Sebastião Albuquerque anuncia filiação ao PT, mas volta atrás e resolve ficar no PRP

Durou menos de 24 horas a filiação de Sebastião Albuquerque ao PT. Mesmo experiente, Albuquerque foi atabalhoado na condução de sua filiação. Após a trapalhada, com a filiação ao partido da estrela vermelha já no período de entrega da lista ao TRE-MA, Albuquerque acabou ficando mesmo no PRP. A informação é do blog do jornalista Clodoaldo Corrêa.

PRP

O vereador deixou o DEM e tinha dificuldades de conseguir nova legenda, já que ninguém queria a concorrência de mais de 6 mil votos. Foi então que o presidente estadual do PRP, Severino Sales, aceitou o novo filiado e acertou com Sebastião. Depois, já encerrado o prazo de filiação, mas ainda aproveitando a brecha da entrega da lista, acertou com o vereador Honorato a filiação ao PT. Mas, além da repercussão negativa pelo momento delicado que o PT passa a nível nacional, o vereador foi questionado por Severino por ter sido o partido que lhe deu abrigo. Ele então, resolver manter a palavra com o PRP.

Sebastião já havia divulgado a filiação ao PT por meio da diretoria de comunicação da Câmara Municipal. Ele ainda chegou a dizer à repórter da Câmara que já tinha se identificado com o novo partido. A identificação durou pouco.

ESTRATÉGIA PT

A estratégia de Sebastião no PT envolvia uma lógica de atrair mais pré-candidatos com oportunidade de espaço com as eleições de Honorato e Sebastião. Com dois vereadores em tese eleitos, os outros pré-candidatos teriam a garantia que os dois tirariam licenças periódicas e os suplentes assumiriam.

Procon notifica Jeep por propaganda discriminatória contra o Maranhão

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O Procon do Maranhão notificou, nesta sexta-feira (15), a Jeep do Brasil a prestar esclarecimentos sobre propaganda abusiva e abriu investigação preliminar após a empresa divulgar no Instagram peças publicitárias com suposto teor pejorativo contra vários Estados do país.

A publicidade da foto na qual está o Maranhão se serve da expressão regional “caixa-prego”, que possui sentido pejorativo para afirmar que o veículo é capaz de ir a qualquer lugar. Contudo, a imagem faz subentender que o Estado está localizado na “caixa-prego”.

O presidente do órgão, Duarte Júnior, afirma que a forma como a publicidade é apresentada pode levar a uma interpretação que culmine em tom discriminatório. “Não é saudável para as relações de consumo utilizar material publicitário que confunda o consumidor ou induza de qualquer forma ações discriminatórias. Isso fere diretamente o acesso a informação clara e precisa, previsto no Código de Defesa do Consumidor, e pode se configurar como discriminação”, afirma.

A postagem alcançou mais de 300 comentários e causou confusão entre os seguidores, levando a entender que a empresa estava atribuindo ao Maranhão a qualidade de “caixa-prego”. Houve comentários como “Respeito com o Maranhão é bom e eu gosto!”, “Criem vergonha na cara com esse preconceito” e “Mas gente… o povo não sabe interpretar nada”.

Segundo o Procon, o artigo 37, inciso 2°, do Código do Consumidor (Lei Federal 8.078/1990), classifica como prática abusiva “a veiculação de publicidade discriminatória de qualquer natureza. Da mesma forma, a informação adequada e clara também é direito básico do consumidor, assegurado pelo artigo 6° inciso III da mesma lei, sendo o fornecedor obrigado a apresentar publicidade de tal forma que o consumidor a identifique como tal de maneira imediata”.

As notificações foram expedidas para os representantes da Jeep do Brasil no Maranhão e para sua representante nacional em Minas Gerais. A empresa terá 5 dias para apresentar esclarecimentos. O não atendimento às determinações pode ensejar a imposição das penalidades administrativas e civis cabíveis, podendo ainda, se for o caso, se configurar como crime de desobediência, conforme o artigo 330 do Código Penal.

Vereador Chaguinhas denuncia extinção da Escola Municipal de Música de São Luís

Chaguinhas com o ex-diretor da Escola Municipal de Música de São Luís, João Pedro Borges

Chaguinhas com o ex-diretor da Escola Municipal de Música de São Luís, João Pedro Borges

O vereador Francisco Chaguinhas fez um pronunciamento na Câmara Municipal de São Luís, para abordar todo o processo de destruição da Escola Municipal de Música e justificativa para a demissão do violonista clássico e professor João Pedro Borges, da direção de um importante estabelecimento de ensino da arte musical.

A iniciativa do vereador feita, segundo ele, com informações amplas e detalhadas do processo de sucateamento para em seguida a dolosa aplicação da destruição total da Escola Municipal de Música. No seu entendimento, entro do contexto, estão os gestores maiores do Sistema Municipal de Educação da administração do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, acrescentando: tudo indica que existiam outros interessados e não está descartada a iniciativa própria do Chefe do Executivo Municipal, em se tratando que foi ele quem exonerou o professor João Pedro Borges, registrou o vereador Francisco Chaguinhas.

Bastante indignado, o vereador fez questão de dar detalhes de um relatório feito pelo violonista João Pedro Borges e encaminhado ao atual secretário Moacir Feitosa, da Educação Municipal. A resposta veio pelo meio cruel, irresponsável e total descompromisso da Prefeitura de São Luís com a educação e a cultura e por considerar a restabelecimento da Escola Municipal de Música, até como um retrocesso, houve a decisão do arquivamento da proposta de reconstrução da escola e exoneração sumária do violonista e professor João Pedro Borges, afirmou o vereador Francisco Chaguinhas para um plenário estarrecido com mais um ato de total irresponsabilidade do prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

As lideranças do prefeito na Câmara Municipal não se manifestaram sobre o assunto. Para ele está ficando caracterizado de que a destruição da Escola Municipal de Música e a demissão do violonista João Pedro Borges contaram com outros interessados, “uma vez que ter o talento dele é impossível por ser um dom de Deus e chegar onde ele chegou, requer competência, talento, perseverança, muito estudo e dedicação para mostrar em palcos de teatros de diversos países do mundo a arte musical, escrevendo o nome do Maranhão e do seu torrão natal – São Luís”, destacou o vereador Francisco Chaguinhas.

Bandidos assaltam agência bancária em Mata Roma

Cinco bandidos ainda não identificados pela a polícia assaltaram no fim da manhã desta sexta-feira no município de Mata Roma, a 280 km de São Luís, a agência bancária do Bradesco.

Segundo informações do tenente-coronel Glauber, comandante do 16º Batalhão da Polícia Militar de Chapadinha, a 245 km da capital, os criminosos estavam armados e entraram no banco no início do expediente, mas só anunciaram o assalto no fim da manhã. “Eles entraram logo que o banco abriu e esperaram os funcionários abrirem o cofre pra anunciar o assalto”, relatou.

Ainda conforme o militar, o gerente e o vigilante foram feitos reféns, mas foram soltos durante a troca de tiros com a polícia. Um dos bandidos foi atingido e acabou morrendo. “Houve troca de tiros com a polícia e um deles morreu. Os outros assaltantes fugiram em um veículo e nós agora estamos tentando capturá-los”, finalizou.

O Grupo Tático Aéreo (GTA) também está participando das ações juntamente com os policias do 16º Batalhão da Polícia Militar de Chapadinha.

Municípios atacados em 2016
Na lista de cidades atacadas neste ano estão: Alto Alegre do Pindaré, Igarapé Grande, Bacuri,Maracaçumé, Icatu, Grajaú, Alcântara, Paulo Ramos, Paraibano, Araguanã, Duque Bacelar, Tufilândia,Peri Mirim, Colinas, Nova Olinda do Maranhão e agora Santa Luzia do Tide.

A última ocorrência foi registrada na noite do dia 6 de abril no município de Santa Luzia do Tide, a 294 km de São Luís. Na ocasião, cerca de 20 homens fortemente armados e a bordo de quatro veículos roubaram uma agência bancária do Banco do Brasil (BB).

STF nega pedido de senador para anular processo de impeachment

dilmaO ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou hoje liminar em mandado de segurança impetrado pelo senador Telmário Mota (PDT-RR) pedindo a anulação de todo o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Na ação, o pedetista pedia a suspensão da denúncia até o trânsito em julgado da prestação de contas do Executivo relativa ao exercício financeiro de 2015.

Na decisão, Fachin argumentou que não cabe ao STF julgar se houve crime de responsabilidade praticado por Dilma, porque esse é um juízo que será formado pelo Congresso Nacional.

“Nessa linha, condicionar, ou não, à prévia manifestação do Congresso Nacional sobre as contas da Presidente da República, a configuração de atos de execução orçamentária como crime de responsabilidade significaria usurpar a competência exclusiva do Parlamento de proceder ao juízo de mérito”, escreveu o ministro