
Ficou muito feio para o prefeito de Caxias, Fábio Gentil (PRB), nesta segunda-feira, 26; em uma entrevista no podcast “Sai da lama”, apresentado pelo comunicador Jonas Filho, Fábio Gentil acabou se dando muito mal quando quis aparecer, desafiando o candidato a prefeito, Paulinho (PL).
Durante a entrevista ao vivo, Fábio Gentil, tentando amenizar o fracasso que foi seu sobrinho no debate da TV Difusora, desafiou ao vivo, os candidatos a Prefeitura de Caxias; só não esperava que Paulinho, estivesse assistindo e foi imediatamente aos estúdios do Podcast que fica dentro do Caxias Shopping.
“Eu aceito o desafio; ele chamou eu tô aqui. Na paz’, provocou Paulinho, olhando Fábio através do vidro do estúdio.
Primeiro, Fábio Gentil fez de conta que nem estava vendo o adversário. Paulinho ficou aguardando, conversou com assessores do prefeito, mas Fábio Gentil encerrou a entrevista e saiu, sem encarar o candidato do PL.
O tiro saiu pela culatra e a população de Caxias agora queima Fábio Gentil nas redes sociais, dizendo que ele, além de mentiroso é ainda covarde, por ter corrido com medo de encarrar o Paulinho na conversa.
A cada dia que passa, Fábio gentil mete os pés pelas mãos e pode está prestes a sofrer uma derrota nas urnas de uma forma como nunca se viu antes.
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O ex-vereador Elias José Ribeiro Conceição, o Dudu (PDT), de Arame – que protagonizou uma lamentável cena de intolerância política na cidade, desejando a morte do prefeito Pedro Fernandes (União) – enfrenta uma ação de impugnação do seu pedido de registro de candidatura para a eleições deste ano.
O processo foi movido pela Comissão Provisória do MDB na cidade, representada pelo escritório do advogado Carlos Sérgio de Carvalho Barros.
Nela, o partido alega que o pedetista não pode ser candidato porque teve o mandato cassado por “quebra do decoro parlamentar e atos de improbidade administrativa e corrupção, consistentes no desvio/apropriação de verbas públicas e falsificação de documento público”.
O caso foi julgado pela Câmara Municipal de Arame em novembro de 2023. Dudu foi acusado de desvios da ordem de R$ 800 mil.
“Dessa forma, conforme a previsão legal, o impugnado é inelegível pelo período remanescente do mandato e por mais oito anos subsequentes ao término da legislatura, ou seja, até 30/11/32”, diz o texto da ação.
Defesa
Em sua defesa, o ex-vereador aponta supostas nulidades no processo legislativo que culminou com a cassação do seu mandato, e diz que o procedimento foi uma “manobra política já orquestrada”.
“Na aludida peça de representação, não se arrolou uma única testemunha, ou indicou outras provas a ser produzidas. Recebida a representação e instaurado o referido processo por suposto ato de improbidade administrativa, foi escolhida a composição processante, de maneira arbitrária e direta, pelo Presidente da Câmara, que indicou os seguintes membros: Bartolomeu Araújo da Silva (PDT), como presidente; Genilson de Sousa Araújo (PDT), como relator; e, Franciane de Oliveira Sousa (MDB), membro”, apontam os advogados de Dudu.
Segundo os defensores do pedetista, após parecer da Procuradoria da Casa, a primeira comissão fora desconstituída e sorteada uma segunda composição. Mas alguns dos sorteados declinaram de compor a comissão processante.
“Depois dessas declinações imotivadas, ‘milagrosamente’ foram ‘sorteados’ os mesmos 03 (três) vereadores que haviam sido escolhidos por meio da indicação anulada. E pior, na mesmíssima ordem que haviam sido “indicados” anteriormente, ocupando os mesmíssimos cargos”, destaca a contestação do ex-parlamentar, que cita, ainda, escolha de testemunhas pela própria comissão processante, oitiva sem a presença do então vereador denunciado, ou de um defensor seu, e uso de provas que não passaram pelo crivo do contraditório.
O caso será julgado pelo juiz Flávio Gurgel Pinheiro, após manifestação do Ministério Público Eleitoral (MPE).
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A Justiça atualizou, nesta sexta-feira, 23, a informação sobre a decisão que proíbe o contato entre o candidato a prefeito de Paço do Lumiar, Fred Campos (PSB) com o pai dele, Flávio Campos, e o irmão Alderico Campos, todos investigados pela Operação 18 Minutos.
O judiciário, inicialmente determinou que os integrantes da ‘família do crime’ não poderiam se comunicar entre si. No entanto, essa informação foi corrigida com o novo despacho judicial.
Como os três parentes da família Campos estão sendo investigados, em resumo, a decisão anterior impedia pai e filhos de entrarem em contato em si. Desde a deflagração da operação, Fred vem fazendo campanha eleitoral com tornozeleira eletrônica.
Além de desmoralizar a candidatura, medida imposta ao candidato a prefeito ampliou ainda mais sua rejeição no município luminense. Conforme o blog revelou, com exclusividade, o pai de Fred Campos transferiu R$ 1,5 milhão para seis investigados. O candidato e o próprio irmão figuram na lista dos beneficiados.
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A gestão do prefeito Eduardo Braide (PSD) contratou, pelo valor de R$ 7.950.000,00, a Creche Escola Vovó França para executar o projeto aniversário de São Luís deste ano, cuja programação terá início no próximo sábado, dia 31, na chamada Arena da Cidade que está sendo montada no Centro da capital maranhense.
A entidade, que tem sede na Rua da Secretaria, nº 100, bairro Vila Riod, e possui nome empresarial de Instituto Social Educacional Renascer, venceu chamamento público nº 03/24, cujo resultado foi divulgado nesta quinta-feira (22).
O empenho para pagamento da Vovó França foi feito de forma ágil pela Secretaria Municipal de Cultura também nesta quinta-feira.
O caso remonta a contratação do Instituto de Educação Juju e Cacaia “Tu és uma bênção”, Pré-Escola situada no bairro Cidade Olímpica que também venceu chamamento público, no valor de quase R$ 7 milhões, para confecção e execução do Pré-Carnaval e do Carnaval de São Luís deste ano.
Dentre os serviços que deverão ser prestados pela Creche Escola, estão: fiscalização do evento; fornecimento de material de limpeza; serviço de brigada de incêndio; contratação de van; contratação de veículo tipo passeio; locação de extintor; locação de jogo de mesas e cadeiras plásticas; locação de banheiros químicos; locação de tendas; estrutura de palco, som e iluminação; produção geral; produção técnica de shows nacionais; dentre outros.
De acordo com seu registro de inscrição e situação cadastral, a Creche possui como atividade principal Educação Infantil (Pré-Escola).
Desenvolve, segundo o documento, atividades secundárias de ensino de esportes; serviços de assistência social; ensino fundamental; atividades de assistência psicossocial; organização de feiras, congressos, exposições e feiras.

Justiça – A coligação “Juntos Por São Luís”, encabeçada pelo deputado federal Duarte Júnior, candidato a prefeito pelo PSB, ingressou na Justiça, de acordo com o que foi apurado, com o objetivo de tornar sem efeito o referido chamamento público.
Ao contrário do que foi divulgado por Eduardo Braide, em vídeo divulgado nas redes sociais, a ação questiona o processo de contratação e não faz nenhum tipo de pedido relacionado a não realização ou cancelamento das festividades do aniversário de São Luís.
Dentre os pontos questionados, estão, por exemplo, os itens contidos no edital como serviços que a Creche deverá executar.
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Edilázio é genro da desembargadora Nelma Sarney, investigada na “Operação 18 minutos”.
O ex-deputado federal e presidente estadual do PSD, Edilázio Júnior, foi demitido da Petrobrás, onde exercia o cargo de assessor especial da presidência da estatal, função para qual foi nomeado pelo presidente Lula (PT) em janeiro.
Nessa posição, tinha acesso a dados privilegiados da empresa e participava de reuniões de cúpula. A informação da demissão foi confirmada pela assessoria da companhia em resposta a um questionamento feito pela Veja.
Edilázio Júnior é genro da desembargadora Nelma Sarney, investigada na “Operação 18 minutos”.
Operação 18 minutos
No dia 7 de agosto, o ministro João Otávio de Noronha, do STJ, assinou uma decisão em que afasta dos cargos desembargadores e juízes do Judiciário maranhense envolvidos numa trama milionária de manipulação de decisões judiciais que ainda reuniria servidores, advogados e políticos no estado.
Segundo os investigadores, advogados processavam o Banco do Nordeste e obtinham decisões favoráveis dos magistrados imputando pagamentos milionários. Num dos casos, o alvará foi de 14 milhões de reais. No mais recente, em março de 2023, mais 3,4 milhões de reais. Entre a ordem do juiz e o saque no caixa, a operação levou apenas 18 minutos.
Depois, segundo as investigações, os alvos dividiram com os magistrados o dinheiro cobrado da instituição financeira nas decisões judiciais fraudulentas.
Além dos magistrados e de servidores do TJ maranhense, 14 advogados e políticos integravam a organização criminosa.
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