
Na sessão plenária da Câmara Municipal de São Luís, desta quarta-feira (1º), a vereadora Fátima Araújo (PCdoB) cobrou ações da Prefeitura para a rua Bom Jesus, no bairro João de Deus, que precisa de melhor infraestrutura, pois, em razão de vários buracos, vai perder a linha de ônibus que passa no local.
Logo depois, o vereador Chaguinhas disse na tribuna que a cidade está sob nova direção e que “aquele negócio de vereador ficar com requerimento na rua pra cima e pra baixo, mostrando que é ele que tá trazendo as obras, com a nova gestão, isso pouco a pouco tá sendo desbotado”.
A pontuação é inadequada, pois uma das funções dos parlamentares é exatamente solicitar, cobrar e fiscalizar até que a solução chegue ao povo.
Mas Chaguinhas, do alto de seu desconhecimento, não parou por aí. Ele pegou mais pesado e chegou a ser agressivo com a colega de plenário, chegando a dizer que a vereadora é oportunista e desleal. Além disso, afirmou ainda que tanto Fátima como o vereador Paulo Victor eram “vendedores de perfume” e que iam de porta em porta para falar do asfalto, desconsiderando que a iniciativa também faz parte da atividade parlamentar, assim como ouvir as pessoas, dar atenção, prestar contas do trabalho.
A rixa de Chaguinhas começou em 2020, quando a vereadora, após ser reeleita com o dobro da votação dele, conseguiu, com o Governo do Estado, asfalto para 12 ruas do bairro São Cristóvão, o que afetou o vereador em sua campanha. Apesar de ter passado quase oito meses, até hoje ele não superou sua pífia votação e passou a criticar a forma de trabalhar da parlamentar, que veio das comunidades e sempre colocou a mão na massa para melhorar as ruas e garantir melhorias aos moradores.
Fátima disse que já foi chamada de ridícula por Chaguinhas, por varrer rua, e afirmou que não é um mandato que vai mudar o seu jeito de ser.
“Antes de ser vereadora, eu já varria rua […], como sempre fiz nas comunidades. O meu trabalho é voltado para a população.”
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O Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos de Açailândia (MA) entrou com pedido para que o Conselho Nacional de Justiça faça apuração nos processos oriundos do município que dão entrada no TJ/MA. As informações são do blog do Jorge Aragão.
O caso sob grave suspeita leva em conta várias decisões tomadas pelo TJ/MA que, de forma sumária, vem mudando a composição da Câmara Municipal, cassou o presidente da Câmara de Vereadores e outros 07 vereadores no mês de janeiro e mandou dar posse no Legislativo Municipal ao grupo político do vereador Ceará, mesmo este tendo a minoria dos votos na eleição da mesa.
A gravidade da situação será analisada porque há indícios de uso indevido do protocolo eletrônico do TJ/MA, tendo em vista que foram vários recursos sobre o mesmo assunto e não caíram para a relatoria do primeiro desembargador que recebeu o processo a respeito, mas foi direcionado para o Desembargador Luiz Gonzaga, que concedeu as liminares nos recursos e desde janeiro está na relatoria dos processos. Os recursos foram propostos pelo grupo do vereador Ceará porque na comarca de Açailândia perdeu todos os processos, só ganhando no âmbito do TJ.
Além dos vários processos com relação a eleição da mesa do início do ano, ainda tem um processo, agora do meio do ano, que o TJ, pelo Desembargador Luiz Gonzaga, afastou um vereador por meio de agravo, numa ação popular – que sequer tinha sido recebida pelo juiz de Açailândia – e utilizando questões que não dizem respeito à ação popular, mas de uma outra demanda na qual o MP não pediu o afastamento do vereador. Ou seja, houve afastamento de um vereador através de uma liminar concedida em um outro recurso oriundo de Açailândia (MA) e que novamente foi dada a relatoria ao mesmo Desembargador que já vem concedendo todas as decisões favoráveis ao grupo político do vereador Ceará. E, desta vez, decidiu pela liminar usando questões que não dizem respeito ao processo da ação popular.
Confira a lista de processos relativos a Câmara de Açailândia (MA):
• COMARCA 0800573-85.2020.8.10.0022
• COMARCA 0800002-80.2021.8.10.0022
• COMARCA 0800067-75.2021.8.10.0022
• COMARCA 0800070-30.2021.8.10.0022
• COMARCA 0800247-91.2021.8.10.0022
• TJ/MA 0800285-72.2021.8.10.0000
• TJ/MA 0800294-34.2021.8.10.0000
• TJ/MA 0800427-76.2021.8.10.0000
• TJ/MA 0800584-49.2021.8.10.0000
• TJ/MA 0801418-52.2021.8.10.0000
• TJ/MA 0802064-62.2021.8.10.0000
• COMARCA 0803166-53.2021.8.10.0022
• COMARCA 0803167-38.2021.8.10.0022
• COMARCA 0803447-09.2021.8.10.0022
• TJ/MA 0812047-85.2021.8.10.0000
• TJ/MA 0813739-22.2021.8.10.0000
• STJ SLS Nº 2883 / MA (2021/0030002-4)
• STJ SLS Nº 2972 / MA (2021/0225853-7)2
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A Prefeitura de Santa Rita tem intensificado os trabalhos de construção do novo hospital municipal que terá características de uma unidade macrorregional. As obras estão em estágio avançado, sendo iniciado nesta semana a fase de concretagem da laje do primeiro pavilhão da unidade hospitalar.
O prefeito Hilton Gonçalo afirmou que o novo hospital, que está sendo construído com recursos próprios e capacidade atender casos de média e alta complexidades.
A Prefeitura de Santa Rita contou com a doação do terreno que anteriormente estava o loteamento Nova Conquista do empresário Carlos Eduardo.
Além de atender alta e média complexidade, o novo hospital terá leitos de UTI e ampliará a capacidade de atendimentos no município, passando a realizar cirurgias como de retirada de vesícula, apendicite, hérnia, entre outros. A unidade hospitalar também vai absorver os serviços já realizados no Hospital Municipal Maria Helena Freire.
Atualmente em Santa Rita são realizados procedimentos de média complexidade e a Prefeitura oferta atendimentos de clínico geral, cirurgião geral, pediatria, obstetrícia e ginecologia, cardiologia, endocrinologia, odontologia e periodicamente são realizados mutirões oftalmológicos. O hospital de Santa Rita ainda possui um banco de sangue, raio-x e ultrassom, eletrocardiograma, tomografo assim como laboratório de analises clinicas 24 horas.
A ideia é que o atual Hospital Municipal Maria Helena Freire, que possui 28 leitos clínicos e 3 UTI´s, passe a ser um Centro de Especialidades, assim como abrigar o SAMU de Santa Rita.
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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), anunciou que o secretário de Governo, Diego Galdino, vai assumir a chefia da Casa Civil.
O anúncio foi publicado nas redes sociais do gestor estadual.
Galdino vai substituir Marcelo Tavares, que deixa a Casa Civil para ocupar uma cadeira de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado, após indicação da Assembleia Legislativa.
No lugar do agora ex-secretário de Governo ficará a jornalista Marcela Mendes.
“O hoje secretário de Governo, @GALDINODIEGO, será o Secretário-Chefe da Casa Civil. A secretária adjunta Marcela Mendes será Secretária de Governo. Darão continuidade ao ótimo trabalho na coordenação das ações de governo e na execução de metas administrativas”, publicou Flávio Dino.
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O juiz da 8ª Vara Federal Ambiental e Agrária do Maranhão, Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, condenou a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão, pela ocorrência do fenômeno “Língua Negra” na praia do Calhau, em São Luís.
A decisão é resultado da Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público Federal que objetiva o reconhecimento de responsabilidade civil ambiental pelo mau funcionamento dos equipamentos componentes da estrutura da Estação Elevatória de Esgoto do Cohajap (EEE Cohajap), operada pela Caema, o que tem provocado ostensiva e grave poluição do Rio Calhau e da praia do Calhau.
O MPF sustentou que o mau funcionamento dos equipamentos da Estação Elevatória de Esgoto do Cohajap está contribuindo para a ocorrência do fenômeno da “Língua Negra”, em razão do lançamento direto de efluentes (esgoto) não tratados no rio, circunstância que tem gerando grave impacto ambiental e grande repercussão social negativa.
Na Ação, o Parquet pediu que a Caema apresente em 60 dias, um projeto de restauração adequada dos equipamentos referentes à Estação, com cronograma de reforma, que deverá ter duração máxima de 1 ano, especificando-se as obras a serem realizadas e que seja proibida de liberar qualquer efluente no ambiente externo.
“No Relatório Técnico n. 001/2019/LAA/SPR.LA/SAL/SEMA, elaborado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais, embora não haja especificação de qual equipamento operado pela demandada tivesse contribuído para o processo de degradação do Rio Calhau, o órgão ambiental pontua que “(…) a informação da ocorrência de ‘língua-negra’ foi repassada à Superintendência de Fiscalização da SEMA/MA para verificarem junto à CAEMA a condição de suas ETE’s uma vez que sabe-se que a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão possui ao longo do curso deste rio, pontos onde são lançados seu efluente tratado. E em outras ocasiões. houve ocorrência do mesmo fenômeno devido a lançamentos da CAEMA, portanto é uma causa a ser verificada (…) “(ID 480120865, p. 05)”, destacou Ricardo Macieira.
Nos autos, o juiz federal determina que a Caema promova a manutenção dos equipamentos, apresente em 30 dias um relatório acerca das medidas adotadas com urgência. Além disso, a Companhia terá que elaborar um projeto de restauração adequada do equipamentos da EEE do Cohajap.
Caso descumpra a ordem judicial, terá que pagar multa de R$ 50 mil.
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