Iniciada há seis anos, a construção de um conjunto habitacional do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em Imperatriz já ultrapassou o prazo de entrega, mas, ainda, não está concluída. O custo é de cerca de R$ 9 milhões.
Na que seria a última fase do projeto, trabalham apenas 30 pessoas. A proporção é de quase 12 casas por trabalhador, isso sem contar ruas, caixa d’água. Trata-se do residencial Dom Afonso Felipe Gregory: iniciado em 2009, deveria ser concluído em 2012, se o canteiro não tivesse sido abandonado. Ano passado, os serviços recomeçaram, mas o que diz a última placa erguida não pode ser levado à risca, porque maio, prazo estipulado pra entrega, já passou.
Agora, o prazo dado para entrega das casas vence em julho. Mesmo com os atrasos, dá para perceber que falta bastante pra conclusão das obras. Os operários estão na fase de terraplanagem, ou seja, abertura e nivelamento das ruas.
Faltam ruas, asfalto, também, falta energia. Algumas casas até estão pintadas por dentro, só que com as fossas, do lado de fora, tem tampa, mas sem proteção.
O residencial que vai beneficiar 342 famílias custou aos cofres do governo federal mais de R$ 6,5 milhões. O poço saiu por R$ 404 mil e o sistema de abastecimento de água por quase R$ 3 milhões.
O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão abre no próximo dia 22 de junho inscrições para concurso público que visa preencher vagas de analistas e técnicos judiciários de seu quadro funcional, além de cadastro de reserva.
As inscrições, que deverão ser feitas pelo site do órgão, seguirão abertas até o dia 10 de julho de 2015 e serão voltados para os níveis médio, com valor de R$ 60 e superior, com valor de R$ 75.
De acordo com o edital, o vencimento do analista judiciário pode chegar a R$ 9.692,84 quando somados gratificação de atividade, vantagem pecuniária individual e auxílio-alimentação para uma jornada de 40 horas semanal.
O analista judiciário, voltado para a área médica, para a qual existe uma vaga regular e uma de cadastro de reserva, o vencimento pode chegar a R$9.293,34 para uma jornada de 20 horas semanal. Já para técnico judiciário o vencimento pode chegar a R$ 6.224,79 para 40 horas por semana.
Uma tentativa de assalto a ônibus terminou com a morte do suspeito de 16 anos e da passageira Alexandrina Rodrigues, 19 anos, no fim da tarde desta quarta-feira (3), na Ponte José Sarney, que liga o bairro do São Francisco a Avenida Beira Mar, em São Luís.
Uma testemunha, que preferiu não se identificar, contou ao G1 que o adolescente usava uniforme de um colégio público quando entrou no ônibus, armado com uma faca, e anunciou o roubo. Neste momento, um homem que estava sentado na parte de trás do veículo sacou uma arma e efetuou dois disparos, alvejando o suspeito e uma jovem.
“Ele (assaltante) estava pegando as coisas dos passageiros quando um homem puxou uma arma e atirou. Acertou o ladrão, mas acabou acertando uma jovem nas costas. Foi muito rápido, não deu para fazer nada. Quando olhamos, ele (atirador) fugiu correndo”, contou a testemunha.
Segundo informações do tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Celso Alves, primeiro a chegar ao local os primeiros os demais passageiros ajudaram a socorrem a mulher. No entanto, ela chegou ao Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I) sem vida.
O tio do assaltante esteve no local para reconhecer o corpo. Ele disse que o adolescente era um bom menino, mas que acabou na criminalidade por influência dos amigos. O adolescente era morador da Ilhinha, no São Francisco.
“Ele era da igreja, um bom menino. Frequentava a igreja e sempre foi muito bem tratado pela mãe. Sempre teve tudo, mas Infelizmente acabou sendo influenciado pelas más companhias”, lamentou.
Este foi o segundo caso de reação de passageiro a assalto a ônibus na capital maranhense. No último sábado (30), um assaltante foi morto com um tiro na cabeça por um passageiro durante uma tentativa de assalto a coletivo, na Radional, em São Luís.
O pai de um estudante de 11 anos foi preso em Alto Boa Vista, a 1.064 km de Cuiabá, por assediar a colega do filho, também de 11 anos. Conforme a polícia, o homem de 58 anos, que trabalhava naquela cidade como instalador de antena parabólica, pegou o contato da menina no telefone do filho e começou a mandar para ela mensagens com conteúdos eróticos pelo WhatsApp.
Preso em flagrante no domingo (31), o homem confessou à polícia ter mandado as mensagens, mas disse que não tinha intenção de manter relações sexuais com a menina.
O homem chegou a oferecer presentes e dinheiro para que a criança aceitasse manter relações sexuais com ele, segundo o delegado Marcelo Henrique Maidame, que investiga o crime. “Ele oferecia presentes, dinheiro e chamava a vítima para tomar sorvete com ele. Mandava mensagens ‘pesadas’ mesmo”, afirmou.
Além das mensagens, o homem tinha mandado fotos dele se masturbando, mas, segundo a polícia, a menina apagou as imagens.
A mãe da criança foi quem viu as mensagens no celular da filha “por acaso” e denunciou o caso à polícia. A troca de mensagens vinha ocorrendo desde janeiro, conforme Maidame. “A vítima não tinha contado antes e, quando a mãe viu, ela contou que já fazia um tempo que ele mandava essas mensagens pelo WhatsApp”, disse.
Com a ajuda da mãe da criança, a polícia conseguiu flagrar o suspeito no momento em que ele mandava mensagens para a vítima.
O delegado disse que o suspeito e a menina não chegaram a se encontrar pessoalmente. “Ela [menina] falava para ele parar de mandar aquelas mensagens e que ele era um velho, mas ele não parava e ela não o bloqueou”, explicou. A polícia apreendeu o celular e o computador da casa do suspeito. Contudo, ele já tinha apagado os arquivos de imagens e mensagens encaminhadas para a vítima.
Na delegacia, o homem negou intenção em manter relações sexuais com a menina, como havia proposto a ela nas mensagens.
De acordo com Marcelo Maidame, o filho do suspeito não sabia que o pai vinha assediando a colega dele de escola.
O homem, que não tinha antecedentes criminais, foi encaminhado para a cadeia pública da região. Ele foi autuado em flagrante por exploração sexual e corrupção de menores. A Polícia Civil investiga a existência de outras vítimas.
Para o delegado, esse tipo de crime é banalizado pelos criminosos. “Algumas pessoas pensam que não estão cometendo crimes ao assediar as vítimas como ocorreu nesse caso, mas estão sim”, avaliou. Outras testemunhas devem ser ouvidas sobre o caso na tentativa de verificar essas outras possíveis vítimas.