A Justiça Eleitoral acolheu os pedidos formulados pela Procuradoria Regional Eleitoral e decidiu pela redução do tempo de propaganda partidária gratuita do PTB, PMN, PSB, PSC e PP em cinco vezes o tempo das inserções irregulares veiculadas em junho de 2016. A punição será aplicada no segundo semestre deste ano.
As legendas foram punidas por terem utilizado, no primeiro semestre de 2016, o tempo destinado à propaganda partidária para promover pré-candidatos à Prefeitura Municipal de São Luís nas eleições do ano passado.
Em junho de 2016, os deputados estaduais Wellington do Curso (PP), Bira do Pindaré (PSB), e Eduardo Braide (PMN) participaram ativamente de inserções de seus respectivos partidos em emissora de televisão local com o objetivo de atender a interesses pessoais, já que, à época, eram apontados como pré-candidatos a prefeito da capital maranhense – candidaturas que foram confirmadas mais adiante.
Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral o PP, PSB e PMN cometeram irregularidade por desvirtuarem “a propaganda partidária, que tem como finalidade promover as ideias e programas do partido, e não ser usada como instrumento de promoção pessoal de qualquer filiado”, conforme texto da representação.
Já o PTB e PSC, no mesmo mês, por promoveram o pré-candidato Edivaldo Holanda Júnior, filiado a outro partido, o Partido Democrático Trabalhista (PDT).
Para Procuradoria Regional Eleitoral o PTB e PSC, submeterem-se a ser um veículo de propaganda de outro partido e da pré-candidatura de Edivaldo Holanda Júnior à reeleição ao cargo de Prefeito de São Luís.

Presidente interino da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), o deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) é hoje uma das forças do grupo político do governador Flávio Dino. Sua atuação na presidência do parlamento na ausência do deputado Humberto Coutinho (PDT) vem sendo considerada equilibrada.
Apesar de defender a importância da heterogeneidade nos debates da Alema, Othelino fala sobre os desafios do relacionamento com a oposição e já projeta o cenário político das eleições de 2018 com uma postura crítica quanto ao que ele classifica de “aventura” da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) em pleitear a volta ao Palácio dos Leões.
Em entrevista a O Imparcial, o deputado comunista se mostra magoado e não esconde a frustração do PCdoB para com o senador Roberto Rocha (PSB), antes um aliado e, hoje, um agente político “isolado” e “egocêntrico”.
O Imparcial – Como é lidar com a heterogeneidade da Assembleia?
Othelino Neto – É preciso entender que o parlamento precisa ser plural, não pode ter uma voz única. A essência do parlamento é esta diversidade de opiniões. É ter aqui pensamentos diferentes. Essa heterogeneidade é uma marca que não podemos tirar do parlamento. O nosso cuidado é para que os deputados tenham um tratamento igual no que diz respeito ao exercício do mandato. É preciso ter equilíbrio para interferir o menos possível.
IM – Como é a sua relação com a oposição?
Othelino – A oposição me trata com muito respeito até porque eu sempre prezo por garantir e estimular o debate aqui dentro. O debate é fundamental na Assembleia. Eu diria que eles se sentem à vontade para tratar dos assuntos de seus interesses dentro de suas prioridades políticas. Eu já fui deputado de oposição e tinha uma atuação muito aguerrida ao governo anterior e fazia com muita veemência porque o governo era muito ruim. Apesar de eu ser um político de posições muito claras, minha relação com os deputados de oposição é boa com todos.
IM – O governo anterior era tão ruim assim?
Othelino – O governo passado era como um navio cujo comandante ficou em terra firme. Era um governo desgovernado, onde tinha várias ilhas, vários governadores dentro de um só governo e que, na prática, ninguém governava nada. Era natural e responsável que fizéssemos oposição. Pelo fato de o governo ser muito ruim, facilitava o nosso trabalho.
IM – E quem seriam os outros comandantes?
Othelino – Na Secretaria de Saúde era uma ilha. Lá, o então secretário Ricardo Murad exercia um governo aparte. O hoje deputado Hildo Rocha fazia um governo aparte de acordo com a lógica política eleitoral dele. O ex-secretário de Segurança e hoje deputado federal, Aluísio Mendes, também tinha um governo paralelo com objetivo mais imediatos e eleitoreiros. Assim era o governo: cada pedaço com um interesse específico. E detalhe: nenhum deles com o interesse de trabalhar pelo povo do Maranhão.
IM – Seria bom Roseana Sarney disputar as eleições de 2018?
Othelino – Eu não gosto de desprezar nenhum candidato. Acredito que a candidatura da ex-governadora Roseana, se ela vier a acontecer, seria bom porque seria uma oportunidade do povo do Maranhão comparar dois momentos. E aí, neste caso, eu tenho a pretensão de dizer que teremos grandes vantagens porque o que eles tiveram a capacidade de destruir nesses governos, Flávio Dino está liderando um governo para reconstruir e colocar as coisas no lugar. Eu, particularmente, não creio que a ex-governadora venha a ser candidata.
IM – Ela sente algum receio para concorrer?
Othelino – Acredito que para quem foi governadora por quatro mandatos, um por via judicial e três por via eleitoral, ela não teria mais razão para uma aventura. Acho que hoje, qualquer adversário, do governador Flávio Dino teria dificuldades de vencer a eleição, quanto mais alguém cuja experiência no governo foi muito ruim para o Maranhão.
IM – E a disputa pelo vice de Flávio Dino?
Othelino – Acho muito cedo para especularmos o vice, mas acredito que o atual vice-governador [Carlos Brandão] é um candidato forte a continuar como vice. Ele é um bom vice, tem uma relação muito boa com o governador, colabora com o governo. Ele tem características que o credencia para ser vice. O que precisa ser visto é o que vai acontecer com o PSDB do Maranhão, que é um aliado nosso importante, mas que nacionalmente temos posições antagônicas. Se o PSDB maranhense tiver a liberdade de escolher seu próprio caminho é quase certo que ele esteja conosco, até porque as lideranças políticas do partido defendem a aliança com o PCdoB.
IM – E quem o governador vai apoiar para o Senado?
Othelino – O governador não vai se manter afastado dessa discussão. Como líder do nosso grupo político, ele vai participar ativamente disso. Isso é um xadrez político que, no momento certo, vai ter que ser montado. Temos diversas forças políticas e partidos no nosso campo político, e esses agentes políticos é que vão decidir quem será vice-governador, candidato a senador, os dois suplentes. Na minha avaliação, tem um candidato que está consolidado que é o deputado federal Weverton Rocha (PDT). Acho que ele está conseguindo agregar as mais diversas forças do Maranhão. Ele está consolidado como um dos candidatos.
IM – E os demais pré-candidatos?
Othelino – A população vai ter seu momento para fazer o seu julgamento. Eu acredito que o governador Flávio Dino será reeleito e o nosso campo político elegerá os dois senadores. Temos tempo para definir quem será o segundo candidato. Espero que não tenhamos, em 2018, a experiência ruim que tivemos com a eleição de um senador em 2014, porque nós ganhamos a eleição de senador, mas não levamos, não serviu para o Maranhão.
IM – O senador Roberto Rocha era aliado a Flávio Dino em 2014 e agora pode se candidatar ao governo. Ele é uma persona non grata?
Othelino – O governador Flávio Dino cumpriu o compromisso político com o PSB e fez todo o esforço para a eleição do então candidato e hoje senador Roberto Rocha. Do nosso campo político, o único que saiu foi o senador Roberto Rocha. Ele não é uma persona non grata, mas não valeu a pena. Não costumo me arrepender dos meus votos, mas esse voto não valeu a pena porque não tem sido útil para o Maranhão. Tem, na prática, sido um senador que em nada ajudou o Maranhão. Nas oportunidades que teve não o fez. E com relação ao PCdoB, um partido que foi importante na eleição dele, ele divergiu do partido o que é normal e saudável. Mas ele tem feito comentários preconceituosos com relação ao PCdoB o que nos faz ficar distantes dele. Não admito é tratamento desrespeitoso e preconceituoso, e é assim que o senador Roberto Rocha trata os comunistas.
IM – O senhor se sente traído por ele?
Othelino – Eu, como cidadão, não repetirei o voto. E, como agente político, acho que, pelo comportamento que ele tem tido, ele não deverá estar conosco. Mas, o senador Roberto Rocha, como tem muita dificuldade de agregação política, dada a sua postura egocêntrica, ele até agora não conseguiu liderar nada. Ele é um agente político isolado que, na minha avaliação, tem muito pouca liga com o povo. Não vejo com preocupação [sua candidatura]. Não subestimo nenhum candidato, mas acho que, no cenário de hoje, o senador Roberto Rocha não tem serviço prestado ao Maranhão que possa servir de instrumento para apresentar para um candidato a governador. Ele não tem alianças políticas em torno dele que viabilizem uma chapa. A menos que ele repense muito a postura dele, tem a tendência de ser um agente isolado em 2018.

O governador Flávio Dino visitou, neste sábado (24), em Caxias, o amigo e parceiro político de todas as horas, deputado Humberto Coutinho (PDT), presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão.
Flávio declarou estar “emocionado com a vibrante recuperação de Humberto Coutinho, que se encontra muito bem-disposto e pronto para me ajudar na grande obra de reconstrução do Maranhão”.
O governador destacou, também, a relação com o presidente da Assembleia. “Todos sabem que Humberto, mais que um amigo e presidente da Assembleia Legislativa, é o copiloto do meu governo e sua presença na Assembleia é decisiva para as vitórias do povo maranhense que, manifestamente, tem apoiado nossas ações para melhorar ainda mais nosso estado”, afirmou Flávio Dino.
O Presidente da Assembleia Legislativa se emocionou com a visita do amigo e governador do Estado, Flávio Dino. “Tenho pelo Flávio uma estima única. Ele é o governador e líder político de todos nós. Sua inteligência, capacidade política e administrativa, além da generosidade pessoal, o coloca acima de todos os políticos. Recebê-lo aqui na minha casa, em Caxias, encheu a mim e à Cleide de alegria e satisfação. Por isto, disse ao governador que estarei no comando da Assembleia nos próximos dias para conduzir os projetos de grande alcance social do Governo do Estado que beneficiam milhares de maranhenses, como o projeto Juros Zero, já aprovado, e o projeto Mais Alfabetização”, declarou.
Na visita do governador, o presidente Humberto solicitou que o Governo do Estado continue apoiando financeiramente a Maternidade Carmosina Coutinho, que atende toda a Região dos Cocais, pleito prontamente atendido pelo governador, que garantiu que a Secretaria de Saúde repassará os recursos necessários para a manutenção da equipe de profissionais que trabalham naquela entidade hospitalar.
Juntos, o governador Flávio Dino e o presidente da Assembleia Legislativa reafirmaram o compromisso de continuar trabalhando por todo o Maranhão e, especialmente, pela Região dos Cocais, com ações que já melhoraram o padrão de vida de todos os maranhenses e inúmeros projetos sociais e econômicos que estão mudando a face social do nosso estado.

Os festejos juninos em Godofredo Viana irão até o dia 1° de Julho, nesta data haverá um grande concurso de Quadrilhas e a vencedora levará 2 mil reais de premiação.
O São João no “Arraial de Nois Tudim” é uma realização da Prefeitura Municipal de Godofredo Viana, na gestão do prefeito Sissi Viana, com apoio da Mineração Aurizona.
Estiveram presentes o Prefeito Sissi Viana juntamente com a primeira Dama Dona Marise,a vice prefeita Lindalva Severo,o vereador e presidente da Câmara Jorge Alberto,o vereador Gedean,o secretário de Cultura Robercy Guimarães e a secretária de Educação Midorlene Fialho.
Neste domingo, temos as seguintes apresentações:
Boi Raio de Luar (Luis Domingues)
Quadrilha Maluca Parece + Não É (Cândido Mendes)
Boi Esplendor (Aurizona)
Sedução Jovem (Aurizona)
Veja aqui mais fotos deste Sábado
O Prefeito Sissi Viana abriu, na noite de ontem (24), o São João do “Arraial de Nois Tudim”, em Godofredo Viana.
A primeira noite do São João do “Arraial de Nois Tudim” contou com várias atrações, que abrilhantaram a festa. Fizeram suas apresentações a Dança do Cacuriá, da escola Francisca Pereira, o Boi Guerreiros Tupã de Livramento, a Quadrilha Swing Junino e o Boi Encanto da Natureza de Livramento. A cobertura sonora ficou por conta da aparelhagem Diamante Negro, que fez o povo dançar por mais de duas horas e encerrou as atrações da primeira noite.
Os festejos juninos em Godofredo Viana irão até o dia 1° de Julho, nesta data haverá um grande concurso de Quadrilhas e a vencedora levará 2 mil reais de premiação.
O São João no “Arraial de Nois Tudim” é uma realização da Prefeitura Municipal de Godofredo Viana, na gestão do prefeito Sissi Viana, com apoio da Mineração Aurizona.
Estiveram presentes o Prefeito Sissi Viana juntamente com a primeira Dama Dona Marise,a vice prefeita Lindalva Severo,o vereador e presidente da Câmara Jorge Alberto,o vereador Gedean,o secretário de Cultura Robercy Guimarães e a secretária de Educação Midorlene Fialho.
Neste domingo, temos as seguintes apresentações:
Boi Raio de Luar (Luis Domingues)
Quadrilha Maluca Parece + Não É (Cândido Mendes)
Boi Esplendor (Aurizona)
Sedução Jovem (Aurizona)
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Apos rachar família da prefeita Irlahi, Pedro Vasconcelos, pode ser pivô da corrupção em Rosário e Cachoeira Grande.
A luz amarela que aponta para suspeitas de corrupção na administração pública do município de Cachoeira Grande está acesa sobre outra prefeitura maranhense: a de Rosário. O alvo desse ingrato holofote agora é a gestão da prefeita Irlahi Linhares (PMDB), que entre janeiro a dezembro de 2016, pagou R$ 79,5 mil por um contrato assinado por Cesar Roberto Mendes Ahid, sócio da empresa H.C.G. Serviços Tecnológicos Ltda – ME, para prestação de serviços de suporte técnico em manutenção da rede de internet.
O contrato de serviço levanta suspeitas de que a mesma associação criminosa acusada de desviar dinheiro público da cidade cachoeirense também teria atuado no município rosariense, administrado por Irlahi Linhares desde 2013. Ela é esposa do ex-deputado Pedro Vasconcelos Souza, irmão do ex-prefeito de Cachoeira Grande, Francivaldo Vasconcelos Sousa Filho, preso juntamente com o filho, Alexandre Vasconcelos Oliveira Sousa, na última sexta-feira (23), na operação deflagrada pela Polícia Civil do Maranhão em um trabalho conjunto com o Ministério Público.
>>Ex-prefeito de Cachoeira Grande é preso por corrupção
>>Marido da prefeita de Rosário é “fantasma” no Senado
>>Construtora que ganhou contrato de R$ 202 mil em Rosário tem sede de fachada
Durante coletiva de imprensa realizada na Secretaria de Segurança Pública, as autoridades que coordenaram a operação, informaram que as prisões foram resultadas de medidas judiciais de investigações da Polícia Civil e pelo Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) que apontaram os crimes de superfaturamento, fraudes em licitações, desvios de verbas públicas e improbidade administrativa de 2013 a 2016.


Contrato mostra que organização que desviou dinheiro em Cachoeira Grande teria atuado em Rosário.
As investigações revelaram que um dos canais de escoamento dos recursos públicos era a empresa Habitat Ltda – ME, que tem em seu quadro societário o analista de sistema Cesar Roberto Mendes Ahid, como sócio e o empresário Celso Raposo de Campos Filho, como administrador.
Além da Habitat, o BLOG DO ANTÔNIO MARTINS apurou que Cesar Ahid possui sociedade em outras seis empresas no Maranhão. Uma delas é a H.C.G. Serviços Tecnológicos Ltda – ME contratada na cidade rosariense num processo licitatório que teria sido realizado na modalidade ”convite”, quando ao menos três empresas selecionadas pela prefeitura são chamadas a apresentar propostas para a prestação de um serviço previamente descrito. A contratação repetiu o modelo adotado nos contratos do município cachoeirense.
A empresa Habitat ganhou um contrato foram dos padrões em 2012 para prestar serviços de limpeza interna e externa nos prédios públicos municipais, pelo prazo de 12 meses. No entanto, nunca realizou uma limpeza nos locais. Pela prestação de serviço, a empresa ganhou a absurda quantia de R$ 3.119.189,04 (três milhões, cento e dezenove mil, cento e oitenta e nove reais e quatro centavos). No ano seguinte, a Prefeitura assinou um termo aditivo com a empresa.

Empresas assinaram termo de renúncia ao direito de recorrer em ‘licitação’.
Para o delegado-geral, Lawrence Melo, os avanços contra esse tipo de modalidade criminosa seguem passo a passo no Maranhão. “Vamos atacar o corruptor, porque só existe o corrupto, se houver o corruptor. São criminosos que, por vantagens pessoais, comprometem a prestação de serviço para todos, seja na qualidade da saúde, educação, infraestrutura e segurança da população” finalizou Lawrence Melo.
O ex-prefeito Francivaldo Vasconcelos e seu filho foram encaminhados ao Centro de Triagem de Pedrinhas, onde devem permanecer presos aguardando um parecer da justiça. As investigações devem continuar visando localizar e prender os demais integrantes da associação criminosa, entre eles, o empresário Gustavo Vasconcelos Oliveira Souza, filho do marido de Irlhai e o contador Pedro Silva dos Santos.

MAIS DENÚNCIAS
Nos próximos dias o blog vai publicar mais denúncias sobre esse caso, principalmente sobre os indícios de envolvimento de Pedro Vasconcelos que estaria administrando a Prefeitura rosariense no lugar da mulher. Mandando e desmandando no Palácio Ivar Saldanha, sede da prefeitura rosariense, ele é quem acompanha, vistoria e monitora os contratos para prestação de diversos serviços na administração. Assim como em Cachoeira Grande, nada é feito sem seu aval ou autorização previa. Tanto que o blog obteve uma lista de empresas contratadas nos dois municípios com ligações diretas do ex-deputado estadual que figurou na política maranhense na década de 90.
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