
Nas pesquisas e nas ruas, Duarte Júnior aparece entre os campeões do voto no Maranhão. Mesmo sendo rejeitado no grupo do governador Carlos Brandão (PSB), as últimas sondagens coloca o deputado estadual entre os dois – das 18 vagas – que serão agraciados na eleição rumo à Câmara Federal. Os números apontam também que em São Luís ele repetirá a performance das disputas passadas. A performance do parlamentar nas redes sociais vem agradando o eleitorado maranhense, principalmente, as mulheres. É através da plataforma digital que “Dudu” tem surpreendido com pai de uma criança autista e chega a surpreender muitas de suas seguidoras.
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O ex-presidente Lula (PT) lidera a corrida presidencial em 15 das 27 unidades da federação; o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) está à frente em outros 5 estados, mais o Distrito Federal. Em cinco estados, há empate técnico entre os dois candidatos; a margem de erro foi de três pontos percentuais. O levantamento não leva em conta os resultados do Ipec em Mato Grosso do Sul –a divulgação da pesquisa foi suspensa no sábado (3) por ordem da Justiça.
Na divisão por região do Brasil, Lula lidera:
em todos os 9 estados do Nordeste
em 3 dos 7 estados do Norte
em 2 dos 4 estados do Sudeste
em 1 dos 3 estados da região Sul
O candidato vai melhor no Piauí, onde está à frente de Bolsonaro por 69% a 15%.
Bolsonaro lidera:
em 3 dos 7 estados do Norte
em 2 das 4 unidades da federação do Centro-Oeste
em 1 dos 3 estados da região Sul
O candidato vai melhor em Roraima, onde está à frente de Lula por 66% a 16%.
Onde Lula vence
Alagoas: Lula 50% x 29% Bolsonaro
Amazonas: Lula 48% x 35% Bolsonaro
Bahia: Lula 61% x 20% Bolsonaro
Ceará: Lula 58% x 19% Bolsonaro
Maranhão: Lula 43% x 31% Bolsonaro
Minas Gerais: Lula 45% x 30% Bolsonaro
Pará: Lula 44% x 35% Bolsonaro
Paraíba: Lula 58% x 24% Bolsonaro
Pernambuco: Lula 60% x 22% Bolsonaro
Piauí: Lula 69% x 15% Bolsonaro
Rio Grande do Norte: Lula 59% x 25% Bolsonaro
Rio Grande do Sul: Lula 42% x 34% Bolsonaro
São Paulo: Lula 40% x 31% Bolsonaro
Sergipe: Lula 54% x 26% Bolsonaro
Tocantins: Lula 46% x 39% Bolsonaro
Onde Bolsonaro vence
Acre: Bolsonaro 53% x 30% Lula
Distrito Federal: Bolsonaro 38% x 31% Lula
Mato Grosso: Bolsonaro 49% x 31% Lula
Rondônia: Bolsonaro 54% x 27% Lula
Roraima: Bolsonaro 66% x 16% Lula
Santa Catarina: Bolsonaro 50% x 25% Lula
Onde há empate técnico
Amapá: Lula 39% x 39% Bolsonaro
Espírito Santo: Lula 42% x 39% Bolsonaro
Goiás: Bolsonaro 39% x 34% Lula
Paraná: Bolsonaro 41% x 35% Lula
Rio de Janeiro: Lula 39% x 36% Bolsonaro
Com informações do G1
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Agência Brasil – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso suspendeu neste domingo (4) o piso salarial nacional da enfermagem e deu prazo de 60 dias para entes públicos e privados da área da saúde esclarecerem o impacto financeiro do piso salarial, os riscos para empregabilidade no setor e eventual redução na qualidade dos serviços. A informação foi divulgada pela assessoria do STF.
A decisão cautelar do ministro foi concedida no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7222 e será levada a referendo no plenário virtual do STF nos próximos dias. Ao final do prazo e mediante as informações, o caso será reavaliado por Barroso. A ação foi apresentada pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde), que questionou a constitucionalidade da Lei 14.434/2022, que estabeleceu os novos pisos salariais.
Entre outros pontos, a CNSaúde alegou que a lei seria inconstitucional porque a regra que define remuneração de servidores é de iniciativa privativa do chefe do Executivo, o que não ocorreu, e que a norma desrespeitou a auto-organização financeira, administrativa e orçamentária dos entes subnacionais
Sancionada há exatamente um mês pelo presidente Jair Bolsonaro, a lei institui o piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. No caso dos primeiros, o piso previsto é de R$ 4.750. Para técnicos, o valor corresponde a 70% do piso, enquanto auxiliares e parteiras terão direito a 50%.
O piso nacional vale para contratados sob o regime da CLT e para servidores das três esferas (União, estados e municípios), inclusive autarquias e fundações. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional em julho, atendendo uma reivindicação histórica da categoria, que representa cerca de 2,6 milhões de trabalhadores.
Impactos
Na liminar concedida neste domingo, Barroso ressaltou a importância da valorização dos profissionais de enfermagem, mas destacou que “é preciso atentar, neste momento, aos eventuais impactos negativos da adoção dos pisos salariais impugnados”.
“Trata-se de ponto que merece esclarecimento antes que se possa cogitar da aplicação da lei”, acrescentou. Ainda segundo o magistrado, houve desequilíbrio na divisão dos custos do reajuste salarial, já que repasses de recursos públicos para procedimentos de saúde seguem com taxas desatualizadas.
“No fundo, afigura-se plausível o argumento de que o Legislativo aprovou o projeto e o Executivo o sancionou sem cuidarem das providências que viabilizariam a sua execução, como, por exemplo, o aumento da tabela de reembolso do SUS à rede conveniada. Nessa hipótese, teriam querido ter o bônus da benesse sem o ônus do aumento das próprias despesas, terceirizando a conta.”
Serão intimados a prestar informações no prazo de 60 dias sobre o impacto financeiro da norma os 26 estados e o Distrito Federal, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e o Ministério da Economia.
Já o Ministério do Trabalho e a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) terão que informar detalhadamente sobre os riscos de demissões. Por fim, o Ministério da Saúde, conselhos da área da saúde e a Federação Brasileira de Hospitais (FBH) precisarão esclarecer sobre o alegado risco de fechamento de leitos e redução nos quadros de enfermeiros e técnicos.
Repercussão
Pelo Twitter, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, manifestou desacordo com a decisão do ministro Barroso. “Respeito as decisões judiciais, mas não concordo com o mérito em relação ao piso salarial dos enfermeiros. São profissionais que têm direito ao piso e podem contar comigo para continuarmos na luta pela manutenção do que foi decidido em plenário.”
O relator do projeto de lei no Senado, senador Fabiano Contarato, também usou as redes sociais para criticar a decisão cautelar. “Os médicos têm piso salarial quatro vezes maior, e o Judiciário jamais vetou esta medida. Os enfermeiros conquistaram a duras penas esse direito por decisão do Poder Legislativo e do Poder Executivo, em ampla e democrática mobilização.”
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O deputado estadual Fábio Macedo e ex-deputado federal Antônio Elizabeth Gonçalo – o Dr. Gonçalo são apostas do clássico na disputa da única vaga que o Podemos deve eleger entre as 18 cadeiras reservadas ao Maranhão na Câmara dos Deputados, embora resultado de eleição só se confirme depois da apuração.
Conforme o blog apurou, Macedo já tinha comprado a roupa de posse que pretendia usar em Brasília, mas pode ser que não venha usá-la em fevereiro de 2023. Motivo? Viu seu principal oponente de partido crescer mais do que ele nos últimos dias.
Em apenas uma semana de campanha, a candidatura de Dr. Gonçalo cresceu mais do que o esperado. Nesse período, recebeu importantes apoios como do prefeito de Presidente Dutra, Raimundinho da Audiolar; e dos vereadores de São Luís, Marlon Botão (PSB) e Marcos Castro (PMN).
Além de Raimundinho da Audiolar, Dr. Gonçalo já contava com a parceria de outros prefeitos: como o de Pastos Bons, Enoque Mota; Fernanda Gonçalo, de Bacabeira; e o de Santa Rita, Dr. Hilton, que atua como articulador da campanha do irmão.

Braide contra-ataca
Para reforçar ainda mais seu projeto rumo ao Congresso Nacional, Dr. Gonçalo ainda faz dobradinha em São Luís com o candidato a deputado estadual Fernando Braide (PSC), irmão do prefeito da capital maranhense, Eudardo Braide. Nos bastidores, segundo as informações, o reforço à candidatura do irmão de Hilton Gonçalo é uma resposta do próprio Braide, após perder o comando do Podemos para Fábio Macedo, mas esse é um assunto para nossa próxima matéria.

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No segundo bloco do debate do Imirante, realizado na noite desta quinta-feira (02), Simplício Araújo (SD) acabou jantando o governador Carlos Brandão (PSB).
Em uma pergunta sobre o colapso na infraestrutura do Maranhão, o candidato do Solidariedade ao governo disse que o socialista foi um “vice decorativo” e prometeu, como primeira ação se ganhar a eleição, vender a residência oficial da vice-governadoria.
Brandão ainda tentou retrucar, mas, atordoado, não conseguiu reagir à invertida do ex-secretário de Flávio Dino.
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