
Imperatriz, que é a segunda maior cidade do Maranhão, encontra-se sem comando. O prefeito Assis Ramos (União Brasil) casou no final de semana com a fonoaudióloga Ana Cristina e viajou em lua-de-mel para o exterior.
Como diz a regra, antes de viajar, o prefeito de Imperatriz informou a Câmara Municipal de Vereadores da lua-de-mel. E, neste caso, cabe ao Legislativo empossar o vice-prefeito Alcemir Costa (Podemos) no cargo.
Contudo, o vice alega à Câmara que também está fora do Brasil. E, nessa hipótese, quem assume a prefeitura interinamente é o presidente da Câmara, Alberto Sousa, do PDT.
Ocorre que o chefe do Poder Legislativo também sustenta que está em viagem internacional, mesmo sem apresenta nenhuma comprovação documental.
A viagem tem um motivo para o vice-prefeito e o presidente da Câmara alegarem viagem ao exterior é que, se um deles assumir o comando da prefeitura de Imperatriz, ficam inelegíveis para concorrer estas eleições, conforme determina a Legislação Eleitoral.
A explicação é que Alcemir Costa e Alberto Sousa são candidatos a vereadores nestas eleições. Por isso, os dois evitam assumir a prefeitura.
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O Departamento de Combate ao Crime Organizado da Superintendência de Investigações Criminais (DCCO/Seic) deve tentar ouvir, nesta semana, o médico Antônio Braide, irmão do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), no caso do “Carro do Milhão”.
Ele ainda será intimado, segundo informou, na última quinta-feira, 8, o delegado Plínio Napoleão.
“Tonho” Braide foi citado pelo próprio irmão gestor como sendo aquele que normalmente usa o veículo Honda Fit preto utilizado no “resgate” de Gullherme Teixeira, ex-assessor do deputado estadual Fernando Braide (PSD), no dia 16 de julho – quando ele deixou o Clio vermelho na Rua das Andirobas, no Renascença, com mais de R$ 1 milhão no porta-malas.
O vídeo com a declaração também foi anexado ao inquérito.
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Sá Marques vai ser empossado no cargo em decorrência da cassação por quebra de decoro do titular da cadeira
O professor Sá Marques (PSB) assumirá em definitivo uma vaga na Câmara Municipal de São Luís. Ele herda a cadeira deixada por Domingos Paz (DC), que teve o seu mandato cassado na manhã desta sexta-feira (9).
No início do ano Sá Marques havia assumido mandato, na condição de suplente, em virtude da licença do titular do posto, vereador Octávio Soeiro, que já retornou às atividades.
Domingos Paz teve o seu mandato cassado por quebra de decoro parlamentar, após enfrentar processo por assédio e abuso contra mulheres.
Ele negou as acusações e se colocou na condição de vítima de perseguição na Casa.
Paz chegou a anunciar renúncia de mandato, mas o pedido não foi aceito pela Mesa Diretora, que seguiu com a votação em Plenário do relatório que recomendava a cassação de mandato.
Ele foi cassado por 24 votos favoráveis e nenhum contrário. Houve duas abstenções (Antônio Garcêz e Astro de Ogum) e dois parlamentares não compareceram ao Plenário: Chaguinhas e Zeca Medeiros.
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O juiz Marcelo Farias, titular da 1ª Vara da Comarca de Lago da Pedra, determinou nesta sexta-feira, 9, o afastamento do prefeito de Lago dos Rodrigues, Valdemar Araújo, o “Valdemar da Serraria”.
O gestor foi denunciado em uma ação popular pela contratação de servidores temporários, no que seria uma forma de angariar apoio político na cidade – Valdemar da Serraria é candidato à reeleição. Há também, no processo, provas da contratação temporária de um funcionário com salário abaixo do mínimo.
No dia 6 de maio, o magistrado havia proferido despacho determinando a suspensão imediata desse tipo de contratação. A autora da ação, no entanto, juntou aos autos documentos atestando que o prefeito havia feito novas contratações em junho, mais de um mês após a concessão de liminar.
Para o juiz, o comportamento do gestor municipal “sugere a utilização da máquina pública para influenciar o pleito eleitoral”. Ele decidiu, então, pelo afastamento como forma de garantir a instrução processual – já que Valdemar Prefeito “juntou informações falsas aos autos -, bem como o cumprimento da decisão de barrar as contratações temporárias.
“O descumprimento de decisões liminares por gestores municipais é uma infração grave que acarreta múltiplas consequências legais, sociais e ao interesse público. No caso específico do Município de Lago do Rodrigues/MA, onde foi determinada a suspensão de contratações temporárias e contratações com salários abaixo do mínimo existencial, a decisão liminar visa proteger os princípios constitucionais da moralidade administrativa, impessoalidade e eficiência. A não observância dessa ordem judicial por parte dos gestores municipais compromete a integridade das funções públicas e o respeito às normas jurídicas estabelecidas”, destacou.
No despacho, Marcelo Faria determina, ainda, que a Câmara Municipal emposse o vice-prefeito, Raimundo Carvalho, o “Didi Moita”. Ele também aplicou multa de R$ 380 mil pelo descumprimento da primeira liminar, e, ainda, de R$ 720 mil pela não realização de concurso público. Valdemar da Serraria também está proibido de entrar no prédio da Prefeitura de Lago dos Rodrigues.
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Apesar de ter renunciado ao mandato de vereador, Domingos Paz (DC), foi cassado na sessão extraordinária desta sexta-feira (9), da Câmara Municipal de São Luís. Com isso, ele teve seus direitos políticos suspensos por oito anos.
O resultado registrou 24 votos favoráveis e nenhum contra. Para a cassação do mandato e dos direitos políticos eram necessários 21 votos. Dos presentes em plenário, apenas dois se abstiveram em relação ao parecer da Comissão Processante.
Para tentar evitar ser cassado na Casa, Domingos Paz subiu à tribuna e anunciou a renúncia de mandato.
“Eu tenho um filho de 8 anos que está me assistindo, a minha esposa, os meus amigos. É uma injustiça o que estão fazendo. Estão felizes? Estão realizados?”, disse Domingos Paz aos colegas de Parlamento.
Ele também se dirigiu aos colegas, e disse que não quer mais contato com nenhum membro da Casa.
“Nós vamos nos encontrar nos bairros e me façam o favor de não me dirigir uma palavra, nenhum. É um favor que vocês vão fazer. Não me dirijam uma palavra, por que vocês não são amigos. Não venham cometer injustiça”, disse.
Domingos Paz afirmou que ainda retornará à Casa e disse que por ser cristão da igreja Assembleia de Deus, foi perseguido.
“Vocês não são coerentes. Se defendem a mulher a criança, e o meu filho? E a minha esposa? […] Vocês não defendem ninguém. Vocês deveriam falar sobre o R$ 1 milhão de reais, mas não falam”, continuou.
“Entrego a minha vida nas mãos de Deus e fiquem sabendo que se nos encontrarmos na rua não aceitarei nenhuma fala. Lá na curva do vento nós podemos nos encontrar novamente. Aqui tem um grupo orquestrado”, finalizou.
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