governador do Estado Flávio Dino, o desembargador Cleones Carvalho Cunha (presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão), o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, Roberto Costa (representando a Assembleia Legislativa do MPMA), Werther de Moraes Lima Junior (defensor-geral da Defensoria Pública do Estado do Maranhão), Carolina da Hora Mesquita (procuradora da República) e Thiago Roberto Moraes Diaz (presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB).

Igualmente compuseram a mesa o desembargador James Magno Araújo Farias (presidente do Tribunal Regional do Trabalho), o conselheiro João Jorge Jinkings Pavão (presidente do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão – TCE), o desembargador Raimundo José Barros de Sousa (representando o Tribunal Regional Eleitoral – TRE), o juiz Ivo Anselmo Höhn (representando o Fórum da Justiça Federal) e Paulo Henrique Araújo dos Reis (procurador-chefe do Ministério Público de Contas do Maranhão).

Do Ministério Público de outros estados estiveram presentes o promotores de justiça Carlos Consenzo (MP de São Paulo), João de Deus Duarte Rocha (MP do Ceará) e Wilton Nery dos Santos (MP do Pará). Também compareceu o promotor de justiça Henrique Furtado Coelho, membro auxiliar do Conselho Nacional do Ministério Público.