
Uma coisa a militância do Partido dos Trabalhadores teme pelo pior e que pode acontecer em breve. O ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva pode ser preso a qualquer momento.
Segundo o site da Veja, a revelação de que a Odebrecht matinha uma poupança milionária para Lula trouxe ao PT a mesma percepção de 9 em cada dez brasileiros: sem foro privilegiado e no alvo de Sérgio Moro, a prisão de ex-presidente virou uma questão de tempo.
A cúpula do partido viu na divulgação dos vídeos um petardo na imagem de Lula, justamente no momento em que a Lava Jato partia com tudo para cima das traficâncias tucanas.
A expressão “Casa de ferreiro, espeto de pau” é usada quando se quer dizer que uma pessoa hábil em determinada coisa, não usa essa habilidade a seu favor. O ditado popular pode ser usado perfeitamente ao ex-prefeito de Santa Helena, João Jorge Lobato, o Dr. Lobato (PPS), que aparece entre os 31 gestores que não prestaram contas ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Maranhão.
Por não ter prestado contas da administração financeira do município, referente ao exercício financeiro de 2016, Lobato que é advogado e um conhecedor da lei, agora pode ser acionado na Justiça sob acusação do crime de responsabilidade.
De acordo com Constituição Estadual, no caso um prefeito deixar de prestar contas pode resultar até mesmo em intervenção no município. O gestor inadimplente comete crime de responsabilidade sujeito a julgamento pelo judiciário estadual. A condenação acarreta a perda do cargo e a inabilitação, pelo prazo de cinco anos, para o exercício de cargo ou função pública. No caso dos presidentes de câmaras, deixar de prestar contas constitui crime de improbidade administrativa, também de acordo com a Constituição Estadual.
Como prefeito, a população helenense já sabia que Lobato foi um desastre. Agora como operador do direto demostra que é um verdadeiro fora da lei, aquele sujeito que conhece, mas despreza as regras.

O Ministério da Saúde decidiu fechar, a partir de maio, as 393 unidades da rede própria do programa Farmácia Popular, de distribuição de medicamentos gratuitos ou com até 90% de desconto. Agora, os produtos serão distribuídos unicamente pela rede de farmácias conveniadas. A preocupação, no entanto, é com pacientes que procuram alguns remédios específicos que não estão disponíveis nos estabelecimentos conveniados.
Na rede própria, são ofertados, hoje, 112 medicamentos; já nas drogarias com desconto são disponibilizados 32. A pasta afirmou que quase 90% das pessoas procuram remédios para hipertensão, diabetes e asma, disponíveis também nas outras farmácias. Ainda de acordo com o ministério, o paciente que precisa tomar remédios indisponíveis na rede particular terá que procurar uma unidade básica de saúde ou clínica da família para “descobrir”, segundo o ministério, onde conseguir o remédio.
O governo federal justifica a desativação da rede própria para geração de economia de aproximadamente R$ 80 milhões. O Ministério da Saúde informou que os recursos economizados serão repassados à compra de medicamentos.
De acordo com a Saúde, o custo administrativo para a manutenção das farmácias da rede própria chegava a 80% do orçamento do programa, que é de R$ 100 milhões por ano, e os outros R$ 18 milhões estavam sendo utilizados na compra e distribuição de medicamentos.
No Maranhão, a previsão é de que 28 farmácias populares sejam fechadas a partir de maio.
Lançado em 2004, durante o primeiro Governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o programa Farmácia Popular do Brasil garantia a distribuição gratuita ou com até 90% de desconto de 112 medicamentos de uso contínuo para doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e anemia. A rede própria tem 393 unidades, e a distribuição gratuita dos medicamentos será mantida pelo Governo Federal nas farmácias da rede privada conveniadas no programa “Aqui Tem Farmácia Popular”, que tem, contudo, apenas uma lista de 32 medicamentos disponíveis.
A polícia de Marabá (PA) ainda investiga as circunstâncias em que se deram um incêndio que destruiu duas lojas de eletrodomésticos na madrugada desta terça-freira (11), uma delas pertencente ao Grupo Mateus, Eletro Mateus, nas proximidades da Prefeitura Municipal. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta de 30 minutos da madrugada
Além da loja de eletrodomésticos de Mateus, foi consumida também pelas chamas uma loja da LeoLar Maxxim. De acordo com o Grupamento do Corpo de Bombeiros de Marabá, o incêndio que começou tímido, mas ganhou grandes proporções em questão de minutos, haja vista a quantidade de material inflamável no interior de ambas.
O estrago maior foi na Eletro Mateus, que teve todas suas mercadorias destruídas

Advogado teria solicitado vantagem indevida para facilitar o pagamento de valores devidos à Odebrecht; Ele disse estar surpreso por estar na lista.
O advogado Ulisses César Martins de Sousa é suspeito de ter solicitado, na época em que foi Procurador-Geral do Maranhão, vantagem indevida ao Grupo Odebrecht. Em troca, ele facilitaria o pagamento de valores devidos à empresa decorrentes de contrato administrativo, segundo consta na delação homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF)
O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, autorizou as investigações a partir do pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A PGR fez o pedido com base nas delações dos ex-executivos da Odebrecht.
De acordo com o inquérito, João Antônio Pacífico Ferreira, Raymundo Santos Filho e Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, ex-funcionários da construtora, disseram que o pagamento da propina foi efetuado por meio do Setor de Operações Estruturadas e em remessa de recursos financeiros ao exterior sem o cumprimento dos requisitos normativos.
O Ministério Público suspeita da conivência de José Reinaldo Tavares, que era mandatário do Executivo, pois a expressividade econômica do contrato e a facilidade de adimplemento experimentada após o pagamento da propina sugerem isso. Contudo, o órgão destaca a necessidade de apuração aprofundada dos fatos.
O advogado Ulisses César Martins de Sousa disse que recebeu, com surpresa, a notícia de que seu nome teria sido incluído na denominada “lista da Odebrecht”. Ele não pode se manifestar sobre as delações antes de conhecer seu conteúdo.