MA: Morre Júnior Black, um conhecido nome do reggae

Morreu nesta quarta-feira (16), em São Luís, o ‘Dj Júnior Black’, um dos principais nomes do movimento reggae em São Luís. Ele fazia hemodiálise e morreu após complicações renais. As informações são do jornalista Zeca Soares.

Black era eletricista e trabalhava com aparelhos de som no Pop Som, na Jordoa – um dos primeiros points do reggae na Ilha.

No fim dos anos 80, Back criou a sua própria radiola de reggae, a conhecida “Black Power”

Júnior Black é o criador das radiolas Sonzão do Jr. Black, Rebel Lion e Irie FM, além do Bar Kingston 777.

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Vereadora propõe homenagem ao ministro Flávio Dino

Entre as ações, a vereadora citou o recurso de R$ 150 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública, que será colocado à disposição de estados e municípios / Leonardo Mendonça

Por solicitação da vereadora Fátima Araújo (PCdoB), a Câmara Municipal de São Luís vai reconhecer, com a entrega de uma placa, as ações assertivas do ministro da Justiça e Segurança Pública, o maranhense Flávio Dino (PSB), em favor do Brasil. Sob o nº 978/23, o requerimento foi lido na sessão ordinária do dia 7 de agosto.

De acordo com a vereadora, são diversas as iniciativas do Ministro para trazer mais segurança e estabilidade à população que justificam a placa de reconhecimento pelo seu trabalho. Ela também destacou o posicionamento de Dino, sempre coerente e em comunhão com aqueles que caminham pela busca de um tempo melhor.

Fátima citou o recurso de R$ 150 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública, que será colocado à disposição de estados e municípios, entes federativos que detêm competência constitucional para fazer patrulhamento ostensivo. “Isto deve fortalecer o trabalho de policiamento ou das guardas municipais, o que deve incidir no reforço de rondas e patrulhas escolares, no combate ao crime organizado e à corrupção, entre outras ações”, ressaltou.

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Econométrica projeta alianças improváveis em São Luís

O Instituto Econométrica colocou sua equipe em campo para fazer mais uma pesquisa sobre intenções de votos para prefeito de São Luís, conforme informações obtidas com exclusividade por um entrevistado que fotografou o questionário.

Na pesquisa estimulada, a Econométrica não incluiu os nomes dos deputados Carlos Lula e Wellignton do Curso, bem como do ex-candidato a governador Lahésio, o segundo mais votado na capital. Os três já confirmaram que são pré-candidatos, embora haja divergências jurídicas em relação ao terceiro nome.

Ao analisar algumas perguntas do questionário, observei que o instituto excluiu o governador Carlos Brandão (PSB) da lista de lideranças com peso para alterar o resultado na disputa e projetou um cenário eleitoral com alianças improváveis.

O peso das lideranças testadas foram o ex-presidente Jair Bolsonaro, o senador Weverton, o ministro Flávio Dino e o presidente Lula. Neste cenário, por exemplo, o que causa curiosidade é o tom de alerta que a empresa de pesquisa tenta despertar no entrevistado em relação ao apoio de Lula na cidade, mas projetando a aliança com um pré-candidato do partido que historicamente faz oposição ao petista, criando uma aliança quase que impossível de acontecer.

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STF forma maioria para rejeitar o ‘quadrilhão do MDB’

Reservatórios de combustíveis da Transpetro, em Brasília, uma das empresas envolvidas na denúncia da PGR.| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / arguivo

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta segunda-feira (14), para rejeitar uma denúncia originada na operação Lava Jato no caso que ficou conhecido como “quadrilhão do MDB”.

Até o momento, nove dos 11 ministros votaram pela rejeição da denúncia. Faltam dois votos. A corte analisa o caso no plenário virtual. No formato, não há debate, e os ministros depositam seus votos em um sistema eletrônico.

O relator do caso, ministro Edson Fachin, teve seu voto seguido pelos ministros:

•Cristiano Zanin,
•Cármen Lúcia,
•Dias Toffoli,
•Luiz Fux,
•Alexandre de Moraes,
•Nunes Marques,
•Roberto Barroso
•e André Mendonça.

A denúncia foi apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em setembro de 2017 contra os senadores Renan Calheiros e Jader Barbalho, os ex-senadores Edison Lobão, Romero Jucá e Valdir Raupp, o ex-presidente José Sarney e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado por suposta prática de organização criminosa.

Rejeição da denúncia

O ministro Fachin concordou com manifestação da própria PGR, que solicitou a rejeição por “fragilidade da convicção ministerial acerca da responsabilidade criminal dos acusados”.

A manifestação da PGR contra a denúncia foi assinada no começo de março pela vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araújo. Ela citou mudança trazida pelo Pacote Anticrime, que veda recebimento de denúncia apenas por elementos trazidos em delações premiadas.

A vice-procuradora-geral também declarou que, por respeito à isonomia, deve ser aplicado ao caso o mesmo entendimento dado a um inquérito que apurou suposta organização criminosa por políticos do PP, que foi arquivada. (CNN)

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Falha em Imperatriz dividiu o país ao meio no apagão

Dois problemas diferentes derrubaram o fornecimento de energia no Norte/Nordeste e no Sudeste/Centro-Oeste na manhã desta terça-feira (15), segundo técnicos do setor elétrico ouvidos reservadamente pela CNN.

Tudo começou com uma falha na interligação da rede de transmissão entre essas duas regiões, em um circuito de 500 kV perto de Imperatriz, no Maranhão.

Essa ocorrência dividiu, na prática, o país ao meio. Naquele momento, às 8h31, o Norte/Nordeste enviava grandes quantidades de energia para o subsistema Sudeste/Centro-Oeste.

No Sudeste/Centro-Oeste, que não gerava energia suficiente para atender toda a demanda, houve acionamento do ERAC — Esquema Regional de Alívio de Carga.

Esse mecanismo, previsto nas operações do sistema elétrico, derruba automaticamente o fornecimento de energia em algumas localidades a fim de evitar estragos maiores.

Às 8h31, o Norte/Nordeste era “exportador” de energia. No entanto, essa condição não permitiu a continuidade das operações. É preciso desligar turbinas de usinas hidrelétricas para impedir uma sobrecarga no sistema, que também derrubaria as redes.

CNN Brasil

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