
Do ministro do Esporte, deputado federal André Fufucs (PP), ao jornalista Marco d’Eça, sobre a iminente reunião do presidente Lula (PT) com o governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), e sei você, Felipe Camarão (PT), para tratar da sucessão em 2026:
“A única certeza nessa história é que Lula quer, de fato, Brandão no Senado. Quanto ao Senado, o presidente vai apoiar quem se viabilizar”.
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Por Carlos Brandão
Governo bom é aquele que trabalha de forma aberta, com clareza e respeito pelo povo. É assim que pensamos e é assim que temos feito no Maranhão. Cada centavo que entra no caixa do Estado precisa ser usado com seriedade, com responsabilidade e, principalmente, com transparência.
Foi com esse compromisso que conquistamos algo histórico, avançando no Ranking Nacional de Transparência – divulgado essa semana pela organização Transparência Internacional/Brasil -, ficando entre os sete estados mais transparentes do Brasil, sendo o terceiro mais transparente do Nordeste. Também demos um salto enorme na área fiscal: chegamos ao 2º lugar no Brasil em solidez fiscal – índice elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) em parceria com o Tesouro Nacional. Isso significa que, hoje, o Maranhão é visto como um estado organizado, responsável e confiável.
Para além disso, subimos da nota C para B no Ranking de Qualidade da Informação Contábil e Fiscal do Siconfi (Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público), também publicado pelo Tesouro Nacional. Para este resultado, fomos muito bem avaliados em: gestão da informação, informações contábeis, informações fiscais e informações contábeis x informações fiscais – onde alcançamos 100% de pontuação.
Excelentes notícias, alcançadas por uma gestão que ouve, realiza e entrega, graças a uma equipe coesa e empenhada em fazer o melhor pelo Maranhão. Mas sabemos que números, por si só, não contam toda a história. O que isso muda na vida das pessoas? Muda muito. Um estado transparente e fiscalmente sólido atrai empresas, garante investimentos, gera empregos e dá segurança de que os programas sociais vão continuar.
Foi essa credibilidade que ajudou a trazer para o Maranhão empresas como a Inpasa, em Balsas, que já está gerando milhares de oportunidades de trabalho para a nossa gente.
E o melhor de tudo é saber que todo esse nosso esforço está chegando na ponta, transformando vidas como a do senhor João Neto, de São Luís, que após anos desempregado, hoje consegue sustentar sua família depois de conquistar uma das mais de três mil vagas de empregos que geramos em agosto. Lembrando que, em junho, já lideramos a geração de empregos formais na região Nordeste. Essa é a essência da transparência: fazer com que cada maranhense se beneficie, sinta orgulho e confiança no seu governo.
Para alcançar esses resultados, fortalecemos nosso Portal da Transparência, que ganhou o Selo Diamante do Programa Nacional de Transparência Pública; criamos ferramentas digitais modernas; aproximamos a população das decisões e ampliamos o acesso à informação. Queremos que cada cidadã ou cidadão, em qualquer canto do estado, possa acompanhar de perto onde os seus recursos estão sendo aplicados.
O Maranhão de hoje é um estado que olha para frente, que tem credibilidade e que mostra ao Brasil que é possível governar com seriedade, sem perder o cuidado com as pessoas. Continuaremos nesse caminho, porque transparência é o nosso compromisso com todas as famílias maranhenses.
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A Defensoria Pública da União (DPU) ajuizou uma Ação Civil Pública contra a União e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para obrigar a implantação de perícia médica em todas as agências da Previdência Social do Maranhão. O pedido cobra a apresentação de um plano de ação em até 30 dias, com início imediato da execução e prazo máximo de 180 dias para implementação completa.
Situação crítica nas agências
Atualmente, 16 agências do Maranhão estão sem qualquer serviço pericial, o que obriga segurados a percorrer centenas de quilômetros para se submeter às avaliações médicas.
“Em Grajaú, por exemplo, beneficiários precisaram viajar até São Luís, a 560 km, ou até cidades de Tocantins e Pará para realizar perícia, em deslocamentos que chegam a mais de nove horas de viagem”, relatou o defensor regional de Direitos Humanos no Maranhão, Gioliano Antunes Damasceno.
Segundo a DPU, em setembro de 2024 a Secretaria de Regime Geral de Previdência Social (SRGPS) informou que 36 agências não possuíam peritos, e que apenas 14 delas contavam com teleperícia. Hoje, das 49 agências no estado, 15 têm perícia presencial, 18 oferecem perícia conectada e 16 continuam sem atendimento.
Desigualdade regional
O defensor destacou ainda a disparidade entre o tempo de espera no Maranhão e nas regiões Sul e Sudeste.
“Conforme dados da SRGPS de julho de 2025, o tempo médio de espera para perícia no Maranhão é de 114,43 dias, mais que o dobro do prazo legal de 45 dias e muito acima da média nacional de 60,21 dias”, afirmou.
Na ação, a DPU também pede que, em caso de descumprimento da decisão judicial, seja fixada multa diária de R$ 10 mil.
Falta de peritos
O governo federal chegou a anunciar a alocação de 50 novos peritos para o Maranhão, mas em reunião do Comitê Executivo de Acompanhamento foi informado que apenas 20 seriam destinados ao estado, número considerado insuficiente para suprir a demanda.

O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou atraso significativo nas obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol II), no trecho Caetité–Barreiras (BA), Lote 5F. O relatório do Fiscobras 2025 alerta que o problema pode impactar diretamente a integração logística com o Porto do Itaqui, no Maranhão, um dos principais corredores de exportação do país
Risco para o escoamento pelo Maranhão
O corredor ferroviário Fiol, em fase de estruturação pelo governo federal, prevê ligar Tocantins, Goiás, Bahia e Maranhão à malha ferroviária nacional. O objetivo é permitir que grãos e minério de ferro sejam escoados tanto pelo Porto Sul, em Ilhéus (BA), quanto pelo Porto do Itaqui (MA) – fundamental para a exportação de soja, milho e minérios do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.
Segundo o TCU, o atraso no Lote 5F pode comprometer esse cronograma. “O não cumprimento das etapas previstas pode afetar a futura subconcessão da ferrovia e reduzir o interesse de investidores”, aponta o relatório
Situação das obras
O contrato de R$ 365 milhões, firmado entre a estatal Infra S.A. e a TCE Engenharia, previa início das obras em novembro de 2024;
Até março de 2025, apenas 3% havia sido executado;
Os projetos executivos foram reprovados diversas vezes por falhas técnicas;
A construtora enfrenta dificuldades financeiras, com falta de insumos e atrasos em pagamentos a fornecedores.
“As atividades foram afetadas com baixa ou nenhuma produção, devido a problemas operacionais, financeiros e administrativos da construtora”, registrou a Infra S.A. em diário de obras.
Maranhão como ponto estratégico
O Porto do Itaqui, em São Luís, é considerado estratégico para o agronegócio e para a mineração no interior do país. Com a integração da Fiol II à Ferrovia Norte-Sul, o Maranhão se consolidaria como porta de saída de grãos e minério para o mercado internacional.
No entanto, o atraso identificado pode retardar esse processo. “Mesmo que outros trechos sejam concluídos, a não finalização do Lote 5F compromete a plena funcionalidade e os benefícios logísticos esperados do corredor”, alertou o TCU.
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A seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil pode se tornar a terceira no país a contar com uma Comissão de Defesa da Liberdade de Expressão e de Imprensa na entidade. A proposta com a exposição de motivos e as atribuições da comissão foram enviados pelo advogado Neto Cruz para análise do presidente da entidade, Kaio Saraiva. O documento está tramitando sob o protocolo OAB-MA 10.0000.2025.013700-8.
Segundo o idealizador da iniciativa, o objetivo é atuar com foco na proteção dos princípios constitucionais relacionados à liberdade de pensamento, criação e expressão.
Guardiã da democracia
Uma das metas do colegiado é buscar um convênio entre a OAB-MA e as entidades que lutam pelos direitos dos jornalistas e radialistas como o Sindjor-SLZ (Sindicato dos Jornalistas de São Luís) e o Sinrad/MA (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão do Estado do Maranhão).
“O objetivo é que a parceria permita oferecer orientação jurídica a profissionais da comunicação que estejam ameaçados ou perseguidos no exercício de suas funções. Por esse motivo, a OAB, considerada a guardiã da democracia no Brasil, tem se empenhado constantemente na defesa da Constituição, do Estado Democrático de Direito e dos direitos e garantias individuais”, frisou o autor da proposta em sua exposição.
Defesa das mídias sociais
Além de resguardar os profissionais da comunicação, o colegiado também deverá atuar em defesa dos influenciadores digitais e discutir e promover planos de atividades, seminários sobre liberdade de expressão e outras ações que estejam diretamente ou indiretamente ligadas aos princípios constitucionais da moralidade, transparência, eficiência e responsabilidade.
“Com os avanços tecnológicos, a internet transformou-se de um simples meio de entretenimento em uma ferramenta essencial de comunicação prática e econômica, assumindo um papel central na sociedade e na política, alterando a maneira como eleitores e candidatos se relacionam por meio de suas ferramentas, incluindo as redes sociais”, completou.
Iniciativas no país
A OAB-SP foi a primeira seccional a criar um colegiado com foco na proteção dos princípios constitucionais relacionados à liberdade de pensamento, criação e expressão. Em seguida, foi a vez do Conselho Federal da OAB criar, por meio de portaria, um grupo neste sentido. Além da OAB-SP e da OAB Nacional, o colegiado também tem representação na OAB/RS, por meio de comitê em defesa da liberdade de expressão da imprensa.
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