Setor industrial na luta contra efeitos coronavírus

A indústria caiu, chegou ao fundo do poço e, depois, acordou, sentou na cadeira e tenta agora se equilibrar no chão. Não foi fácil o abalo provocado pelos efeitos do coronavírus, que fechou empresas, desempregou trabalhadores e matou operários. A luz acendeu no escuro, mesmo com os riscos da doença, que atinge as famílias indefesas.

Na vida são indispensáveis parcerias fortes para não nadar sem proteção e sem ajuda para se salvar de tragédias. Nessa hora, é bom ter um amigo ao lado, como atuou o empresário Edilson Baldez que, nas dificuldades, comanda o barco. Pela experiência e seriedade, conduz com competência o incêndio para apagar o fogo. A Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema) ganhou crédito no mercado e serve de espelho para todo o Brasil.

Aplaudido pelos companheiros pela lisura, Baldez sabe o que faz, desempenha com amor uma função que gosta e une a categoria. Em todos os setores – Sesi, Senai e IEL – pratica o profissionalismo, com resultados positivos.

No final do mês passado, os dirigentes da Fiema participara, na Assembleia Legislativa do Maranhão, de um encontro no qual foram discutidos temas de interesse da classe empresarial e do setor produtivo maranhense. Na oportunidade, os executivos apresentaram várias iniciativas do setor industrial maranhense contra o coronavírus.

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