
O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), destacou a aprovação, na sessão plenária remota desta terça-feira (6), de mais projetos voltados ao enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Estado, entre eles, a Medida Provisória 345/2021, de autoria do Poder Executivo, que autoriza a concessão de auxílio-combustível aos taxistas, mototaxistas e motoristas de aplicativos, bem como aos setores de turismo e eventos.
A MP, que segue para promulgação, também reduz a carga tributária para o seguimento de bares, restaurantes e similares, além de instituir o programa social ‘Vale-Gás’, também visando ao enfrentamento das adversidades decorrentes da pandemia.
“Na sessão remota de hoje, aprovamos vários projetos importantes para o Maranhão. Destaco a medida provisória encaminhada pelo Poder Executivo, hoje convertida em lei, que cria auxílios emergenciais, como o auxílio-combustível para taxistas, mototaxistas e motoristas de aplicativos, assim como o benefício para os profissionais das áreas de turismo e eventos. Uma medida provisória importante neste momento de dificuldade pela qual passam, em especial, esses setores”, disse Othelino.
Calamidade Pública – O chefe do Legislativo falou, também, sobre a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo 001/2021, oriundo do Parecer nº 165/21, de autoria da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), que aprova o pedido de reconhecimento do estado de calamidade pública no Maranhão. “Na prática, o decreto permite que o Governo do Estado possa fazer as contratações e adquirir serviços de maneira mais rápida e, assim, combater com mais rapidez e eficiência a pandemia da Covid-19”, explicou.
Foram aprovados, ainda, outros cinco projetos de decretos legislativos, também com pedidos de reconhecimento de estado de calamidade pública nos municípios de Balsas, Pinheiro, Cândido Mendes, São Domingos do Maranhão e Lago da Pedra.
Othelino Neto destacou também a apreciação e aprovação, na sessão remota, das prestações de contas do Governo do Estado relativas aos exercícios financeiros dos anos de 2015, 2016 e 2017, além do Projeto de Lei 147/2021, de autoria do Poder Executivo, que autoriza o Estado a contratar operação de crédito junto ao Banco de Brasília (BRB) até o valor de R$ 180.000.000,00 para a execução do programa ‘Maranhão Forte’.
“Apreciamos e aprovamos a autorização para que o Governo do Estado possa contrair empréstimo junto ao Banco de Brasília, que vai permitir o financiamento de projetos importantes, dentre os quais a construção de uma ponte sobre o Rio Preguiças, em Barreirinhas, e outras intervenções estruturantes essenciais para outras regiões do Maranhão”, concluiu o presidente da Assembleia.
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O encontro aconteceu na sede do Partido Progressista no Maranhão. O prefeito de Pinheiro Luciano Genésio e o deputado federal André Fufuca tem uma longa história de companheirismo e apoio mútuo em campanhas de sucesso. Na reunião assuntos como o atual cenário político nacional e o combate à pandemia em Pinheiro foram algumas das pautas em discussão.
O resultado do encontro foi o compromisso do deputado Fufuca de destinar emendas parlamentares para Pinheiro, para ajudar no combate à pandemia e nas ações de desenvolvimento da cidade. Vale lembrar que Fufuca foi um dos principais colaboradores do primeiro mandato de Luciano, contribuído com emendas robustas que resultaram em obras grandiosas como o primeiro galpão da feira municipal e o asfaltamento das ruas e recuperação das vicinais no município.
“Estou muito satisfeito com o resultado desse nosso encontro, como sempre Fufuca está a disposição para ajudar o nosso município a crescer e se desenvolver. Conversamos bastante sobre diversos assuntos pertinentes à política e aos impactos diretos no município de Pinheiro. Fazemos uma gestão consciente e responsável, continuo buscando formas de promover o desenvolvimento da nossa Pinheiro, mesmo em momento de extrema dificuldade como este em que nos encontramos lutando para conter o avanço da covid-19”, declarou o prefeito Luciano.
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O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), comemorou nessa segunda-feira (5), reportagem do Jornal O Globo, sobre um levantamento da consultoria Quaest, que avalia técnicas e impactos de comunicação, apontando o gestor ludovicense, entre os três mais populares nas redes sociais. O índice considera dados do Facebook, Twitter, Instagram e YouTube.
O problema, entretanto, é que na prática a realidade é totalmente diferente da teoria, pois o Ranking Connected Smart Cities 2020 colocou a capital maranhense entre as cidades menos inteligente e conectada do Brasil. Só para se ter ideia, a posição no ranking de cidades acima de 500 mil habitantes, São Luís ocupa o 37º lugar. Na Região Nordeste, a capital maranhense figura na 21ª posição.

O estudo, elaborado pela Urban Systems em parceria com a Necta, está na 6ª edição e mapeia os 673 municípios com mais de 50 mil habitantes, com o objetivo de definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento do Brasil. O Ranking Connected Smart Cities analisa 70 indicadores em todas as cidades com mais de 50 mil habitantes, em 11 eixos temáticos, identificando as cidades mais inteligentes em setores como: mobilidade, urbanismo, saúde, educação, economia, etc…
Ou seja, não adianta Braide comemorar o 3º lugar entre os prefeitos mais influentes se na prática, o resultado da cidade em que administra é totalmente diferente do mundo virtual. Com isso, o índice da Quaest serviu apenas para mostrar o desafio que o gestor ludovicense terá pela frente. É até cômico que a capital menos conectada tenha o 3º prefeito mais influente nas redes sociais.

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Na manhã desta terça-feira (6), o deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) voltou a se posicionar em relação às aglomerações nos supermercados. Durante a Sessão Plenária na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou que “as grandes redes têm atuado praticamente sem fiscalização e não têm cumprido as obrigações dos decretos do Governo do Estado”.
Na semana passada, o deputado visitou lojas de duas redes de supermercados e mostrou que, em algumas delas, os protocolos sanitários não estavam sendo devidamente seguidos, o que acaba pondo a vida dos consumidores em risco.
O deputado também destacou a situação dos pequenos negócios. Por ter menor porte, eles são os mais afetados pelas medidas do Governo, diferentemente das grandes redes. Demonstrando preocupação a situação, o deputado disse os órgãos precisam fiscalizar na mesma medida.
“Enquanto isso, vários comércios pequenos estão sendo fiscalizados de maneira bastante intensa e rigorosa. Até o momento, não houve a mesma fiscalização em redes maiores, como o Grupo Mateus. É importante lembrar que a lei é para todos “, pontuou.
Com o crescente número de casos de covid-19 na Grande Ilha, o parlamentar vem cobrando, há algumas semanas, a fiscalização dos grandes supermercados e o cumprimento das medidas sanitárias apresentadas pelo Governo do Estado. O objetivo, segundo vem destacando nos meios de comunicação, é contribuir para a contenção do avanço da doença no Estado, principalmente na Ilha, já que se trata do epicentro da pandemia no Maranhão.
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O número de cibercrimes aumentou no Brasil durante a pandemia de covid-19, com mais pessoas conectadas à internet. Os golpes virtuais já existiam, mas os criminosos atualizaram as suas táticas. O Brasil é o quarto país mais afetado por ciberataques no mundo, de acordo com Fabio Assolini, da Kaspersky.
Mais de 5 milhões de brasileiros foram vítimas de crimes de clonagem de WhatsApp em 2020, segundo levantamento da PSafe, empresa de segurança digital. A jornalista Michelle Souza, de Brasília, foi uma das vítimas de golpe. Ela estava trabalhando e conversando com alguns contatos pelo WhatsApp quando recebeu uma ligação.
Era uma pessoa fazendo convite para um evento. Michelle seguiu as instruções que eram passadas pelo telefone: clicou em um link, que gerou um código por SMS e informou o código à pessoa. E o WhatsApp fechou na hora. O conhecido golpe de WhatsApp funciona geralmente como aconteceu com Michele.
O golpista engana a vítima, para que ela informe um código curto recebido por SMS e, com esse código, consegue ativar o WhatsApp da pessoa em outro aparelho. Assim, começa a interagir com os contatos dela, simula uma situação de emergência e pede dinheiro emprestado.
“Eu nunca esperava que ia cair numa situação como essa. As pessoas começaram a me ligar, foi tudo muito rápido, rápido mesmo, coisa de menos de cinco minutos”, lembra Michelle. Quando o golpista pediu dinheiro em nome de Michelle, um amigo dela não imaginou que poderia ser um golpe e transferiu cerca de R$ 6 mil.
O presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares, explica que todas as redes sociais, as plataformas de e-mail e os mensageiros instantâneos, como WhatsApp e Telegram, contam com um recurso que permite ativar um segundo fator de autenticação para comprovar que você é você mesmo.
“Isso resolveria 95% das tentativas de golpes que ocorrem hoje, por exemplo, em redes sociais e aplicativos de mensagens. Mas pouca gente ainda utiliza o segundo fator de autenticação. Quanto mais gente utilizar, maiores serão as dificuldades de esses criminosos terem êxito nas suas ações”.
Como os golpes costumam ser atualizados, um dos temas do momento é a vacina contra a covid-19. Tem gente usando o nome do Ministério da Saúde e das secretarias de Saúde para aplicar golpes pelo WhatsApp. Criaram, por exemplo, um perfil falso do secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula.
“O golpista dizia: ‘sobraram algumas doses do lote das vacinas. Você não quer adquirir para o seu município? E pedia um valor para que fizesse a entrega. Obviamente absurdo. As doses de vacina são públicas, são gratuitas”, afirma o secretário. Houve também um aumento de crimes relacionados à honra, à imagem e à dignidade das pessoas.
A SaferNet Brasil citou um pico de casos envolvendo vazamento de imagens íntimas de nudez. A fotógrafa Karim Kahn teve seu celular roubado. O aparelho estava desbloqueado. Ela recebeu a ameaça de que, se não passasse os dados do banco e as senhas, divulgaria nos grupos de WhatsApp uma foto dela de topless que estava no celular.
A ameaça foi concretizada. “Fiquei com muita vergonha. No primeiro dia em que voltei para o trabalho estava de cabeça baixa, pensando: é o meu corpo, o que vão falar de mim? ”
Também neste momento de pandemia, aumentou em 400% o número de reclamações por vendas online, segundo o presidente do Procon de São Paulo, Fernando Capez. “Um número significativo dessas reclamações era de golpes”. Camila de Abreu, publicitária de Brasília, caiu nesse tipo de golpe ao comprar celular em uma loja na internet.
Depois de conversar muito com o vendedor e tirar todas as dúvidas, ela fez a transferência bancária. “Na hora em que eu depositei, uma coisa me dizia que não estava certo. Foi quando tive a curiosidade de pegar o CNPJ da empresa que ele me passou, joguei na internet e vi que era falso”, conta Camila. Com Abr.
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