O vereador Oliveira Duceu (PP), tem demonstrado a seus eleitores e principalmente à classe dos pescadores, o quanto não se importa com o povo do município.
A mais nova do vereador, que do Céu nada tem, foi se retirar da sessão extraordinária que votou o projeto de Lei 11/2015 autorizando o prefeito Clodomir a firmar convênio com a Colônia de Pescadores – Z 53 e o projeto de Lei 12/2015 autorizando a Prefeitura de Raposa a liberar um crédito no valor de R$ 100 Mil para a Colônia de Pescadores, com a finalidade de custear todas as despesas da tradicional Festa do Pescador, que acontece há 39 anos, no dia 29 de Junho, Dia de São Pedro, padroeiro da cidade e dos pescadores.
Para não votar a favor da Festa dos Pescadores, o vereador Oliveira Duceu simplesmente alegou ao presidente da Câmara que iria se ausentar para resolver problemas pessoais. O vereador Oliveira, que só trabalha uma vez na semana, não poderia esperar 20 minutos para resolver o problema do povo que o elegeu, votando a favor do projeto de Lei, onde o prefeito Clodomir e seus colegas vereadores estavam garantindo R$ 100 mil para salvar a tradição da Raposa, patrocinando a Festa dos Pescadores? Pura politicagem barata!
Apesar de ser associado à Colônia de Pescadores da Raposa e, de inclusive, mesmo depois de eleito, ter recebido irregularmente o beneficio do Governo Federal destinado a pescadores, o Seguro Defeso, o Vereador Oliveira fica contra o povo, contra os pescadores, contra a tradição da cidade.
Oliveira Duceu, que foi eleito na base do prefeito Clodomir, mostrou seu caráter quando minutos após tomar conhecimento que o prefeito havia sido cassado, fato ocorrido meses atrás, imediatamente se apresentou à ex-prefeita Talita Laci, se oferecendo como “aliado”. As atitudes do vereador, como político, fazem com que todos os grupos da política local lhe observem com desconfiança. Com a queda de Talita Laci (PCdoB) e o retorno de Clodomir ao comando da prefeitura, Oliveira agora faz juras de “amor político” a Ocileia Carneiro, filha do ex-prefeito Paraíba.
A Festa dos Pescadores vai acontecer pela união do prefeito Clodomir, dos vereadores Eudes Barros ( PRTB), Zé Mário (PC do B), Laurivam (PC doB), Lídia da Colônia (PMDB), Frank Neto (SD), Ivaldo do cumbique (PRP), Enoque (PP), Doutor (PV), Valmir (PRTB) e da Colônia de Pescadores da Raposa. Por motivo de saúde, esteve ausente o vereador Pierre (PMDB).
O prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves, nomeou na manhã da última quinta-feira (25/06) o novo diretor-geral do Hospital Tomaz Martins, que atende à rede pública do município e mais seis cidades do Vale do Pindaré, além de pacientes vindos de outros municípios do Maranhão e até do Pará. O novo diretor chama-se Tomaz Martins Neto, médico cardiologista que exercia também o cargo de vereador em Santa Inês.
A cerimônia de posse aconteceu no Gabinete do Prefeito, com a presença de secretários e convidados. O ato rápido foi antecedido de sessão extraordinária na Câmara Municipal, onde o novo diretor entregou a cadeira de vereador, cargo que exercia no parlamento santainesense, para assumir o desafio à frente da direção do HTM.
As tarifas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros será reajustada em 7,7% a partir do dia 1º de julho de 2015. A autorização foi publicada hoje (26) pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) no Diário Oficial da União.
De acordo com a resolução da ANTT, os novos valores serão aplicados sob a justificativa de “manter o equilíbrio econômico-financeiro das permissionárias [empresas que possuem permissão ou licença, autorizadas pela justiça] e autorizatárias [empresas autorizadas pela ANTT a prestar temporariamente o serviço, ainda que sem a realização de processo licitatório]” desse tipo de transporte.
O reajuste não será aplicado para transportes rodoviário interestadual e internacional semiurbano. Nesse caso, as tarifas são determinadas de forma diferenciada por meio de ato específico. Para definir os novos valores, a agência adotou coeficientes tarifários máximos a partir de cálculos que levam em consideração elementos como itens de custos (instalações, equipamentos, pessoal, depreciação de material, remuneração de capital, combustíveis, lubrificantes, pneus, peças, acessórios e administração), parâmetros operacionais (percurso médio anual, índice de aproveitamento, lotação média da frota e fator redutor de encomendas) e adicionais de incidente (tributos, seguros, gratuidades instituídas por lei).
Uma fiscalização do Procon no serviço de ferryboat realizada após queixas de consumidores constatou o descumprimento à Lei da Gratuidade para Idosos e da tabela de horários, além de condições estruturais inadequadas. A informação foi divulgada pela assessoria do órgão nessa quinta-feira (25).
Foram encontrados problemas como ausência de toldos e pisos apropriados, como o piso tátil, que facilita o acesso à passageiros com dificuldade na visão, e o antiderrapante, que evita escorregões em dias de chuva.
A condições de higiene da lanchonete do local também foram reprovadas. Durante a fiscalização, a equipe do Procon verificou que o manuseio de alimentos é feito sem o uso de equipamentos adequados, como luvas e toucas. Também foram encontrados produtos sem o prazo de validade afixado.
A visita foi realizada após audiência pública da Agência Estadual de Transporte e Mobilidade Urbana (MOB). De acordo com o diretor Duarte Júnior, o Procon realizará fiscalizações até agosto, quando o prazo dado pelo regulamento publicado em abril deste ano pela MOB, chega ao fim.
Em caso de descumprimento e falta de adequação ao regulamento do serviço público de transporte aquaviário intermunicipal de passageiros, cargas e veículos e de outras providências, sanções poderão ser aplicadas, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor e o decreto 2181/1997, avisa o órgão.
O diretor do Liceu Maranhense Deurivan Sampaio disse ao G1, nesta sexta-feira (26), que os pais dos alunos foram unânimes em apoiar a decisão da escola de impedir que a transexual Stheffany Pereira, de 23 anos, utilize o banheiro feminino da unidade. O assunto foi debatido em reunião realizada nessa quinta-feira (25) após a aluna discutir com um monitor depois que foi advertida ao entrar no toalete acompanhada de amigas.
“Não houve nenhuma divergência. Todos concordaram com a decisão que tomamos e ainda se colocaram à disposição para, se fosse preciso, fazer campanha ou abaixo-assinado”, afirmou o diretor.
A decisão final sobre o uso do banheiro ou não, no entanto, cabe à Secretaria Estadual de Educação (Seduc). “Já passamos o caso para a secretaria e, neste mês de julho, vamos avaliar tudo para tomarmos a melhor decisão. Foi sugerido ao aluno que pode dividir o banheiro da secretária da escola enquanto a situação não é resolvida”, declarou o diretor.
Aperto
Ao G1, Stheffany disse que está saindo da escola para fazer uso de um banheiro desde a discussão. Segundo ela, mesmo com o apoio das amigas para entrar no toalete, o constrangimento é maior. A estudante não quis informar qual local está usando para fazer as necessidades quando precisa ir ao banheiro.
“Desde que aconteceu isso eu fico ‘prendendo xixi’ e, quando não posso mais, saio da escola para fazer em um lugar próximo, que prefiro não dizer onde é. Digo que vou sair rapidinho e às vezes vou. Não é frenquente isso”, revelou.
Sampaio negou a versão e garantiu que nenhum aluno sai antes do fim das aulas. “Isso de ficar saindo não procede, pois aluno nenhum sai da escola antes de terminarem as aulas”, rebateu o diretor.
A estudante disse que não gostou da ideia de dividir o banheiro com a secretária e afirmou que representatens da Seduc estiveram na escola e a autorizaram a entrar no toalete feminino. “Vai ser constrangedor do mesmo jeito. As minhas amigas até me incentivam a entrar no banheiro feminino da escola, mas, pra não fazer mais confusão, eu estava fazendo assim [saindo da unidade]. Só que, na quinta-feira à noite, pessoas da Secretaria de Educação foram à escola e disseram que eu poderia usar o banheiro feminino normalmente e o diretor estava ouvindo tudo”, contestou.
O G1 entrou em contato com a assessoria da Seduc, que ficou de enviar nota por e-mail com posicionamento sobre o caso. Não houve retorno até a publicação.
Justiça
A transexual já constituiu advogado para entrar na Justiça contra o Estado do Maranhão após o constrangimento. Ela alega que ao chegar na porta do banheiro, o monitor teria dito que ela não poderia entrar, o que teria iniciado uma discussão entre os dois.
A direção da escola nega que houve excessos por parte do funcionário e contesta a versão da aluna. Stheffany diz que é transexual desde os 15 anos e, desde que começou a estudar no Liceu, há três anos, não havia tido problemas do tipo.
O diretor da escola afirma que as câmeras de segurança mostram que não houve discussão e que o material será utilizado em caso de ação judicial.