Lesa Pátria: PF cumpre novas prisões inclusive no MA

Nesta sexta-feira (17), em nova fase da Operação Lesa Pátria, a Polícia Federal (PF) cumpre 46 mandados de busca e apreensão e 32 mandados de prisão em todo o Brasil, inclusive no Maranhão. A operação tem como alvos os suspeitos de participação nos atos que vandalizaram e depredaram as sedes dos Três Poderes, durante atos golpistas de 8 de janeiro, em Brasília (DF).

Entre os presos estão a mulher suspeita de pichar a estátua da Justiça, Debora Santos que foi presa em Paulínia-SP e o homem que furtou uma bola autografa por Neymar, Nelson Ribeiro Fonseca que foi preso em Sorocaba-SP.

No Maranhão, a Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão (mesmo alvo).

Além do Maranhão, a PF cumpriu prisões nos estados da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, São Paulo e no Distrito Federal.

Vale ressaltar que esta é a 8ª fase da operação Lesa Pátria.

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Silvio Leite é ‘escanteado’ em evento com o governador

Imagem publicada nas redes sociais do governador mostra secretário pouco à vontade em evento na cidade de Cantanhede

Após ser tratado com frieza durante o 1º Congresso do Municipalismo Maranhense na última segunda-feira (13), a presença do secretário de Segurança Pública do Estado, coronel Silvio Leite, na solenidade para a implantação do ensino militar no 2 de Julho Unidade XXIV na Escola Municipal Risa Belfort Pires Alves, em Cantanhede, nesta quinta-feira (16), gerou uma saia justa para o protocolo.

Nas imagens publicadas nas redes sociais do governador, Leite não aparece ao lado de Brandão no espaço destinado às autoridades. Segundo fontes do blog que participaram da cerimônia, ele teria argumentado com o cerimonial que a praxe em eventos oficiais é que o secretário fique ao lado do governador, mas não houve mudança de posicionamento.

O próprio Brandão não se mexeu para resolver a situação. Entre o governador estavam o prefeito Kabão e o coronel Célio Roberto, Comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA). O registro fotográfico do secretário escanteado é mais uma prova quanto a preferência do chefe do Executivo na escolha do novo titular da SSP.

Para permanecer no cargo, Leite teria chegado a procurar Flávio Dino para tentar intervir na sua permanência no cargo, mas o ministro não se comprometeu por entender que essa é uma escolha pessoal do próprio chefe do executivo. A informação chateou o governador que desde então passou a tratar o auxiliar com indiferença e frieza.

Em outro registro fotográfico, o secretário aparece na terceira fileira e todo sem graça

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Visita de Flávio Dino a favela repercute na Assembleia

Os deputados estaduais Yglésio Moyses e Carlos Lula, ambos do PSB, promoveram um debate na Assembleia Legislativa do Maranhão, nesta quinta-feira (16), a respeito da visita realizada na quarta-feira (15) pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), sem escolta, a uma entidade na favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, considerado um dos mais violentos do Rio de Janeiro.

Ao subir à tribuna, Yglésio destacou o fato de o titular da pasta haver entrado no local sem segurança reforçada, e mencionou o fato de que a comunidade é dominada por facções criminosas.

“Eu não vi ninguém falando em torno de fake news em relação a isso. Eu, por exemplo, jamais disse que o ministro tem conluio com traficante. Discordo disso. Mas, lendo essa matéria bem aqui: ‘Maré, a favela de todas as facções armadas que a polícia ainda não conseguiu tomar’. O ministro da Justiça chegou à favela sem qualquer tipo de escolta policial, chegou com mais um carro ali, foi recepcionado por locais naquele momento”, destacou.

Segundo ele, nem mesmo o mais “abnegado aliado” de Dino “poderia dizer que não houve uma articulação de alguém do ministério com representantes da comunidade, inclusive das facções, para que a visita fosse tranquila”. “Ou seja: há um canal de diálogo, óbvio”, completou.

Em resposta, Lula pontuou que, “não é por ser uma área pobre, que só tem traficantes” no Complexo da Maré. Segundo ele, o ministro foi ao local para escutar as pessoas trabalhadoras que moram no local.

“É muito infeliz a fala do deputado ao asseverar que o Ministro da Justiça foi ao Complexo da Maré e não tratou de pegar arma de traficante ou de moradores daquela favela. Deputado, queria dizer a Vossa Excelência que o Complexo da Maré não é por ser uma favela, não é por ser uma área pobre, que só tem traficantes lá. Muito pelo contrário. As pessoas que moram ali naquela favela, que moram ali naquela situação, como as que moram em periferias das grandes cidades, elas passam muitas dificuldades. Muitas. É muito preconceito, é absurdo até querer asseverar que qualquer ação do estado que se passe em favela, em periferia, seja tão somente repressiva. A gente tem de entender as periferias das cidades, das favelas, dos complexos, como local onde tem pessoas que vivem no dia a dia, que são trabalhadores, que são pais de família e que devem ser escutados, sim”, comentou.

Agenda – Segundo comunicado do Ministério da Justiça e Segurança Pública, na visita à comunidade, o ministro Flávio Dino participou do lançamento do Boletim “Direito à segurança pública na Maré”, publicação que a Redes da Maré faz anualmente desde 2016 e que apresenta a sistematização dos dados sobre os impactos da violência armada no Complexo.

“Entre os dados, estão mortes causadas por arma de fogo, operações policiais, confrontos entre grupos armados, violações de direitos e descumprimento de preceitos fundamentais. A Redes da Maré é uma organização da sociedade civil, que nasceu a partir da mobilização comunitária e que atua para articular soluções para os problemas da população local”, diz a pasta.

Com informações do Imirante

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Cinema culpa shopping por não comunicar manutenção

A Rede Cinesystem Cinemas informa, por meio de sua assessoria de imprensa, que desde quando focos de incêndio atingiram as instalações do seu multiplex instalado do Rio Anil Shopping, em São Luís (MA), não mede esforços para que seja prestada assistência e solidariedade aos feridos, seus familiares e demais pessoas atingidas.

Desde a tarde do incidente, nossos gestores, advogado e uma psicóloga especializada foram aos hospitais locais à procura de vítimas com objetivo de auxiliar seus familiares em tudo que fosse preciso, incluindo idas, na madrugada do dia 8, ao IML e a funerária da cidade, em busca de informações sobre vítimas fatais e seus parentes.

Ainda no mesmo dia, o advogado da Cinesystem fez a primeira de várias tentativas de contato com os familiares das duas vítimas fatais para prestar assistência e oferecer suporte psicológico. Porém, não tivemos retorno de ambas.

Em continuidade a estes esforços, desde a última sexta-feira, 10, um representante da Cinesystem, acompanhado da psicóloga, vem promovendo visitas assistidas às família das vítimas do incêndio.

Manutenção 

Informamos ainda que, já foi encaminhado às autoridades competentes cópia de e-mail enviado pelo Rio Anil Shopping informando que aconteceria uma manutenção no telhado do empreendimento, no trecho entre as salas 2 e 3 do cinema. A comunicação dizia que a tal manutenção aconteceria “a partir” daquele dia, 06 de março, e que o serviço seria finalizado em quatro dias.

Contudo, não há na mensagem enviada por e-mail à Cinesystem o dia ou hora exatos que os trabalhos seriam realizados. O e-mail também não explica a forma como seria executado. Não havia, ainda, nenhuma orientação sobre quaisquer riscos ou recomendação de necessidade de interrupção das operações nas salas de exibição.

A Cinesystem reforça que não há como mensurar a dor daqueles que perdem um ente querido ou são vitimados física ou psicologicamente. Reiteramos nosso pesar, profunda tristeza e eterno lamento pelas vítimas fatais e reforçamos que seguimos, incansavelmente, tentando amenizar o sofrimento dos envolvidos.

Seguimos colaborando com a investigação e esperamos ter, o mais rápido possível, as causas do incidente esclarecidas.

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Alema debate greve em audiência com Sinproesemma

A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Maranhão realizou, nesta quarta-feira (15), audiência com representantes do Sindicato em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Estado (Sinproesemma), entre eles o presidente da entidade, Raimundo Oliveira, para dialogar sobre a greve dos professores.

Participaram do encontro o presidente da Comissão de Educação, Ricardo Arruda (MDB), o vice-presidente, Leandro Bello (Podemos), e os deputados Aluízio Santos (PL), Hemetério Weba (PP), Wellington do Curso (PSC) e Júlio Mendonça (PCdoB).

O presidente da Comissão disse que a Alema vai atuar como mediadora para que as partes envolvidas na negociação cheguem a um entendimento. “É importante esse diálogo. Conversando com a presidente Iracema Vale, definimos que vamos estar disponíveis para todos os segmentos da sociedade, tendo uma postura propositiva no processo envolvendo os professores e o Governo do Estado”, explicou.

De acordo com Ricardo Arruda, a comissão pretende se reunir, também, com o secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, para mediar um acordo o quanto antes a fim de evitar maiores prejuízos para todos.

“Com a greve, todos perderam. Professores ficaram sem dar aulas e para o governo há o desgaste da paralisação, mas a perda é maior, sobretudo, para os alunos que ficam sem aulas e que já possuem um déficit de ensino desde o início da pandemia de Covid-19”, lamentou Arruda.

Negociações

O presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, fez um levantamento sobre a campanha salarial e as negociações com o governo. Na ocasião, ele agradeceu o canal de diálogo aberto pela Comissão de Educação da Alema.

“Quero agradecer o espaço para debater não apenas a questão salarial, mas também a situação das escolas. Sabemos que a greve realmente traz prejuízos, mas tem que ser observado a legalidade da reposição salarial. Também estamos vendo a política de valorização da educação, que é essencial”, afirmou Oliveira.

Os deputados se colocaram à disposição para ajudar na abertura de canal de diálogo com o governo estadual, que, na sexta-feira (10), apresentou à categoria uma contraproposta de reajuste salarial de 10%. Os professores pedem reajuste em torno de 16%.

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