‘Velhinhos’ explodiram o foguete, diz José Reinaldo

Em entrevista ao Programa Xeque-Mate, da Rádio Mais FM, o ex-governador do Maranhão, Zé Reinaldo Tavares, comentou sobre o prognóstico e efeitos das escolhas do senador Weverton Rocha (PDT) antes das eleições estaduais de 2022, feitos por ele durante entrevista ao mesmo programa em meados de julho de 2021.

“Se ele [Weverton Rocha] fosse uma pessoa com juízo, menos impetuoso e pensasse melhor na política, poderia hoje ser o vice-governador e estar numa posição prioritária para 2026. Mas, ao invés disso, como ele foi muito arrogante e achava que a coragem dele bastava, hoje não tem mais nenhuma perspectiva de alcançar o governo. Eu não acredito que ele se recupere a esse ponto”, disse José Reinaldo.

Questionado pelo jornalista Matias Marinho sobre a renovação no quadro político do Maranhão e a influência de políticos experientes para a reeleição do governador Carlos Brandão, antes criticados pelo grupo do senador Weverton Rocha, José Reinaldo respondeu:

“Os velhinhos como eles chamavam, os velhinhos gaga e tal, explodiram o foguete dele [Weverton Rocha]. E a renovação está se dando de verdade. Além do Felipe Camarão, que vai ficar numa posição muito privilegiada, nós temos aí o Fábio Gentil e o Pedro Lucas, por exemplo, que dispararam na eleição e que tem voto e poder de organização e de diálogo com os diversos setores da sociedade. Foram eleições que eles conduziram com muito acerto e deram muitos votos ao Brandão. Então a renovação está vindo de qualquer maneira”, analisou.

Para José Reinaldo, a experiência do governador Carlos Brandão e a habilidade de agregar apoios foram fundamentais para a sua vitória nas urnas.

“Não era só o poder, cargo, ele tinha apoios importantíssimos. Quando conquistou definitivamente o apoio do Lula, do Flávio Dino e do grupo Sarney, praticamente consolidou [a eleição] porque ele também é experiente, passou muitos anos no Palácio dos Leões, conhece o poder e isso aí foi uma vantagem muito grande”, concluiu. (Com informações do Matias Marinho)

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Filho de Roberto Rocha perde batalha contra o câncer

Morreu nesta quinta-feira (13), Paulo Roberto Diniz Rocha, filho do senador Roberto Rocha (PTB). Ele tinha 31 anos e lutava contra um câncer há mais de 4 anos.

Paulo Roberto Diniz Rocha estava internado desde setembro no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. A morte foi confirmada pela assessoria do senador.

“A Assessoria do senador Roberto Rocha comunica o falecimento de Paulo Roberto Diniz Rocha, filho do senador Roberto Rocha, em decorrência de um câncer, contra o qual ele lutava há mais de quatro anos.

Paulinho, como era mais conhecido, tinha 31 anos de idade, e estava internado desde setembro no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ele era casado e deixou um filho, de quatro anos.

Sua memória ficará em nossos corações e ele para sempre será lembrado pela alegria, tenacidade, coragem e o amor que espalhou entre todos os que tiveram a oportunidade de conhecê-lo”.

O corpo de Paulo Roberto Diniz rocha chega a São Luís por volta de 2h da manhã desta sexta-feira (14) e o velório será na Pax União, na Rua Grande, Centro de São Luís.

Solidariedade

O governador Carlos Brandão se manifestou sobre a morte do filho do senador Roberto Rocha. “Minha solidariedade ao senador Roberto Rocha pelo falecimento de seu filho, Paulo Roberto Diniz Rocha. Como pai, compreendo a dor deste momento. Que Deus possa dar força e conforto à família e aos amigos”, afirmou.

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos) se solidarizou com o senador pela morte do seu filho. “Com profundo pesar recebi a notícia do falecimento do filho do senador e amigo Roberto Rocha, Paulo Roberto Diniz Rocha. Neste momento, rogo a Deus que console a todos da sua família e os inúmeros amigos do Paulo. A nossa oração continua por vocês”, disse.

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MP abre investigação sobre xenofobia em rede social

A Corregedoria Geral do Ministério Público do Maranhão encaminhou, no último dia 8, um ofício ao diretor das Promotorias de Justiça da Capital, Esdras Liberalino Soares Júnior, no qual requer a investigação de suposta prática de xenofobia em uma rede social após o primeiro turno das eleições, realizado no último dia 2.

O documento, assinado pela corregedora-geral do MPMA, procuradora de justiça Themis Maria Pacheco de Carvalho, requer a investigação de uma postagem feita pelo Colégio São Marcos, de São Luís, com “forte conotação xenofóbica, indo de encontro a toda uma ideologia que deve nortear um estabelecimento de ensino”.

O ofício, que tem o caráter de Notícia de Fato, foi distribuído para a 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Criminal de São Luís, que tem como titular o promotor de justiça Orfileno Bezerra Neto.

A corregedora-geral do MPMA observa que o crime de “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional” tem pena de um a três anos, além de multa. Se os crimes são cometidos por meio de comunicação social ou publicação de qualquer natureza, a pena é de dois a cinco anos e multa.

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Yglésio declara voto em Jair Bolsonaro e critica o PT

O deputado estadual Yglesio Moyses (PSB), utilizou a Tribuna, da Assembléia Legislativa, nesta terça-feira (11), para declarar voto ao presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições para a presidência da República.

Mesmo fazendo parte do partido do governador reeleito no Maranhão, Carlos Brandão e que tem o candidato a vice Geraldo Alckmin, na chapa encabeçada por Lula, o deputado Yglésio disparou contra o PT .

“Eu já fui do PT e eu não quero nunca na minha vida o PT no poder de novo. Não sabem fazer gestão, onde estão, destroem tudo, destroem as finanças, o país quebra. Bolsonaro é maluco, mas colocou gente competente para fazer gestão. PT vive de ilusão para o povo, vive de mentira”, afirmou Yglésio.

No mesmo pronunciamento, Yglesio abriu as baterias contra o ex-governador e agora senador Flávio Dino

“Eu sou do grupo do Brandão, prefiro o Bolsonaro, porque não quero Flávio Dino mandando aqui de novo. Flávio Dino interferindo na eleição da Assembleia Legislativa, porque aqui perdemos foi 24 colegas, pelo fato de não terem apoio do governo. Flávio Dino não recebia os deputados, para ele os deputados são lixos. Flávio Dino me perseguiu nas eleições”, disse.

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Hildo explica a ação do MDB por recálculo de vagas

O deputado federal Hildo Rocha (MDB), comentou nesta semana, em pronunciamento na tribuna da Câmara dos Deputados, a ação em que seu partido pede ao Tribuna Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) o recálculo da distribuição de vagas de deputados federais.

Mesmo tendo sido o 12º mais votado, Rocha ficou de fora da lista dos 18 deputados considerados eleitos. O parlamentar ressaltou que o MDB considera que houve equívoco nos critérios de preenchimento das vagas. O partido entrou com uma representação por entender que o algoritmo formulado não obedece aos arts. 108 e 109 do Código Eleitoral.

Ele pontuou, contudo, que a sigla não está se insurgindo contra o resultado das urnas, mas à forma de distribuição das vagas a partir da contagem das chamadas “sobras”.

“Não estamos contra o resultado das urnas. O MDB questiona o algoritmo formulado para preenchimento das seis vagas que foram escolhidas pela média. O MDB obteve 301 mil votos. Isso significa que o partido atingiu o quociente que no Maranhão foi de 205 mil votos. Pela primeira regra, foi eleita Roseana Sarney, pois o partido fez uma vaga de forma direta e ela foi a mais votada. A segunda regra é a do parágrafo único do art. 108 combinado com art. 109, caput e incisos I e III. Essa segunda regra contempla apenas os partidos que conseguiram obter o quociente eleitoral e os candidatos que tenham obtido o número mínimo exigido pelo art. 108. A terceira regra é aquela que permite aos partidos, que tenham obtido 80% e o candidato, 20%, venham a atender a complementação das vagas que não foram preenchidas por não atender as duas exigências do inciso I do artigo 109. O que houve de errado? É que se desconsiderou a segunda regra na formulação do algoritmo”, argumentou.

No discurso, Hildo Rocha também agradeceu a votação recebida. “Sou muito grato aos 96.281 maranhenses que no dia 2 de outubro foram às urnas e me deram um voto de confiança, votaram no Deputado Hildo Rocha. Eu fui o 12º Deputado Federal mais votado entre as 18 vagas destinadas ao Maranhão”, destacou.

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