Presidente do TJ é eleito como novo membro do TRE

Desembargador José Joaquim Figueiredo foi escolhido para compor o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão em 2020 (Divulgação)

O pleno do Tribunal de Justiça do Maranhão escolheu nesta quarta-feira, 16, o novo membro do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão para o biênio 2020/2021. Estavam na disputa os desembargadores José Joaquim Figueiredo – atual presidente do TJ – e Ângela Salazar.

Por 17 votos contra 11, o escolhido foi o José Joaquim, uma vitória acachapante.

Ele vai assumir na Corte Eleitoral em maio de 2020, data em que termina o biênio do desembargador Cleones Cunha, atual presidente da Corte Eleitoral do Maranhão.

A previsão é de que José Joaquim assuma a presidência do TRE já que, em 2002, foi corregedor e vice-presidente do tribunal.

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Pesquisas não divulgadas agitam sucessão estadual

Depois de algumas semanas concentradas na corrida às prefeituras, principalmente a de São luís, nas eleições do ano que vem, o motor das especulações políticas se volta para a sucessão do governador Flávio Dino no pleito de 2022. O mote para a retomada é uma suposta pesquisa cujos números apontaria a posição de prováveis candidatos ao palácio dos Leões, com enfoque especial sobre dois nomes: o senador Weverton Rocha (PDT) e o vice-governador Carlos Brandão (PRB). Os dois são apontados como prováveis dois aspirantes que se baterão pelo voto na corrida ao Governo do Estado. Tal especulação estimula uma movimentação fora de época, mas demonstra que não existe ainda um posicionamento sobre sucessão dentro da aliança siderada pelo governador Flávio Dino e que os movimentos registrados aqui e ali são fruto da iniciativa dos interessados, não constituindo ainda o que poderiam ser considerados atos de campanha.

Não há, na seara política maranhense, nenhuma dúvida que Weverton Rocha e Carlos Bandão são candidatíssimo à vaga de candidato situacionista à sucessão do governador Flávio Dino. Não há dúvida também que os depois já têm suportes na base governista e que trabalham fortemente para reunir apoios na classe política, principalmente entre os prefeitos, que na avaliação de todos os observadores são a chave para um bom desempenho de um candidato a governador.

O senador Weverton Rocha tem dito, oficialmente, que ainda é cedo e que sua ação política neste momento está voltada para alcançar resultados com sua atuação no Congresso Nacional. Mas todos os seus movimentos têm traços fortemente políticos voltados para a corrida sucessória de 2022. Um exemplo são suas investidas no interior em busca de candidatos fortes a prefeito, de modo a sair das eleições municipais com um grande número de prefeitos. Nessa maratona, vem contando com o auxílio político do presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem). Além do mais, Weverton Rocha trabalha com afinco para ser o nome da aliança de 16 partidos que hoje segue a orientação do governador Flávio Dino. O senador pedetista sabe que tem força para pleitear a vaga de candidato do grupo, mas sabe também que seu peso político será medido depois das eleições municipais, nas quais espera eleger um grande número de prefeitos aliados. Um dos testes à sua posição será a prefeitura de São Luís, hoje controlada pelo PDT. Se eleger um prefeito pedetista, terá seu cacife fortalecido; se não, correrá o risco de perder força na corrida ao Governo do Estado.

O vice-governador Carlos Brandão passa por um processo semelhante. Refeito do tombo partidário que sofrera com a perda do PSDB, que ajudou a fortalecer nas eleições de 2016, Carlos Brandão tem hoje bate forte no PRB. O vice-governador consolidou posição de homem de confiança do governador Flávio Dino, que o tem prestigiando designando-o para tarefas as mais diversas, que vão desde participação em inaugurações em todo o pesado até comandando missões de prospecção de investimentos para o Maranhão, que já o levou a duas dezenas de Países. O vice-governador tem feito um cuidadoso e eficiente trabalho de aproximação com prefeitos e líderes políticos do interior e já é apontado como um nome forte na classe política, o que lhe dá um cacife importante no jogo cujo desfecho será a escolha do candidato da aliança governista à sucessão de Flávio Dino.

Chama a atenção nesse cenário é que, até aqui, o senador Weverton Rocha e o vice-governador Carlos Brandão não se movem com adversários dispostos a tudo para alcançar a vaga de candidato. Eles mantêm uma relação tranquila, de aliados, o por enquanto mantém a disputa num clima absolutamente republicano. Até porque os dois sabem que a corrida será mesmo iniciada depois que Justiça Eleitoral anunciar o resultado das eleições, em outubro de 2020.

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Vereador com mais tempo no cargo foi Benedito Pires

A Câmara Municipal de São Luís, a 4ª mais antiga do país, comemora no dia 9 de dezembro seus quatro séculos de existência. O primeiro registro da instalação da instituição é datado em 1619, composto por sete vereadores, um juiz, um escrivão, um procurador do Conselho, um escrivão das datas e demarcações, um almoxarife e um procurador dos índios.

Ao longo de sua história, a instituição passou por 21 legislaturas, e muitos dos seus vereadores fizeram do cargo uma filosofia de vida e uma maneira de se perpetuar no poder. Um levantamento feito por O Imparcial identificou os vereadores que permaneceram por mais tempo na Casa. Entre os mais longevos está o ex-vereador Benedito Pires I, que atualmente conta com 85 anos de idade. Foi quem mais permaneceu no cargo entre 1972 a 2004, exercendo o cargo por oito mandatos.

Outro decano da Câmara Municipal de São Luís, que também alcançou a mesma marca de oito mandatos, foi ex-vereador José Joaquim Ramos. O ex-parlamentar continua em atividade na Casa como servidor. Devido a sua forte atuação na Câmara de São Luís, ele foi candidato a vice-prefeito, na chapa da deputada federal Eliziane Gama (Cidadania), na disputa pela Prefeitura de São Luís nas eleições de 2016.

Eleições de 2020 como alvo

Quem também está entre os vereadores mais antigos em exercício no cargo é o vereador Francisco Carvalho (PSL), que está em sétimo mandato e está se articulando para concorrer a mais um nas eleições de 2020. Em seu 5º mandato, o vereador Astro de Ogum (PR), que alcançou a segunda colocação geral com 9.703  nas eleições de 2016, também já visa uma nova legislatura no próximo ano.

Na mesma situação encontra-se o secretário municipal da Secretária de Abastecimento e Pesca (Semapa), Ivaldo Rodrigues (PDT), que deve tentar novamente pela 6ª vez a sua eleição para o cargo. Além dele tentam se reeleger o advogado e ex-deputado estadual, Pavão Filho (PDT), que está em seu quinto mandato, Isaías Pereirinha que foi cinco vezes presidente da Câmara Municipal de São Luís, e a vereadora Bárbara Soeiro (PSC), que está na luta pelo seu terceiro mandato consecutivo.

Segundo, o livro “Legislaturas, Legisladores e Presidentes da Câmara Municipal de São Luís em Quatros Séculos”, da autoria do escritor e ex-desembargador Milson Coutinho, a Câmara Municipal de São Luís nasceu da força do regime político democrático.

Fundada, em 1619 (Século XVII), a instituição apresenta o mesmo dilema em pleno século XXI, desde quando Simão Estácio da Silveira, o primeiro presidente, assumiu a Casa Legislativa: construir uma sede digna que honre seus 400 anos de história, com sua nova sede própria. Atualmente, a Câmara fica localiza na Rua da Estrela, no Centro da cidade. Há um projeto que foi aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) de fazer da antiga Fábrica São Luís a nova sede do Poder Legislativo Municipal.

Papel do vereador

Originário do grego antigo, o vocábulo vereador vem da palavra “verea”, que significa vereda, caminho. O vereador, portanto, seria o que vereia, trilha, ou orienta os caminhos. Existe no idioma brasileiro o verbo verear, que é o ato de exercer o cargo e as funções de vereador. Resumindo: o vereador é a ligação entre o governo e o povo. Ele tem o poder de ouvir o que os eleitores querem, propor e aprovar esses pedidos na câmara municipal e fiscalizar se o prefeito e seus secretários estão colocando essas demandas em prática. Por isso, é importante que o eleitor acompanhe a atuação do vereador para verificar se o trabalho está sendo bem desenvolvido.

Ao vereador cabe elaborar as leis municipais e fiscalizar a atuação do Executivo – no caso, o prefeito. São os vereadores que propõem, discutem e aprovam as leis a serem aplicadas no município. Entre essas leis, está a Lei Orçamentária Anual, que define em que deverão ser aplicados os recursos provenientes dos impostos pagos pelos cidadãos. Também é dever do vereador acompanhar as ações do Executivo, verificando se estão sendo cumpridas as metas de governo e se estão sendo atendidas as normas legais. Para acompanhar se os vereadores estão cumprindo bem seus deveres perante a população, os eleitores podem ir às sessões legislativas ou mesmo conversar com os vereadores em seus gabinetes. 

 Para se candidatar a vereador, o cidadão precisa ter o domicílio eleitoral na cidade em que pretende concorrer até um ano antes da eleição, além de estar filiado a um partido político. Além disso, precisa ter nacionalidade brasileira, ser alfabetizado, estar em dia com a Justiça Eleitoral, ser maior de 18 anos e, caso seja homem, ter certificado de reservista.

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PROS mantém silêncio sobre eleições em São Luís

Uma pergunta que não quer calar: como se posicionará o PROS, comandado pelo deputado federal Gastão Vieira na corrida sucessória em São Luís. O comando do partido não emitiu até agora qualquer sinal sobre o assunto. O partido vai lançar candidato próprio à prefeito? Vai participar de uma aliança em torno de uma candidatura governista? Ou vai ficar de fora da corrida majoritária e vai apostar suas fichas na eleição de vereadores? Chefe maior do partido no Maranhão, Gastão Vieira nada disse até agora de consistente sobre o assunto.

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Gladiston é cotado para assumir como membro efetivo do TRE-MA

A composição do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA) vai mudar. Os novos membros efetivos da Corte Eleitoral, que vão comandar as eleições 2020, serão escolhidos na próxima quarta-feira (16), em sessão administrativa extraordinária.

O juiz Gladiston Luis Nascimento Cutrim é um dos cotados para assumir como membro efetivo. Ele concorre pelo critério de antiguidade ou merecimento em eleição interna entre os desembargadores.  Durante a sessão extraordinária, segundo prevê os parágrafos 2º e 3º do artigo 5º do Regimento Interno, haverá eleição para os cargos de presidente e corregedor.

CARREIRA

O juiz Gladiston Cutrim, que é filho do ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), conselheiro Edmar Cutrim, iniciou a carreira de magistrado em 2003, como juiz titular da Comarca de Maracaçumé. Atuou nas comarcas de Arari e Imperatriz (Vara Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e 2º Juizado Especial Cível). Por determinação do TRE-MA, exerceu ainda as funções de Juiz Eleitoral e Coordenadoria do Recadastramento Biométrico na Região Tocantina.

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