
O senador Weverton Rocha (PDT) perdeu a compostura na noite de ontem (11) em Brasília, durante a reunião da bancada maranhense para discutir a divisão de recursos de emendas.
Segundo informações obtidas pelo blog, a confusão ocorreu depois que Hildo reivindicou o direito de indicar sua parte para outro ente que não o Governo do Maranhão, e justificou sua decisão pelo fato de o governador Flávio Dino (PCdoB) mover um processo judicial contra ele.
Weverton, então, defendeu a manutenção do que havia sido acertado num acordo firmado entre os membros da bancada para destinar R$ 40 milhões para a Saúde do Maranhão e outros R$ 10 milhões para o Hospital do Câncer Aldenora Bello.
Hildo exaltou-se, deu murros na mesa e esbravejou. O senador disse que também sabia dar murros na mesa. Os dois então se levantaram, mas a turma do “deixa-disso” entrou rapidamente em ação.
Em nota, o deputado esclareceu a confusão e afirmou que não concordava em mandar dinheiro para o governo do Estado porque ele iria virar éter.
NOTA DO DEPUTADO HILDO ROCHA
Atendendo convite do coordenador da bancada federal, deputado Juscelino Filho, participei de reunião hoje (11/03/2020), com a deputados e senadores. Tratamos sobre a eleição do novo coordenador da bancada e das indicações dos recursos de emendas impositivas de bancada.
Mantive a minha posição de encaminhar a parte que cabe a mim, da emenda destinada à saúde, apenas aos municípios do Maranhão. O senador Weverton insistiu no sentido de que todos os parlamentares encaminhassem parte do recurso da saúde para o governo Flávio Dino.
Entreguei para ele cópia de uma denúncia que Flávio Dino fez contra mim porque em entrevista a uma emissora de rádio, do Maranhão, afirmei que não concordava em mandar dinheiro para o governo do Estado porque iria virar éter.
O senador Weverton disse que era solidário a mim, por causa da denúncia, mas insistiu que todos da bancada tinham que mandar para o governo estadual parte das emendas de cada parlamentar, inclusive eu.
Então, reafirmei que iria mandar para os municípios que me fizeram deputado federal e não para o governador Flávio Dino que fez de tudo para impedir a minha reeleição e citei o senador Weverton que também trabalhou para que eu não renovasse o meu mandato.
Daí em diante o senador passou a me insultar, levantou partindo para cima de mim dizendo que ia me dar um murro e quebrar meus óculos na minha cara. Assim, para me defender joguei um copo nos pés dele para evitar o pior.
Por diversas vezes o senador tentou partir em minha direção me xingando e tentando me bater ato que só não aconteceu porque outros deputados impediram ele de me esmurrar.
ESSA É A VERDADE.
HILDO ROCHA
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A Câmara Municipal de São Luís (CMSL) aprovou, no final da manhã desta quarta-feira (11/03), Projeto de Lei nº 005/2020 que trata sobre o a concessão de abono salarial aos profissionais da educação da rede municipal da capital maranhense.
A mensagem do Executivo havia sido enviada, em fevereiro, quando começou a tramitar na Casa, segundo o protocolo do Departamento Legislativo.
O projeto agrada a categoria, pois foi aprovado com todas as alterações propostas pelos educadores, conforme alguns dos dirigentes do Sindicato dos Profissionais do Magistério do Ensino Público Municipal (Sindeducação) que acompanharam a sessão ordinária.
“Além do efetivo exercício, os vereadores também apresentaram emendas propostas pelos professores, para que o abono seja pago em conformidade com a jornada de trabalho do servidor, observando, ainda, o número de vínculos funcionais. Ou seja, educador com dois vínculos receberá dois abonos, nada mais justo”, pontuou a professora Izabel Cristina, dirigente sindical, que acompanhou a votação.
A principal solicitação dos educadores foi atendida no artigo 1º, para que todos os “servidores do Magistério em efetivo exercício no ano de 2019” fossem contemplados com o pagamento do abono. O projeto tem cinco artigos e autoriza a concessão de abono excepcional aos servidores e dá outras providências. De acordo com o artigo 1º, em seu parágrafo 1º, os valores, bem como os critérios para o pagamento do abono de que trata o caput deste dispositivo, serão definidos por Decreto a ser expedido pelo chefe do executivo.
Durante a apreciação, vários vereadores se manifestaram. Para o vereador Honorato Fernandes (PT), o papel da Câmara na construção da proposta que pudesse atender aos interesses dos servidores é algo a ser levado em consideração.
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O prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) anunciou em suas redes sociais a convocação de 566 aprovados em concurso da educação até o fim deste mês. Além desses, já está disponível no Diário Oficial do Município o edital de chamada de 42 aprovados para o preenchimento de vagas que não foram ocupadas na última convocação. Todos os convocados fazem parte do cadastro de reserva do certame realizado em 2017. A entrada de novos profissionais na rede vai beneficiar mais de 100 mil alunos da Prefeitura de São Luís.
Com a convocação Edivaldo fortalece a rede de ensino de São Luís, evitando a falta de profissionais em sala de aula, garantindo o cumprimento do calendário escolar e aumentando a qualidade do processo ensino-aprendizagem, incluindo a Educação Especial, já que o concurso também permitiu a contração de profissionais para atender a alunos com alguma deficiência, tornando a rede de ensino municipal mais inclusiva.
Além disso, a chegada dos novos profissionais amplia as ações para reestruturação da rede de ensino que estão sendo implantadas em sua gestão como a reforma das escolas, incluindo a modernização e informatização das unidades, a concessão de direitos estatutários aos professores entre outras medidas que vem mudando a realidade do ensino municipal.
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A expressão “mais vale um pássaro na mão que dois voando” significa dizer que é melhor ter pouco que ambicionar muito e perder tudo. O ditado popular pode ser usado perfeitamente para definir a vereadora de Bacabeira, Kelliane Calvet (PMB), município maranhense cujo pai Reinaldo Calvet já foi prefeito por duas vezes.
Mas por que a expressão se encaixa para Kelliane? É que a parlamentar bacabeirense está atirando para todos os lados em busca de apoio para colocar seu projeto de candidatura à prefeita em prática, mas até agora não acerto o alvo. Ou seja, ela demonstra certa dificuldade de encontrar a virtude diferencial entre os grupos políticos no Maranhão.

Depois de bater na porta dos gabinetes dos deputados Pará Figueiredo, Wendel Lages, Felipe dos Pneus, Pedro Lucas, Hildo Rocha e Gil Cutrim, Kelliane Kelliane resolveu mudar a estratégia: passou a flertar com vários dirigentes partidários e líderes políticos, desde o final do ano passado. Começou “namorando” com o senador Weverton Rocha, depois “acordou” com o senador Roberto Rocha e começou a “dormir” com o deputado Josimar de Maranhãozinho, usando a mesma tática dos demais: apoio para sua pré-candidatura à Prefeitura bacabeirense em 2020. Fica difícil oferecer vantagen$, para quem tem dificuldade de encontrar a virtude diferencial.
O que Kelliane não sabe é que acreditar em todos e em ninguém dá na mesma. Com qual “Moral” a vereador bacabeirense vai chegar ao pleito de outubro?

Estranho, não? Afinal, se ela gosta de todos, como vai torcer por apenas um em 2022, quando eles devem buscar uma eleição para o legislativo ou executivo? Mas, pra falar a verdade, acho que todos com quem ela sentou devem estar com os olhos arregalados com a vergonhosa postura de quem não passa confiança e credibilidade!

A verdade é que quem atira para todos os lados sem alvo certo para atingir, acaba não acertando em alvo nenhum. Pior: Acha que está se dando bem, mas não tem nem alvo certo, quem dirá pontaria.

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O deputado Wellington do Curso finalmente conseguiu mesmo o indispensável aval do senador Roberto Rocha para levar em frente sua pré-candidatura pelo PSDB à Prefeitura de São Luís. Roberto Rocha tinha, de fato, outro plano para o PSDB na corrida sucessória na Capital: uma aliança com o Podemos em torno da candidatura do deputado federal Eduardo Braide.
O plano condicionava a aliança à indicação do vice pelo PSDB, o que não foi possível. O problema, entretanto, é que após receber o aval para a candidatura, Wellington, conhecido como o ‘Menino Maluquinho’, passou a adotar um perfil de candidato laranja. Estranhamente, o pré-candidato tucano que tem sido o maior critico do governo Flávio Dino, passou a defender, inclusive, secretários da gestão comunista. O discurso de ataque à Duarte Júnior e sua defesa a Rubens Júnior, por exemplo, demonstra que Wellington será o novo Edinaldo Neves da disputa.
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