
A negativa do MDB em voar como os gansos (em forma de V) em coalizão com o PV que forma o Bloco Parlamentar de Oposição na Assembleia Legislativa, sob o comando do deputado estadual Adriano Sarney (PV), traduz os conflitos que existem no interior do colegiado oposicionista, que serão mais robustos no ano vindouro, quando do processo eleitoral para a escolha ou renovação de mandatos dos novos governantes municipais.
Na capital, por exemplo, o deputado Roberto Costa, presidente em exercício do MDB no Maranhão, afirmou que o partido vai mesmo lançar candidato próprio à Prefeitura de São Luís, que pode ser o ainda juiz federal José Carlos Madeira, a arquiteta Kátia Bogea, atual presidente nacional do Iphan, ou o ex-deputado federal Victor Mendes.
Curioso é que a declaração de Costa, sobre uma possível candidatura própria do MDB, veio um dia antes de Adriano Sarney reafirmar sobre projeto para as eleições 2020 em entrevista ao jornalista Roberto Fernandes, no Bom Dia Mirante.
Os “bombeiros” da oposição revelaram ao blog que a cúpula dos dois partidos já sinalizaram com uma reunião entre seus dirigentes que tem como propósito colocar tudo em “pratos limpos” e impor ordem unida na base oposicionista.
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Na última quarta-feira (09/10), o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP), utilizou suas redes sociais para anunciar seu objetivo de criar uma força-tarefa para derrubar o presidente Jair Bolsonaro. Em sua conta do Twitter, ele pediu sugestões a seus seguidores. A reportagem é do Pleno News.

– Estou aberto a ideias e à disposição para começarmos a elaboração e criação para a retirada de Bolsonaro ok. Aceito ideias, propostas, debates e reuniões para iniciarmos essa força-tarefa. #vamosconsertaroerro – escreveu.
Frota foi eleito em 2018 pelo PSL com apoio do presidente Jair Bolsonaro. Após alguns atritos, no entanto, ele foi expulso do PSL e acabou entrando no PSDB após um convite do governador de São Paulo, João Doria.
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Embalado pelo bom resultado da primeira edição, realizada no mês passado em Balsas, a Assembleia Legislativa retomará, no dia 25 deste mês, em Timon, o projeto “Assembleia em Ação”, com a finalidade de estreitar suas relações com Câmaras Municipais, em troca de experiências legislativas. Concebido pelo presidente Othelino Neto (PCdoB), o projeto é levado a municípios-polo, de modo a reunir vereadores das respectivas regiões, aos quais são repassadas, por meio de palestras proferidas por especialistas sobre temas atuais, a exemplo das eleições municipais de 2020, e mudanças na legislação eleitoral, além de esclarecimentos sobre o processo legislativo, informações de fundamental importância para aprimorar o funcionamento e o desempenho das casas legislativas.
O projeto ganhou forma depois que o presidente avaliou a distância que separa a Assembleia Legislativa das Câmaras Municipais, em que pese o fato de são instituições com o mesmo objetivo, basicamente os mesmos procedimentos e as mesmas responsabilidades políticas, com a diferença de que uma tem abrangência estadual e as demais se restringem aos municípios. Na interpretação de Othelino Neto, a troca de informações pode significar também troca de experiências, de modo que a Assembleia Legislativa possa contribuir para o aprimoramento das atividades das Câmaras Municipais e vice-versa.
Nessa perspectiva, tal como aconteceu em Balsas, a edição do Assembleia em Ação em Timon manterá a seguinte programação:
– Nossa expectativa é de que haja uma grande participação não só da população de Timon, mas dos outros municípios do entorno. Vai ser um momento muito proveitoso de troca de informações importantes e, por isso, convido a todos para estarem conosco no dia 25 de outubro para dialogarmos sobre os mais diversos assuntos atinentes ao nosso Estado – destacou o presidente da Assembleia Legislativa.
Nessa perspectiva, tal como aconteceu em Balsas, a edição do Assembleia em Ação em Timon acontecerá no Centro de Convenções Maranhense, das 8h às 12h, com a seguinte programação: abertura às 9h e, em seguida, a palestra “Processo Legislativo”, a ser proferida pelo diretor geral da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, Braúlio Martins, e pelo consultor legislativo de Direito Constitucional, Anderson Rocha. Em seguida, às 10h15, acontecerá a palestra “Eleições 2020 – As mudanças na Legislação Eleitoral”, com o diretor de Administração da Assembleia Legislativa, Antino Noleto. E partir das 11h o evento será aberto a pronunciamentos, com encerramento previsto para as 12h.
Vale lembrar que Timon, com 168 mil habitantes, é o terceiro maior município do Maranhão, com grande importância estratégica pela localização da sua sede ao lado de Teresina, capital do Piauí. A cidade, hoje comandada pelo prefeito Luciano Leitoa (PSB), é polo da região do Baixo Parnaíba, com influência direta e crescente, por conta do seu desenvolvimento acelerado, sobre mais de uma dezena de municípios, o que a torna um centro política de grande importância no contexto do estado.
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Ao criticar o deputado federal Eduardo Braide (Podemos) pela redação da lei que criou o Fundo Estadual de Combate ao Câncer, dando-lhe um caráter apenas o preventivo, quando falta recursos para procedimentos curativos, o deputado Yglésio Moyses (PDT) abriu duas frentes.
A primeira foi a crítica em si, que fez com autoridade de médico e sabe o que diz nessa seara. E a segunda foi como pré-candidato à prefeito de São Luís, projeto que pretende consolidar para ser o principal adversário de Eduardo Braide, que hoje lidera a corrida com larga vantagem, segundo todas as pesquisas feitas até aqui.
Revelado como um dos mais ativos e preparados quadros da atual Assembleia Legislativa, com domínio pleno da palavra e uma gama surpreendente de conhecimentos, o deputado do PDT tem se mostrado “bom de briga” e está determinado a mostrar seu preparado no debate direto com o candidato do Podemos durante a campanha para o Palácio de la Ravardière. E quando o assunto é saúde, o deputado Yglésio Moyses vai longe, mostrando um conhecimento abrangente nos mais diferentes enfoques, o que o torna um oponente difícil de enfrentar num confronto verbal direto.
A estratégia de provocar Eduardo Braide com a crítica à redação da lei que lastreia o Fundo Estadual de Combate ao Câncer é um indicador do que poderá acontecer durante o embate eleitoral do ano que vem.
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O candidato governista ao Palácio dos Leões em 2022 será um nome do grupo. “Não há (candidato escolhido), mas há pré-candidatos, pessoas que legitimamente sonham, articulam”. Foi como o governador Flávio Dino (PCdoB) rascunhou a corrida à sua sucessão, em entrevista ao sítio Metrópoles, ontem, em Brasília. Na conversa, que durou 35 minutos e versou basicamente sobre política, com foco mais forte na corrida presidencial e nas relações do Governo do Estado com o Governo Bolsonaro, o governador foi perguntado acerca da disputa pelo Governo do Estado. Sua resposta soltou qualquer pista sobre nomes, mas sinalizou com clareza que o candidato o nome que vier a se viabilizar. “Nós temos muitos bons quadros, que podem disputar e vencer as eleições municipais e também a eleição estadual”, declarou o governador, para em seguida acrescentar: “Nós temos hoje um time que se renova cada vez mais no nosso estado. E desse conjunto nós vamos, com certeza, garantir a continuidade desse projeto de Governo transformador”.
Com suas declarações, o governador Flávio Dino reafirmou sua posição de líder aberto, que não inibe o surgimento de aspirantes à sua sucessão nem condiciona a escolha a um nome do seu partido nem de agremiações de esquerda. “Nós não consideramos que um partido sozinho tenha a capacidade de decidir sozinho os destinos de uma sociedade. Isso vale para o Brasil e para o Maranhão”. Ou seja, o caminho da sucessão estadual está aberto a qualquer nome que se viabilizar na aliança de 16 partidos que liderou nas eleições de 2018 e que pretende manter para as eleições municipais do ano que vem e as eleições gerais de 2022. A chave para alcançar a condição de candidato será abraçar o projeto de governo transformador na perspectiva das políticas sociais, “que é o núcleo da nossa preocupação de Governo”.
A julgar pelas indicações ainda dadas durante a entrevista, o governador Flávio Dino estimula que os partidos que formam a aliança que lidera devem jogar pesado na corrida por prefeituras no ano que vem, lançando candidatos “os mais unificados possíveis”, levando em conta as “especificidades” e a realidade de cada município. Isso significa dizer que o governador aposta alto num bom desempenho do grupo nas eleições municipais e que o resultado mantenha o campo unido em 2022. Flávio Dino não deu a medida do seu envolvimento direto na escolha de candidatos, mas deixou claro que vai atuar fortemente para que o nome que o substituirá no Palácio dos Leões saia do consenso da aliança que lidera. “Nosso partido sempre conduziu esse espírito de aliança com muita firme e muita nitidez, no caso do nosso estado. E obtivemos sucessivos êxitos”, assinalou, referindo-se às eleições de 2014, quando foi eleito, e de 2018, que marcou a sua reeleição já no primeiro turno.
No contexto rascunhado pelo governador Flávio Dino na entrevista ao Metrópoles, todos os nomes do seu grupo partidário que se movimentam de olho no Palácio dos Leões estão no jogo. Os mais destacados até aqui são o vice-governador Carlos Brandão (PRB), que vem realizado um bem azeitado roteiro de articulações na classe política, o senador Weverton Rocha (PDT), que se movimenta de modo ostensivo, sem deixar qualquer dúvida de que seu objetivo é chegar ao Palácio dos Leões, e também o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr. (PDT), que deve deixar o cargo bem avaliado. Há também nomes como o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL), que corre por fora com um projeto pessoal, descolado do grupo.
Nas suas declarações, o governador Flávio Dino reafirmou sua crença na política de alianças, mostrando que numa realidade democrática os contrários podem se juntar. E que a definição do candidato à sua sucessão deve ser o resultado de uma ampla e bem articulada equação política.
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