
O secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula lamentou, a decisão do governo de Jair Bolsonaro de rever os óbitos pela Covid-19 no país.
Segundo Lula, a revisão não reduzirá os óbitos, pelo contrário, a recontagem deverá aumentar os números.
“A notícia de que o Ministério da Saúde resolveu “rever” os óbitos por Covid-19, por uma suposta “inflação” dos números, é lamentável. Uma “revisão” dos óbitos não tem como diminuir o número de ocorrências, muito pelo contrário. É provável que leve a um aumento de casos, uma vez que novos exames irão confirmar óbitos de maneira retroativa”, destacou.
“Essa informação é importante para não levar a uma compreensão equivocada dos dados que são publicados. E lamentamos a postura do Governo Federal em tentar esconder os dados da doença. Ela não vai desaparecer se deixarmos de falar dela”, finalizou.
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Manifestantes realizaram na tarde deste domingo (7) um ato em protesto contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra o racismo, o fascismo e a favor da democracia em São Luís. O ato foi realizado a partir das 15h e durou cerca de duas horas.
O ato foi organizado pelo Levante Popular Antifascista. De acordo com a organização, cerca de 150 pessoas atenderam a manifestação que teve como concentração, o Terminal de Integração do bairro Cohama, na capital.
De forma pacífica o grupo seguiu pela Avenida Daniel de La Touche, no bairro Ipase, exibindo cartazes contra o fascismo e o governo do presidente Jair Bolsonaro. Parte dos manifestantes vestia preto e usava máscaras de proteção contra o novo coronavírus.
Uma equipe da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA) acompanhou o grupo durante toda a manifestação. Não foram registrados atos de violência.
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Praias lotadas, comércio funcionando como se tudo tivesse normal, supermercados cheia, jogos de futebol em campinhos e o Maranhão registrando novamente alto número de mortes pela Covid-19.
Após registrar 37 mortes na sexta-feira, 38 no sábado, o Maranhão registrou mais 37 mortes neste domingo, destas 11 em São Luis e 27 nas demais regiões do estado.
Os novos óbitos foram registrados nas seguintes cidades: Brejo (1), Bequimão (1), Araguanã (1), Bela Vista do Maranhão (1), Central do Maranhão (1), Alto Alegre do Maranhão (1), Mirinzal (1), Rosário (1), Santana do Maranhão (1), Tutóia (1), Açailândia (2), Bacabal (3), Colinas (2), Lago da Pedra (1), Santa Inês (4), Imperatriz (5) e São Luís (11).
A SES, como tem acontecido aos domingos, devido ao menor número de testes regisrou 944 novos casos. Na Região Metropolitana foram 128 casos e tivemos 816 casos no interior maranhense.
O Maranhão tem 48 mil 537 casos, com 1 mil 208 mortes, 21 mil 814 pessoas recuperadas, 924 suspeitos e 212 municípios que já tiveram registros oficiais Covid-19.
A taxa de ocupação de leitos de UTI na Região Metropolitana é de 91,25% e de leitos clínicos de 25,13%. Em Imperatriz, a ocupação de leitos de UTI é de 87,04% e de leitos clínicos de 82,72%. No interior, a ocupação de leitos de UTI é 73,76% e de leitos clínicos de 85.68%.
A SES aponta que 1 mil 406 profissionais da Saúde já foram infectados, destes 1 mil 278 estão recuperados e foram registrados 20 óbitos.
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O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu nas últimas semanas pelo menos três ações que contestam a constitucionalidade de decretos estaduais que permitiram descontos nas mensalidades escolares durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Os processos tentam suspender leis do Maranhão, Pará e Ceará que estabeleceram a redução.
Em todo o país, os efeitos econômicos da pandemia provocaram demissões ou redução de salários de diversos trabalhadores. Sem recursos suficientes para pagar as mensalidades, alguns pais pediram descontos no pagamento ou retiraram seus filhos das escolas. Os que mantiveram a renda também passaram a cobrar a redução diante da proibição das aulas presenciais.
De acordo com a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), a receita das escolas particulares de pequeno porte caiu mais de 50%, e o pagamento das mensalidades é necessário para manter o funcionamento das empresas.
Em uma das ações protocoladas no STF, a Confenen sustenta que as escolas particulares estão cumprindo as regras definidas pelo Ministério da Educação e disponibilizando aulas virtuais e outras atividades.
Além disso, a confederação argumenta que os estados não podem legislar sobre contratos, tarefa que é da União, por tratar-se de um tema de direito civil.
“Destacamos que o ensino privado possui melhor desenvoltura em relação ao público, de forma que as instituições não interromperam a prestação de seus serviços, tendo inclusive passado por grande investimento e remodelação para que pudesse providenciar a manutenção do ensino. Desta feita, temos que não houve interrupção, mas sim troca na modalidade da prestação dos serviços, tudo isso em face das diretrizes sanitárias impostas pelo próprio estado”, argumentou a entidade.
Os processos foram distribuídos para decisão dos ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio e Edson Fachin. Ainda não há data para o julgamento das ações.
Agência Brasil
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O prefeito de Santa Quitéria, Norberto Moreira Rocha, mais conhecido como Alberto Rocha (PDT), morreu por volta das 9h deste sábado (6) por conta de complicações da covid-19.
O prefeito estava no hospital regional de Chapadinha e com o estado agravado foi transferido ontem para o Hospital Carlos Macieira, em São Luís, mas não resistiu. Ele tinha apenas 45 anos e estava no primeiro mandato.
Alberto é o primeiro prefeito maranhense que chega ao óbito vítima da covid-19.
Quem assume a prefeitura é a vice, Aninha Bastos.