
Em entrevista publicada em O Imparcial desta terça-feira (8), o prefeito Edivaldo Holanda Junior falou sobre o aniversário de 408 anos de São Luís e como sua gestão vem transformando a realidade da cidade e, consequentemente, a vida da população.
“Diferente do que ocorreu comigo, o próximo prefeito de São Luís receberá uma cidade equilibrada financeiramente, organizada e com muitas obras realizadas. Não resolvemos tudo. Nenhum gestor vai conseguir esgotar a demanda urbana, mas tiramos São Luís do atraso”, afirmou Edivaldo.
A afirmação de Edivaldo é facilmente confirmada nos bairros da cidade que recebem hoje o maior volume de investimentos em infraestrutura da história com obras de asfaltamento, drenagens, reforma de unidades de saúde, escolas e equipamentos sociais, construção de ecopontos e áreas de lazer, reforma de equipamentos esportivos, como parque e estádio, reconstrução de mercados, entre muitas outras que garantem a ele um índice inédito de popularidade para um prefeito em fim de mandato.
Definitivamente a São Luís que chega aos 408 anos está distante do caos financeiro e administrativo encontrado por Edivaldo em 2013 e acumula avanços que surpreende até mesmo políticos e gestores com mais experiência que se perguntam como um prefeito jovem e até então sem experiência no Executivo conseguiu superar tamanhas dificuldades e garantir um ritmo de desenvolvimento nunca experimentado na história recente da cidade.
Todo este trabalho consolida Edivaldo como o prefeito com maior popularidade nas últimas décadas, por isso, seu apoio é visto pelos analistas políticos como fundamental para garantir a eleição do próximo prefeito. Sobre isto, Edivaldo reitera que seu foco é a gestão e a conclusão das obras em andamento.
Sobre seu sucessor Edivaldo disse que “o melhor nome para administrar São Luís é aquele que dê prosseguimento ao trabalho que estamos fazendo, colocando o desenvolvimento da cidade e o bem-estar da população como prioridade”, mas não citou nomes.
Edivaldo finaliza a entrevista ressaltando que deixará um legado importante em todas as áreas da gestão pública municipal, pois tem resolvido problemas históricos da cidade. “São muitos os avanços de São Luís em minha gestão. Deixaremos um legado de muito trabalho e de um período de grande desenvolvimento na nossa cidade”.

Membros do Ministério Público Eleitoral (MPE) participarão de reunião, na próxima sexta-feira (11), às 11 horas, para tratar sobre assuntos relacionados a protocolos e medidas sanitárias contra a pandemia da covid-19 nas eleições de 2020.
O encontro também terá a participação de representantes do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE/MA) e da Vigilância Sanitária, além de presidentes de partidos políticos. A reunião será realizada no auditório do TRE/MA, com uso de proteção individual.
Segundo o procurador regional Eleitoral, Juraci Guimarães Júnior, a finalidade da participação dos partidos na reunião é a democratização da discussão, “a fim de que eles possam colocar suas observações, que serão analisadas pelos agentes públicos de saúde. Com a participação dos partidos também se pretende que haja maior cumprimento por parte das agremiações das normas que serão estabelecidas, evitando futuras sanções”, disse.
Além disso, ele afirma que não é objetivo do Ministério Público proibir a propaganda eleitoral. “Pelo contrário, ela é fundamental no regime democrático para melhor escolha do cidadão, mas que ela seja exercida com respeito à saúde e à vida da população durante a pandemia”, finalizou.
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O vice-presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado estadual Glalbert Cutrim (PDT), participou neste sábado (5), de duas importantes convenções partidárias.
Pela manhã, ao lado do seu irmão, o deputado federal Gil Cutrim, Glalbert esteve no município de Matinha, região da baixada maranhense e onde sua família mantém fortes ligações, para participar da homologação da candidatura de Dr. Emano, que concorrerá ao cargo ao lado da candidata a vice-prefeita, Eliane de Beto Pixuta.
O evento foi marcado pela união de tradicionais grupos e contou com as presenças dos ex-prefeitos Beto Pixuta e Aristoteles, além de vereadores, ex-vereadores, pré-candidatos aos cargos de vereadores e centenas de correligionários.
“Aqui está a união dos grupos políticos que mais trabalharam por Matinha, e tenho certeza absoluta que com fé em Deus e a força do povo, mostrará a partir de 2021, que ainda temos muito a fazer.” Destacou o deputado Glalbert Cutrim.
Já em São José de Ribamar, município da região metropolitana onde o seu irmão foi prefeito, Glalbert esteve na convenção do ex-prefeito e médico Dr. Julinho (PL), que também confirmou sua candidatura em convenções partidárias do PL, PSL, Patriota e Avante.
Uma grande festa foi organizada para homologar a chapa encabeçada por Dr. Julinho e que tem como vice-prefeito o empresário Júnior Lago (Avante).

Em 2020 a tradição política do deputado Wellington do Curso (futuro-ex-PSDB) se repetirá. Após tentar impor sua vontade pessoal aos líderes do partido, Wellington deverá deixar a legenda pelas portas do fundo. Algo comum na história política do parlamentar.
Desde que se filiou ao PSL em 2009, a situação se repetiu em TODAS as legendas pelas quais passou. PSL, PPS, PMB, PP e agora PSDB. O roteiro é sempre o mesmo. Poucos anos após filiar-se, Wellington entra em rota de colisão com os líderes por tentar mandar mais do que eles. Então Wellington se diz perseguido, traído, injustiçado e o fim todos já sabem.
A mais recente perseguição aconteceu porque o PSDB decidiu que é melhor compor com Eduardo Braide (Podemos), que aparece com cerca de 40% das intenções de voto nas pesquisas do que lançar o próprio Wellington do Curso, que possui cerca de 7% das intenções de voto. Pior de tudo: Wellington acha que ao preferir ter um partido em sua coligação do que ter mais um adversário na eleição, Braide o está traindo.
A trajetória de Wellington do Curso é mais do que suficiente para revelar uma personalidade narcisista que exige submissão a despeito de merecimento. Sobe no ônibus, olha para a janela e pede ao motorista que desça para que ele assuma o comando.
Os mais próximos sabem que Wellington não é afeito a ouvir conselhos. Apesar de ser uma boa pessoa (sim, ele o é e isso não o exime de agir erroneamente), é completamente incapaz de impedir que a vaidade o ensurdeça e cegue. A soberba de Wellington do Curso é seu maior algoz. O deputado é a maior vítima de si mesmo. Se agoniza na beira do abismo e da tragédia, chegou lá com os próprios pés e mãos que tapavam os ouvidos quando aqueles que lhe querem bem tentaram alertá-lo. Paciência tem limite…
No caso do PSDB, Wellington afirma que pretende levar o caso até a justiça. Diz que vai processar o partido se não for candidato para ter o direito na marra. Manobra que, sabe muito bem, não terá nenhum efeito prático. Sairá do PSDB como saiu de todos os partidos que entrou.
O esperneio faz parte do show de vitimismo da eterna, grandiosa e injustiçada “vítima do sistema”. Resta saber quem será o bom samaritano a oferecer-lhe legenda em 2020 e que irá virar tirano em 2022 ao negar-lhe os caprichos narcisistas.
Só que pior. Agora os próximos mandatários de legendas sabem que abrigar Wellington do Curso será garantia de processo judicial no futuro.

O Ifood é a maior empresa foodtech (empresa de tecnologia voltada para alimentação) da América Latina. Por meio de aplicativo, a empresa promete aproximar clientela e restaurantes. Acontece que muitos estabelecimentos estão sentindo-se lesados pela plataforma. As taxas e imposições da empresa são vistas como abusivos por muitas empresas que preferem optar por aplicativos próprios ou manter o tradicional delivery por telefone.
Por ano a empresa retira das economias locais no Brasil cerca de R$ 10 bilhões que poderiam ser usados por restaurantes no aquecimento das economias locais. Isso poderia resultar na geração de emprego e renda em milhares de cidades pelo Brasil.
O simples ato de excluir a conta no Ifood, desinstalar o aplicativo e fazer a opção por pedidos diretos pode resultar, até mesmo, na diminuição de preços no decorrer do tempo.
Indiscutivelmente a queda no monopólio do aplicativo iria gerar uma série de benefícios a restaurantes em curto prazo e a clientes em médio e longo prazo.